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terça-feira, 15 de julho de 2014

Os dentes do siso podem empurrar e entortar outros dentes?


As evidências científicas indicam que não. Os dentes do siso (terceiros molares) começam a erupção  no final da adolescência/início dos vinte anos, e ao mesmo tempo os dentes inferiores começam a ficar tortos. Porém, não é porque duas coisas acontecem ao mesmo tempo que significa que uma causa a outra. 
Estudos clínicos bem delineados podem testar se dois eventos que acontecem ao mesmo tempo tem uma relação causal: neste caso, os eventos são o apinhamento dos dentes inferiores anteriores e a erupção dos dentes do siso. E é isso que tem sido feito por vários pesquisadores. 
Em torno de  25-35% da população adulta não nascem com dentes do siso. Assim, os pesquisadores tiveram uma grande amostra de adultos jovens e os dividiu em dois grupos: grupo A tem os dentes do siso, o grupo B nasceram sem eles. Eles, então, observaram a quantidade de apinhamento na idade adulta para ambos os grupos. O que eles descobriram foi que não houve diferença entre os dois grupos. Portanto, a conclusão é que se você tem os dentes do siso ou não, há uma chance de que seus dentes inferiores tornem-se apinhados.
 Ou, dito de outra forma: a presença de dentes do siso não parece ser um fator causador de apinhamento inferior.
Os dentes se tornam mais apinhados com a idade, provavelmente, devido ao crescimento da mandíbula, que ocorre ao longo da vida (como fazem orelhas e narizes). A mandíbula tende a crescer mais do que a maxila e isso provova o apinhamento nos dentes inferiores.

Desta forma, a extração dos dentes do siso não vai impedir que os dentes inferiores fiquem apinhados (tortos). Os terceiros molares são extraidos por motivo de falta de espaço, dor recorrente, entre outros.
Os dentes tendem ao apinhamento, por isso se você fez um tratamento ortodôntico, é essencial o uso da  contenção inferior, com ou sem os dentes do siso.

Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Periodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Site: www.dual.odo.br Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)



terça-feira, 8 de julho de 2014

O que é Ortopedia Funcional dos Maxilares?


A ortopedia funcional dos maxilares (OFM) é uma especialidade da Odontologia que soluciona desequilíbrios ósseos, musculares e de funcionamento dos maxilares e  alinhamento dos dentes.  Atua redirecionando, estimulando e até restringindo  o crescimento por meio de aparelhos bucais.  O objetivo é  tratar a má oclusão ( mordida errada)  através dos recursos terapêuticos que utilizem estímulos funcionais visando equilibrar o sistema estomatognático (SE) e as  funções vitais como mastigação, deglutição, respiração, fonação.
Os aparelhos ortopédicos são bimaxilares e induz ao paciente a realizar um novo trabalho muscular, através dos estímulos na rede dos neurônios sensoriais da região bucal, que levam a mensagem até o sistema nervoso central ”informando “esta nova situação. Desta forma, há uma remodelação das  estruturas ósseas, musculares, articulares e funcionais, buscando o equilíbrio do SE.
Esses dispositivos  ortopédicos funcionais foram desenvolvidos para atuar precocemente, ou seja, assim que o problema seja detectado. Quando mais cedo for possível intervir, melhores serão os resultados: tratamentos mais rápidos; evita-se extrações de dentes por falta de espaço; o problema instalado é menos severo; maior estabilidade do tratamento; melhora a auto estima da criança, pois soluciona problemas estéticos.
Esperar o crescimento da criança é um erro devido ao agravamento do problema dentário e das funcões (respiração, deglutição e fonação). Uma avaliação com um profissional capacitado é muito importante.

Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Periodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Site: www.dual.odo.br Facebook: dual.topdentbrasilia 

terça-feira, 18 de março de 2014

Cárie dentária: Odontologia do futuro atuará no equilíbrio biológico da boca


Diante do cenário mundial que aponta a cárie dentária como epidemia na sociedade moderna, o Professor e Pesquisador da FOB (Faculdade de Odontologia de Bauru USP) Profº. Dr. José Eduardo de Oliveira Lima (Odontopediatra), motivou-se para investir 35 anos de estudos, trabalhos científicos e práticas clínicas com o objetivo de implantar e praticar um novo conceito na odontologia brasileira, sobretudo, para prevenir a cárie dentária a ter que tratá-la. Segundo ele, antes de mais nada, é fundamental entender o que é cárie. O especialista faz uma analogia ao homem da pré-história para explicar que a cárie deve ser conceituada como um processo anormal, porque um indivíduo que vivia em condições naturais, isto é, o homem primitivo, não desenvolvia lesão no esmalte que pudesse ser considerada cárie, por estar inserido em uma biodiversidade comandada pela natureza, em um equilíbrio físico-químico. 

A cárie dentária não deve ser considerada uma doença, mas uma lesão do esmalte provocada pelo desequilíbrio de fatores considerados fisiológicos, pertencentes à biodiversidade do ser humano e especificamente da cavidade bucal. Deste modo, deve-se investir no equilíbrio biológico da boca, sem perder a qualidade de vida do ser humano, quer dizer, sem ele se privar de comer os alimentos que gosta. Na época dos homens primitivos, apesar de todos os elementos necessários para desenvolver a cárie existirem, havia uma condição de desequilíbrio e reequilíbrio, representados pelo fenômeno da desmineralização e remineralização, mediadas pela saliva, que mantinha a estrutura do esmalte dentário intacta e o equilíbrio da cavidade bucal, afirma.

Sem dúvida, há milênios o homem deixou de viver exclusivamente da natureza, quando modificou, de alguma maneira, a forma natural dos alimentos.  Hoje em dia, a população consome grandes quantidades de produtos industrializados, com níveis elevados de conservantes, corantes e açúcares que, por conseqüência, causam um desequilíbrio da biodiversidade bucal. Por esta razão, o especialista observa que a melhor maneira de evitar esse desequilíbrio e, por conseqüência, a cárie, é a remoção periódica da placa bacteriana, desde a infância, no consultório, que pode proporcionar o reequilíbrio da biodiversidade antes que ela produza ácidos em quantidade e freqüência suficientes para lesionar o esmalte dentário. Um profilaxia mensal ajuda a conquistar um resultado de quase 100% de sucesso na prevenção da cárie, sem intervenção química, mesmo que a escovação em casa seja vulnerável, explica o professor.

Ao longo dos últimos anos, após comprovação científica, o Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Lima passou a priorizar a prevenção da cárie a tratá-la. Esta é a filosofia TopDent de atendimento infantil. Diversas clínicas no Brasil já aderiram a esse  conceito de atendimento e prestam  total assistência em relação à escovação e alimentação em casa, de forma lúdica e didática. 


Atualmente, não é mais possível reproduzir a biodiversidade do homem primitivo. No entanto, quanto mais próximo chegarmos a ela, melhor para o ser humano. Todas as estratégias para prevenir a cárie deverão, num breve futuro, ter como prioridade o equilíbrio e não gerar qualquer desequilíbrio na cavidade bucal. Se conseguirmos atingir essa meta, a cárie dentária passará a ser, em pouco tempo, um problema irrelevante ao ser humano moderno, assim como era para o homem pré-histórico, conclui o odontopediatra.


Cárie no Brasil
O último grande levantamento sobre o perfil de saúde bucal dos brasileiros aconteceu em 2003. Quase 27% das crianças de 18 a 36 meses apresentaram pelo menos um dente decíduo com cárie, e a proporção chegou a quase 60% na faixa de 5 anos. Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes (15 a 19 anos) apresentaram ao menos um dente com experiência de cárie. Entre as conclusões, a análise apontou que o declínio da cárie dentária na população infantil vem ocorrendo de forma desigual na população brasileira.

Fonte: CFO Conselho Federal de Odontologia
Fonte: TopDent




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Qual o creme dental mais indicado para as crianças: com ou sem flúor?



A cárie dentária é uma doença multifatorial que envolve o hospedeiro, a dieta alimentar, a presença de microorganismos e o tempo; portanto combater as lesões cariosas é um grande desafio.

