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sexta-feira, 22 de maio de 2015

NÃO "DEFUME" SUA PELE

Que o hábito de fumar é nocivo à saúde todo mundo já sabe. Quando pensamos no fumo lembramos, quase que automaticamente, do câncer de pulmão e dos infartos. Tais problemas são muito sérios e motivadores que deveriam ser suficientes para nos afastar deste hábito.

Acontece que temos mais um argumento, nada letal, mas de importância para a qualidade de vida e o bem estar, para de fazer pensar duas vezes antes de aderir ou manter o tabagismo: PELE DEFUMADA TEM MAIS RUGAS.

É isso mesmo. Se você quer ter uma pele com mais rugas, mais cinzenta e menos hidratada, continue fumando.

Um estudo realizado na Santa Casa de São Paulo verificou que fumantes têm rugas até 3 vezes mais pronunciadas que não fumantes. A pele do tabagista apresenta inúmeras rugas, vincos e linhas a mais que seus pares não-adictos e tende a apresentar-se atrofiada, apresentando mais alterações do que as que ocorrem com excessiva exposição solar.

Ou seja, fumar faz mais mal à pele até do que ficar "fritando" no sol!

O hábito de fumar causa alterações nas fibras colágenas e elásticas da pele, de dentro pra fora, levando a perda da sustentação e da elasticidade, resultando em um aspecto muito mais envelhecido. As alterações na pele são tão marcantes que avalia-se a possibilidade de servirem como marcadores clínicos para o desenvolvimento de um futuro enfisema!
Se você não fuma, continue assim. Se você é adepto do tabagismo, temos aqui mais um argumento para que você reflita sobre isso. Hoje em dia, a campanha anti-tabagismo cresce muito em diversos lugares do mundo. Eu não concordo com nenhuma "caça às bruxas", como tem ocorrido, pois acredito que cada pessoa deve ter o direito de colocar-se sob os riscos que achar melhor, desde que assuma as consequências individuais disso. Por isso, também, concordo com as iniciativas de separar fumantes de não-fumantes de forma eficiente, para que seja garantido o direito de não se expor a esses riscos a quem assim preferir. Eu mesmo não fumo e não vou iniciar este hábito nunca. Não acredito que valha a pena.

É sempre bom lembrar que o vício do cigarro é difícil de abandonar e que um auxílio profissional é sempre muito bem vindo. Se você tem medo, inclusive, de engordar depois de parar de fumar, procure logo auxílio para se preparar. Psicoterapia e atividades físicas orientadas são tremendamente úteis e a ortomolecular também traz muitas opções para auxiliar neste processo, principalmente no que diz respeito à recuperação do organismo depois de deixar este hábito.


Muitos extratos vegetais concentrados têm se mostrado úteis na recuperação da pele que sofreu a agressão do hábito de fumar. Dos extratos de uva ao de romã, muitas opções existem para realizar este serviço. Compostos com silício orgânico e proteínas marinhas também se mostram úteis. Procure seu médico para maiores esclarecimentos e para que ele possa prescrever o que você realmente precisa.

Conheça os fatos e assuma as consequências. A vida é causa e efeito.


Dr Adolfo Duarte - CRM-BA 15.557 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mudanças de hábitos podem aumentar casos de câncer no Brasil...



Os novos casos de câncer devem aumentar 38,1% no Brasil ao longo desta década, passando de 366 mil casos diagnosticados em 2009 para mais de 500 mil novos casos em 2020.
E por quê? Porque o país está começando a adotar comportamentos já adotados há décadas nos países desenvolvidos.
Copiando os maus hábitos de saúde, estaremos também herdando as mesmas consequências.
De fato, o Brasil tem hoje muito menos câncer por habitante do que os países desenvolvidos.
Segundo o relatório, há 163 casos de câncer para cada 100 mil pessoas na América Latina, número inferior aos 264 casos por 100 mil habitantes registrados na União Europeia ou os 300 por 100 mil dos Estados Unidos.
Apesar disso, a mortalidade na América Latina é muito mais alta, com 13 mortes para cada 22 casos. Nos Estados Unidos, são 13 mortes para cada 37 casos, enquanto na União Europeia são 13 mortes para cada 30 casos.
Segundo os especialistas, o diagnóstico tardio e problemas no acesso a tratamento são as principais causas para a disparidade dos números.
Com o aumento da expectativa de vida na região, além do aumento do poder aquisitivo e da adoção de hábitos verificados em países desenvolvidos, o problema tende a se acentuar, advertem os autores do artigo assinado por mais de 70 especialistas, publicado na revista especializada Lancet Oncology.
Comportamentos de risco
O relatório adverte que os latino-americanos estão adotando cada vez mais comportamentos considerados de risco em relação ao câncer.
Isso inclui vidas mais sedentárias, alimentação menos saudável e consumo maior de cigarros e de álcool.
A exposição das pessoas ao Sol sem proteção e a poluição interna gerada pela queima de combustíveis sólidos também são apontados como fatores que devem contribuir para o aumento no número de casos de câncer na região na próxima década.
"A adoção mais generalizada de estilos de vida semelhantes aos dos países desenvolvidos levará ao rápido crescimento no número de pacientes com câncer, com um peso para o orçamento para o qual os países latino-americanos não estão preparados", afirmou o coordenador da pesquisa, Paul Goss, professor de medicina da Escola Médica de Harvard, em Boston.
Segundo ele, "a região está mal preparada para lidar com o aumento crescente na incidência de câncer e as taxas de mortalidade desproporcionalmente altas em comparação com outras regiões do mundo, enfatizando a magnitude do problema do controle do câncer".
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Combate ao fumo: troque o cigarro pelo exercício e ganhe mais saúde...


