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terça-feira, 2 de junho de 2015

Tabagismo é um grave problema de saúde!

É comprovado cientificamente que  o tabagismo causa sérios prejuizos ao nosso organismo e deve ser encarado como um vício, portanto é necessário procurar ajuda profissional para parar de fumar.
O uso do tabaco causa aproximadamente 50 doenças diferentes, e um fumante adoece em média 3 vezes mais que um não-fumante. Na composição do cigarro estão mais de 4.720 substâncias, entre elas mais de 60 são capazes de causar danos ao nosso organismo. Na boca, o cigarro agride as células da mucosa diminuindo sua capacidade de cicatrização e de defesa e deixando-a mais sujeita à ação de bactérias, vírus e fungos, além de conter substâncias carcinogênicas que aumentam a probabilidade do desenvolvimento de câncer bucal.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) com 52 fumantes da capital paulista comprova os malefícios causados pelo tabaco aos dentes. O fumo, por exemplo, pode aumentar em até sete vezes o risco de periodontite, devido aos produtos nocivos; além disso fumantes possuem risco de perda dentária 4,2 a 4,6 vezes maior do que os não fumantes.  Quem fuma apresenta mais halitose, manchas dentais e tem mais chances de desenvolver câncer de boca.O estudo foi divulgado pelo professor Claúdio Mendes Pannuti, da disciplina de Periodontia e autor da pesquisa, durante o Workshop de Higiene Bucal, promovido pela Johnson & Johnson, no Medical Innovation Institute, em São Paulo.

O cuidado com a higiene bucal se faz necessário para todos, mas os fumantes devem se cuidar ainda mais. A pesquisa, além de comprovar a associação do tabagismo às doenças orais, também ressalta os benefícios que uma limpeza bucal completa proporciona para os pacientes fumantes. A prevenção é a maneira menos dolorida e mais econômica de cuidar da boca.



Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia
Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)



sexta-feira, 22 de maio de 2015

NÃO "DEFUME" SUA PELE

Que o hábito de fumar é nocivo à saúde todo mundo já sabe. Quando pensamos no fumo lembramos, quase que automaticamente, do câncer de pulmão e dos infartos. Tais problemas são muito sérios e motivadores que deveriam ser suficientes para nos afastar deste hábito.

Acontece que temos mais um argumento, nada letal, mas de importância para a qualidade de vida e o bem estar, para de fazer pensar duas vezes antes de aderir ou manter o tabagismo: PELE DEFUMADA TEM MAIS RUGAS.

É isso mesmo. Se você quer ter uma pele com mais rugas, mais cinzenta e menos hidratada, continue fumando.

Um estudo realizado na Santa Casa de São Paulo verificou que fumantes têm rugas até 3 vezes mais pronunciadas que não fumantes. A pele do tabagista apresenta inúmeras rugas, vincos e linhas a mais que seus pares não-adictos e tende a apresentar-se atrofiada, apresentando mais alterações do que as que ocorrem com excessiva exposição solar.

Ou seja, fumar faz mais mal à pele até do que ficar "fritando" no sol!

O hábito de fumar causa alterações nas fibras colágenas e elásticas da pele, de dentro pra fora, levando a perda da sustentação e da elasticidade, resultando em um aspecto muito mais envelhecido. As alterações na pele são tão marcantes que avalia-se a possibilidade de servirem como marcadores clínicos para o desenvolvimento de um futuro enfisema!
Se você não fuma, continue assim. Se você é adepto do tabagismo, temos aqui mais um argumento para que você reflita sobre isso. Hoje em dia, a campanha anti-tabagismo cresce muito em diversos lugares do mundo. Eu não concordo com nenhuma "caça às bruxas", como tem ocorrido, pois acredito que cada pessoa deve ter o direito de colocar-se sob os riscos que achar melhor, desde que assuma as consequências individuais disso. Por isso, também, concordo com as iniciativas de separar fumantes de não-fumantes de forma eficiente, para que seja garantido o direito de não se expor a esses riscos a quem assim preferir. Eu mesmo não fumo e não vou iniciar este hábito nunca. Não acredito que valha a pena.

É sempre bom lembrar que o vício do cigarro é difícil de abandonar e que um auxílio profissional é sempre muito bem vindo. Se você tem medo, inclusive, de engordar depois de parar de fumar, procure logo auxílio para se preparar. Psicoterapia e atividades físicas orientadas são tremendamente úteis e a ortomolecular também traz muitas opções para auxiliar neste processo, principalmente no que diz respeito à recuperação do organismo depois de deixar este hábito.


Muitos extratos vegetais concentrados têm se mostrado úteis na recuperação da pele que sofreu a agressão do hábito de fumar. Dos extratos de uva ao de romã, muitas opções existem para realizar este serviço. Compostos com silício orgânico e proteínas marinhas também se mostram úteis. Procure seu médico para maiores esclarecimentos e para que ele possa prescrever o que você realmente precisa.

Conheça os fatos e assuma as consequências. A vida é causa e efeito.


Dr Adolfo Duarte - CRM-BA 15.557 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fumar mata 35% das bactérias da boca



Pessoas que fumam perdem cerca de 35% da biodiversidade bacteriana bucal, a chamada flora da boca. É o que mostra uma análise feita por especialistas do A C Camargo Cancer Center e da Universidade de São Paulo. Além disso, segundo a pesquisa, pessoas que consomem bebidas alcoólicas e fumam perdem 20% de bactérias da boca.

Especialistas comentaram que esse cenário pode ser preocupante porque a presença de uma comunidade saudável de bactérias na boca ajuda a proteger essa parte do corpo. Bactérias do “bem” podem ajudar a manter sob controle micróbios daninhos ou produzir substâncias  benéficas para a boca. Com o desequilíbrio constante causado pelo consumo de álcool e tabaco, a biodiversidade alterada das bactérias poderia acelerar os problemas de saúde ligados a essas drogas, favorecendo o aparecimento de tumores bucais, por exemplo.

“Achamos que aquelas bactérias que conseguem adentrar, esse território, agora desprotegido do biofilme, a capa de micróbios que antes defendia a mucosa, podem estar ligadas a isso” explicou o biólogo  Emanuel Dias Neto, em entrevista a folha de São Paulo.

Para chegar aos resultados, foram coletados amostras da boca e da língua de 22 voluntários. A  partir das  amostras, os cientistas usaram um técnica que “pesca” pequenos trechos DNA bacteriano, que são úteis para identificar à espécie de micróbio a qual pertencem esses pedaços de DNA. Pode parecer estranho que a boca de quem bebe e fuma tenha mais tipos de bactérias do que a de quem apenas fuma, mas há uma explicação para isso. É que o álcool pode servir de nutriente para um grupo de bactérias especializadas em metaboliza-lo. Elas transformam a substância em acetaldeido, que é outro componente bastante tóxico e carcinogênico. Ou seja, quem bebe e fuma tem mais bactérias na boca o que não significa algo positivo, já que, segundo os cientistas, as bactérias aumentam a propensão ao câncer.

Fonte:

@odontologia_sistemica