A orientação da comunidade científica mundial, incluindo a Organização Mundial da Saúde, é de que a introdução de creme dental fluoretado contendo pelo menos 1.000 ppm (concentração de flúor em partes por milhão) representa um dos fatores mais importantes para combater esse problema de saúde pública.

Crianças de todas as idades devem usar pastas de dente com flúor para prevenir cáries. Mas a associação do flúor com a fluorose, uma condição responsável por manchinhas brancas nos dentes permanentes, faz com que essa prática seja questionada.

Mas uma recomendação da Associação Brasileira de Odontologia, do Ministério da Saúde e de órgãos da classe, como a Associação Brasileira de Odontopediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria, baseada em pesquisas internacionais, fez com que o uso de creme dental convencional com flúor a partir da erupção dos primeiros dentes, na quantidade equivalente a um grão de arroz cru, se tornasse uma regra no país.

Uma pesquisa recente realizada na Unicamp, divulgada pela Associação Brasileira de Odontopediatria, indicou que os cremes dentais com baixa concentração de flúor não são tão eficientes contra as cáries como os dentifrícios convencionais e também podem não evitar a fluorose. 

O presidente da ABO - Associação Brasileira de Odontopediatria, Dr. Paulo Rédua, defende a ideia da pesquisa de que mesmo crianças pequenas devem usar pasta com flúor. “Existe uma interpretação errada quando se fala que creme dental causa fluorose. O que causa fluorose é excesso de flúor ingerido pela criança, sem controle dos pais. Creme dental é para ser usado na quantidade certa, sob recomendação do odontopediatra e sob supervisão de adulto”, orienta. E, só para lembrar: estas manchas só vão ocorrer – se ocorrerem – nos dentes permanentes, e não nos dentes de leite, pois estes já estão totalmente formados.

A ABO, assim como o Ministério da Saúde, recomenda o uso de creme dental convencional com flúor a partir da erupção dos primeiros molares decíduos (em torno de 14 meses), na quantidade equivalente a um grão de arroz cru e deve ser realizada pelos pais ou cuidadores, entre uma a três vezes por dia, dependendo da disponibilidade dos pais. A pasta ideal para crianças deve conter 1.000 a 1.100 ppm de fluoreto de sódio (flúor) na proteção contra à cárie.

Outra recomendação é que os pais procurem orientação especializada, para ter a certeza do que é melhor para seu filho. Existem crianças que têm um baixo risco de cárie, uma dieta saudável e uma ótima higienização e assim até podem se dar o luxo de usar cremes dentais sem flúor. Entretanto, para aquelas com uma dieta rica em açúcar e higiene bucal insatisfatória, que têm risco de desenvolver cárie, o flúor é indispensável, porém somente o dentista é capaz de avaliar a necessidade de cada criança. 

*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Estudo questiona a frequência de consultas dentárias...



A hipótese de que as consultas preventivas realizadas duas vezes por ano são necessárias para todos os adultos é, geralmente, adotada na maioria dos sistemas de saúde no mundo. Atualmente, um novo estudo sugeriu que o benefício de uma consulta frequente depende, em grande parte, dos fatores de risco individuais para a doença periodontal. Para pacientes de baixo risco, não fumantes, por exemplo, uma visita ao ano pode ser suficiente.

No estudo, os pesquisadores da Universidade de Michigan avaliaram requerimentos às seguradoras de 5.177 adultos sem periodontite durante um período retrospectivo de 16 anos relacionados à perda de dente. Em adição, eles submeteram fatores de risco individuais (hábito de fumar, diabetes) e testaram o DNA dos participantes para diversas variações genéticas do interleukin-1 (IL-1), uma proteína associada à periodontite avançada, para determinar o risco de periodontite progressiva em cada paciente, que amplamente é associada à perda de dente.