A prática regular da atividade física é sempre um coadjuvante importante na luta contra os diferentes vícios que prejudicam o bem estar do homem.



Combate ao fumo: que tal trocar o cigarro pelos exercícios físicos? (Foto: Agência Getty Images)

O mecanismo da dependência é um dos aspectos mais controvertidos e complexos estudados pela ciência. Entretanto, existem alguns fatos já comprovados e que podem contribuir para ajudar os dependentes dos chamados vícios que tanto prejudicam a saúde. Existem inúmeras pesquisas que já associaram os mecanismos de dependência a um mediador químico cerebral relacionado à sensação de prazer.

Na verdade trata-se de uma substância bastante conhecida dos praticantes de exercícios. Já se sabe que quem faz da atividade física um hábito, passa a se tornar de certa forma dependente dos exercícios. Esta dependência é uma sensação agradável que a ciência explica pela liberação das endorfinas.

As endorfinas são neurotransmissores liberadas no sistema nervoso central que de fato provocam uma sensação de prazer ou recompensa, até difícil de ser explicada, porém capaz de criar uma dependência, neste caso prazerosa e saudável.

O que se sabe é que o exercício físico libera endorfinas desde que o mesmo seja agradável, de boa tolerância e com um mínimo de duração. O que a ciência também ensina é que infelizmente a liberação de endorfinas não está associada somente aos exercícios.

Existem evidências de que várias outras situações ou hábitos ligados ao mecanismo da dependência, também estão relacionadas à liberação de endorfinas. Parece existir um elo comum na figura deste neurotransmissor na dependência ao fumo, ao álcool, e até mesmo na dependência às drogas.

Em outras palavras, o indivíduo é na realidade dependente de endorfinas, sendo que o mecanismo de liberação pode ser tanto a saudável prática de exercícios físicos como também o maléfico hábito do fumo por exemplo.

Baseado nestas evidências, a recomendação da prática de exercícios físicos é sempre um coadjuvante extremamente importante na luta contra os diferentes vícios que prejudicam a saúde. O desafio é sempre conseguir que o exercício seja feito com o prazer de praticar e não como um remédio amargo que precise ser tomado.

A proposta seria, portanto trocar a liberação de endorfinas provocada, por exemplo, pelo fumo, pela liberação de endorfinas que o exercício proporciona. Poderíamos até pensar em uma proposta aos dependentes do cigarro:

Está com vontade de fumar? Então corra!

Por Turibio Barros
Fonte: http://globoesporte.globo.com

 
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Exercício físico ajuda adolescentes a parar de fumar...




Corrida e caminhada no Aterro do Flamengo Felipe Hanower/ 01-10-2012

Os adolescentes que começaram a caminhar 20 minutos por dia conseguiram reduzir o fumo, e os que faziam 30 minutos por dia tiveram mais facilidade para parar totalmente com o vício, mostrou um estudo publicado nesta terça-feira no “Journal of Adolescent Health”.

- Este estudo sugere que exercícios físicos podem ajudar adolescentes que estão tentando parar de fumar - afirmou o autor Kimberly Horn, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Washington. - Adolescentes que aumentaram o número de dias em que estavam envolvidos em pelo menos 20 minutos de exercício, o equivalente a uma curta distância a pé, eram mais propensos a parar.

A equipe de pesquisadores rastreou 233 adolescentes de 19 escolas de West Virginia, um dos estados com os maiores índices de fumantes nos Estados Unidos. De acordo com os Centro de Controle e Prevenção de Doenças, 13% dos menores de 18 anos moradores do estado são fumantes. - Tabagismo e inatividade física muitas vezes andam de mãos dadas - comentou Horn.

Os participantes do estudo eram fumantes diários. Em média, fumavam metade de um maço em dias de semana e um inteiro aos finais de semana.

FONTE: oglobo.globo.com 

 
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