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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Escova de Dentes e seus Cuidados!

A escova de dente pode representar  uma “faca de dois gumes”, isto é, pode ser uma excelente aliada na prevenção de doenças e manutenção da higiene bucal, como pode ser uma veiculadora de germes causando infecções bucais, respiratórias, diarréias e vômitos.

Um simples ato de “apertar a descarga do vaso sanitário com o tampo aberto”, pode jogar milhares de germes, na forma de spray, para o ar, ficando suspenso no ar do banheiro, por até 2 horas. Para se ter idéia da gravidade do problema, se tirarmos o teto do nosso banheiro, um germe alcançaria até 6 metros de altura. Com certeza, estes germes vão alcançar as escovas de dentes que estiverem expostas no banheiro.  Isto explica a razão que quando temos uma criança com diarréia em casa, logo vários outros membros da família também terão, uma das causas é justamente esta.  Então o que devemos fazer:

1-    aperte a descarga com o tampo fechado;
2-    apos cada escovação, lave a escova, bate levemente na beirada da pia (nunca enxugar com toalhas de rosto ou de banho);
3-    pulverize uma solução de gluconato de clorexidina a 0,12%;
4-    mantenha em um copo, com as cerdas para cima (para secar), nunca mantenha em caixinhas plásticas pois serviria de uma  proteção para as bactérias, com manutenção da umidade – evitar guardar em armários (atrás de espelhos) pois o contato das cerdas da escova com os suportes, pode “criar” manchas pretas – são culturas de germes;
5-    Lavar em agua corrente na próxima escovação;
6-    Use escovas de boa qualidade (pergunte para o seu dentista) assim como pastas de dentes (use pouca quantidade);
7-    Inicie corretamente o processo de escovação (consulte seu dentista);
8-    Com relação a durabilidade das escovas: - Escovas de Adultos – devem ser trocadas em média a cada 2 a 3 meses -  Escovas de Crianças – 1 mês (crianças tem a tendência de morder);
9-    Lembre-se que após eventos de infecções ou doenças do trato respiratório (gripe, resfriado, etc) ou bucais (herpes, cáries, mononucleose, candidíase)  ou mesmo gastrite ocasionada pelo Helicobacter pylori, devemos trocar a escova sempre após se curar pois podem acontecer novas infecções.





Fonte: Dr. Roberto Martins Figueiredo, Dr Bactéria (@drbacteria)


Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia e Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)





terça-feira, 25 de março de 2014

Escova Elétrica: saiba se vale a pena investir


Cada vez mais escovas elétricas ocupam as prateleiras das farmácias e dos supermercados. Mesmo assim, são as convencionais que costumam parar nas pias da maioria dos brasileiros. Será que, em nome da saúde bucal, chegou a hora de aposentar os modelos comuns e investir na versão movida a pilha ou bateria? Bom, algumas pesquisas já compararam os dois tipos. Uma delas, conduzida na Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aponta que as escovas com movimentos automáticos de rotação e oscilação são, sim, mais efetivas para remover a placa bacteriana e reduzir o risco de desenvolver gengivite. Porém, outro experimento, esse assinado por uma equipe do Hospital Frenchay, também no Reino Unido, não chegou a quaisquer evidências de que elas realmente limpam melhor os dentes.
"Ainda falta uma prova clara de que as escovas elétricas sejam mais eficazes em relação às normais", resume a dentista Livia Tenuta, professora da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. "Muitos dos trabalhos científicos disponíveis não cobrem um período de tempo longo o suficiente para avaliar todos os possíveis efeitos dos equipamentos mais modernos", explica o odontologista Fabio Correia Sampaio, docente da Universidade Federal da Paraíba.
Embora não exista um vencedor incontestável nesse duelo, os profissionais já citam alguns benefícios obtidos com as elétricas. "Seus movimentos padronizados, por exemplo, são bem-vindos. A gente nota que, na escovação manual, eles podem variar bastante", observa Livia. "As versões que realizam oscilações e rotações automaticamente chegam a funcionar de modo semelhante à limpeza feita pelo dentista", acrescenta o periodontista Cláudio Mendes Pannuti, professor da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.
Suas cerdas também levariam certa vantagem. "Por serem diminutas, permitem alcançar partes dos dentes que os tipos tradicionais não conseguem atingir", nota o cirurgião-dentista José Luiz Lucarelli, membro da Academia Americana de Cosmética Oral. Para o odontologista carioca Mário Groisman, mestre em ciências dentais pela Universidade de Lund, na Suécia, as escovas elétricas ainda podem servir como motivação extra para higienizar a boca com mais frequência. "Além disso, elas são especialmente indicadas para pessoas que apresentam incapacidades motoras", avalia.
 Apesar desses pontos a favor, é recomendável conversar com o seu dentista para calcular se, de fato, o investimento em uma escova elétrica trará retorno a você. Mesmo se optar por uma delas, não deixe de buscar orientações sobre como utilizá-la - não, não basta só encostar suas cerdas de qualquer jeito na dentição. "Às vezes, movimentos inadequados podem até causar prejuízos", alerta Sampaio. No final das contas, todos os especialistas concordam que, para manter a boca limpa e protegida, importante mesmo é a forma e a regularidade com que escovamos os dentes e passamos o fio dental. Não há tecnologia capaz de desbancar a adoção desse hábito.
 Apetrechos que fazem a diferença
Determinados modelos elétricos não se limitam a mexer suas cerdas de um jeito padronizado com o apertar de um botão. Hoje em dia, por exemplo, há escovas que vêm acompanhadas de um timer. "Ele mostra o tempo que se deve passar higienizando cada área da boca", destaca Livia Tenuta. Já outras opções conseguem perceber quando você exagera na força da escovada. "Se o indivíduo aplica muita pressão, ela para de funcionar ou reduz sua potência. E isso evita machucados na gengiva", esclarece Cláudio Mendes Pannuti.




Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/saude-bucal/escova-eletrica-saiba-se-vale-pena-investir-776428.shtml