Entre outras descobertas, os cientistas descobriram que entre os pacientes de baixo risco, definidos como não fumantes sem histórico de diabetes e sem o gene IL-1, a porcentagem de perda de dente associada às consultas preventivas duas vezes ao ano não foi significativamente diferente da porcentagem dos que vão apenas uma vez ao ano. Entretanto, para os pacientes de alto risco, ou seja, aqueles com no mínimo um dos três fatores de risco, as consultas preventivas duas vezes ao ano foram associadas à baixa taxa de requerimento. Eles estavam num risco significativamente alto de perda de dente e, por isso, solicitaram mais consultas preventivas.

A análise também indicou que duas consultas podem não ser suficientes para reduzir a perda de dente em pacientes com mais de um fator de risco. Nesses pacientes, as taxas foram 50% maior do que a dos pacientes sem ou com um fator de risco.

“O futuro dos cuidados com a saúde é a medicina personalizada”, disse o Dr. William Giannobile, diretor do Departamento de Periodontia e Medicina Bucal na Escola de Odontologia da universidade. “Há um grande potencial em oferecer tratamentos específicos para o paciente baseados não apenas em sintomas clínicos, mas também na inclusão dos fatores de risco genéticos para melhor identificar os riscos de doenças.”

O teste genético, que é a primeira ferramenta de prognóstico confiável e que identifica os pacientes com maior risco de periodontite, foi desenvolvido pela Interleukin Genetics, uma empresa que desenvolve testes genéticos para o uso no mercado ascendente da medicina personalizada. De acordo com a empresa, 1 em cada 3 norte-americanos possuem essa variação genética.

Cerca de 30% dos participantes do estudo (1.584) fizeram uma consulta preventiva anual e 70% fizeram duas. No geral, os custos para os cuidados dentais dos pacientes foram cerca de R$ 40 milhões.

Fonte: Dental Tribune


*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Passar fio dental: mito ou realidade?



Quando se ingere carboidratos, os microorganismos presentes na placa dentária convertem estas biomoléculas em um ácido que ataca o esmalte dos dentes. O ácido descalcifica o esmalte e, portanto, uma lesão de cárie dentária, ou cavidade, começa a se formar.

Os microrganismos na placa dental causam a inflamação dos tecidos moles, especificamente da gengiva. Se não for interrompida, esta inflamação causa gengivite, que pode ser revertida com uma boa higiene oral. Se não for revertida, a gengivite pode destruir as estruturas de apoio mais profundas do tecido mole e, eventualmente, o osso que segura o dente em seu lugar.

Quando isto ocorre, uma doença periodontal foi estabelecida. Ela pode ser interrompida com a higiene oral cuidadosa, mas muitas vezes a intervenção profissional e cirúrgica é necessária. No entanto, o osso não vai voltar a crescer.

A finalidade da utilização do fio dental é remover a placa dentária das superfícies dos dentes, especialmente a superfície localizada entre dois dentes. Como os espaços entre os dentes são geralmente muito pequenos, as cerdas das escovas de dentes não conseguem atingir este espaço entre dois dentes.

De acordo com o Dr. Walter Bretz, professor de cariologia e atendimento integral na Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York (EUA), como existem boas evidências da ligação existente entre doenças periodontais e doenças sistêmicas (doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, pneumonia, etc), a mensagem figurativa que podemos usar é: “use fio dental ou morra”.

O recomendado é que se use o fio dental pela manhã, depois de uma refeição e à noite, antes de deitar. Até hoje, ninguém realmente estudou a diferença existente entre usar fio dental para a remoção de placa diariamente e semanalmente. Porém, levando em consideração que a formação de placas é um processo contínuo, a remoção diária é recomendada para ter uma saúde ótima.

“Não há dúvida de que se você pegar 100 pessoas na rua, e todos eles tiverem a mesma dieta e todos os outros hábitos iguais, mas um grupo usa fio dental e outro não, você iria encontrar mais inflamações, problemas de gengiva e, talvez, perda óssea na grupo que não usa fio dental”, disse o Dr. Peter Lockhart, professor e presidente emérito do Departamento de Medicina Oral do Centro Médico Carolinas, em Charlotte, na Carolina do Norte (EUA).

Muita gente acha que o importante é passar o fio através do ponto de contato entre os dois dentes, mas, na verdade, usar fio dental pode ser um pouco destrutivo se você não tiver cuidado. Como o material é muito fino, você pode acabar cortando os tecidos delicados com ele.
Você deve arrastar progressivamente o fio através do ponto de contato – não encaixá-lo completamente, porque do outro lado o tecido da gengiva será dilacerado e vai doer. Suavemente, traga o fio em direção à base do dente.  

A resposta do tecido gengival com gengivite e doença periodontal depende da pessoa: a forma como o sistema imunológico responde, sua reação inflamatória, como você reage à presença do biofilme. As pessoas não respondem igualmente ao uso do fio dental, mas sabemos que a remoção dos restos minimiza as chances de uma reação inflamatória.

Há certos grupos de pessoas que são mais vulneráveis às cáries e doenças gengivais. A saliva é um dos fluidos que mais oferece proteção em nossa boca. Então, as pessoas que passam por quimioterapia, terapia de câncer ou usam medicamentos que limitam a qualidade e a quantidade da saliva na boca, são definitivamente aqueles que devem prestar mais atenção ao seu regime de higiene oral.

O que vemos muito com mulheres grávidas é um volume considerável de regurgitação ácida e isso é um fator que contribui definitivamente para a formação da cárie dentária. Ele também reduz o pH da boca, o que cria um ambiente onde os tipos de bactérias que causam a cárie podem prosperar.

A noite é o momento que causa o maior problema. Sua boca está fechada durante a maior parte do tempo: você criou um ambiente anaeróbico. Você não está mastigando, comendo ou falando. É por isso que à noite é absolutamente o momento mais importante para a escovação e o uso do fio dental.

“Evidências sugerem que é mais provável que o uso de fio dental depois de escovar os dentes ajude as pessoas a formar o hábito de utilizá-lo do que uso do fio dental antes da escovação. Tente lembrar a si mesmo de usar fio dental deixando-o em algum lugar visível, como ao lado da pasta de dentes, e até mesmo fazer uma nota ou lembrete visíveis em seu banheiro. Você também pode tentar prometer a si mesmo que irá usar fio dental todas as noites depois de escovar os dentes. Isso pode te ajudar a começar a fazê-lo regularmente e, com sorte, formar um hábito”, sugere Gaby Judah, pesquisador de higiene da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (Reino Unido).

[LiveScience]


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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Frutas e Vegetais são importantes para a sua saúde oral!



É claro que todo mundo sabe que a ingestão de frutas e legumes é recomendável para a saúde em geral ! Mas a maioria de nós não pensa sobre os benefícios para os nossos dentes, gengivas enfim para a saúde bucal completa.

Você sabia que:

Frutas e vegetais fibrosos ajudam a limpar os dentes.

Magnésio das bananas pode ajudar a restaurar o esmalte do dente.

A vitamina A da abóbora pode ajudar a curar úlceras na boca.

Folhas verdes escuras e brócolis têm muito cálcio – ótimo para os nossos dentes.

A vitamina C das frutas cítricas ajuda a manter as gengivas saudáveis.

Substituir doces, lanches ricos em amido por frutas e vegetais saudáveis pode reduzir o risco de cárie dentária.


Sim! O que é bom para o seu corpo é geralmente muito bom para a sua boca também!


Aqui estão algumas dicas úteis que podem ajudar:

1. Mude seu lanche. Biscoitos e bolachas são fáceis de comer porque eles são mais acessíveis. Com um pouco de esforço, frutas e vegetais podem ser tão acessível quanto. Maçãs fatiadas e vegetais pré cortados são boas opções.

2. Adicione frutas às sobremesas. Coloque pedaços em seu iogurte, banana em seu cereal, e no restaurante peça a fruta em vez do bolo de chocolate.

3. Experimente diferentes técnicas de preparo de frutas e vegetais. Já experimentou assar banana ou maçã e colocar um pouco de canela? Ou ainda, a combinação kiwi + pó de café?

Seus dentes amam frutas e legumes. Suas bactérias orais amam açúcares.


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