Mostrando postagens com marcador Psicologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psicologia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Nada muda se VOCÊ não mudar


Qual o peso de nossas escolhas?
Qual a nossa responsabilidade diante de nossa atual condição?

Podemos escolher ficar doentes? Escolhemos a tristeza?
Obviamente, ninguém escolhe estar mal ou sem saída para seus problemas, mas será que estamos totalmente abandonados à própria sorte, à mercê dos acontecimentos do mundo, sem nenhum poder para mudar as coisas em nossas vidas?  
Vejo um número muito grande de pessoas, (em consultório, redes sociais, trabalho), reclamando de sua situação, seja a infelicidade de trabalhar com o que não gosta, o sobrepeso, a saúde, dívidas ou a aparência. Falam de uma forma como se tivessem sido jogadas ou empurradas para isso: “Não tenho dinheiro”, “meu problema é muito complicado”, “minha vida sempre foi difícil”. Não sei se cada um já parou por um instante e se perguntou: O que eu fiz para ter chegado até aqui em minha vida? Este é um questionamento que deve ser feito com freqüência: “Até que ponto os problemas de nossas vidas são culpa do mundo e até que ponto a responsabilidade não é nossa?”
Com certeza, nascer em um lar pobre, problemas familiares, doenças, dificultam o caminho, mas é fato que quaisquer destes problemas não inviabilizam uma vida. Temos por aí inúmeros exemplos de pessoas que venceram dificuldades objetivas, inegáveis e conquistaram seu lugar ao sol.
Por que para outros mudar é tão difícil? Por que será que a inércia (no sentido de um corpo parado tende a ficar parado) é maior em alguns que em outros?  Todos temos dificuldades. Mas alguns vão dizer: “Ahh, mas quem é rico não passa por isso”, “ahh fulana é magra porque tem um namorado personal/nutricionista” E por aí vai. Bom, algumas coisas realmente podem facilitar, mas o que realmente importa é o que cada um faz com as condições que tem, para alcançar o objetivo que almeja.
Sartre, um filósofo francês do século XX, nos presenteia com a seguinte frase: “Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim”. Ou seja, não importa se nasci com talentos, dinheiro e um corpo bonito e saudável, minha vida só será boa, com saúde, sucesso, se eu fizer algo para que ela seja assim. Não posso exigir que ninguém faça isso por mim.
Procurar um profissional para nos auxiliar em nossa mudança, não vai torná-la mais leve, mas ajudará no direcionamento, ele nos apontará possíveis caminhos, mas somente nós podemos dar o primeiro, segundo e milésimo passo rumo ao nosso desejo. A responsabilidade dos outros nesse processo é nula em comparação à nossa.
A cada ano vamos obtendo uma maior autonomia em nossas vidas, e a partir dos 20 anos, ainda gradualmente,começamos a ter controle sobre a maior parte de nossa própria vida. Podemos escolher o que comer, vestir, quando sair, no que trabalhar. Vamos modelando nossa existência segundo nossos atos. E isso significa que nossa responsabilidade também cresce, até um momento que ela é totalmente nossa. Ou seja, não podemos deixar de assumir as conseqüências de nossas ações. Gravidez não planejada, decepção amorosa, aumento de peso, demissão ou um mau passo na vida. Toda e qualquer pessoa está sujeita a passar por momentos delicados, mas eles não são mais que momentos. A vida continua apesar de. Nossos erros não são condenação, mas vão exigir uma correção ou uma readaptação para seguir em frente, normalmente cobrando alguns meses ou anos de retrabalho.
Algumas vezes, o mundo é cruel, a vida tem suas dificuldades, e há momentos que tudo parece dar errado, entretanto, a inação sempre faz a situação piorar, e o esforço bem pensado, ponderado, em regra melhora as situações, ou ao menos minoram o seu dano. Como está sua vida? Como anda sua saúde, seu coração? Tem feito tudo o que pode para viver a vida que sempre sonhou? Os ganhos vêm depois de uma luta diária e árdua. Quer ir longe? Dê o primeiro passo!  
Elen Carioca
Psicóloga

CRP 01/16275

sábado, 25 de abril de 2015

Por que ir a um psicólogo?

   “A violência da calmaria, às vezes, é mais terrível que a travessia das tempestades”
Viviane Forrester 

Muitos pensam que procurar um psicólogo é besteira, coisa de louco ou desnecessário, mas o que poucos sabem é que fazer psicoterapia é muito importante e necessário, principalmente em certos momentos da vida. Não é preciso 20 anos para superar traumas e se sentir bem consigo próprio, mas alguns meses ou anos sim.
Faz-se necessário ressaltar que o psicólogo não é conselheiro, amigo ou um guia espiritual, muito menos pai ou mãe, é um profissional que busca auxiliar seus pacientes em sofrimento psíquico, seja ele leve ou grave. Com certeza você já ouviu alguém dizer que não precisa ir a um psicólogo porque já conversa com os amigos e tem com quem desabafar, ou que vai à igreja e sai de lá mais aliviado, mas o que deve ficar claro é que o trabalho desse profissional não é trazer alívio, paz, felicidade, ou salvação espiritual, mas sim um aprofundamento em si mesmo, principalmente nas partes que menos se orgulha e tenta esconder: aquelas pelas quais mais sofre. Na verdade, busca-se esse tipo de serviço, fundamentalmente, por conta de um sofrimento e ou doença psíquica. Não se procura um psicólogo para ter com quem conversar, mas para tratar de um problema psicológico, e também para dar conta de si em momentos muito difíceis. 
Independente da história de cada um, todos têm questões difíceis de lidar, que fazem cambalear, sofrer ou empacar. Claro que na maioria das vezes se segue com a vida sem grandes alardes, o problema começa a incomodar quando as soluções de “cai, levanta e sacode a poeira” não são mais suficientes para, de fato, seguir em frente. É nessa hora que pensamentos ruins se apresentam, sentimentos negativos se instalam e os comportamentos já não condigam tanto com os propósitos. Vai-se perdendo o controle sobre si mesmo e a angústia toma conta de tudo na vida.  
O psicólogo não é alguém que vai dizer para que lado se deve seguir, mas vai acompanhar por uma travessia dolorosa que visa não só uma melhora nos sintomas, mas acima de tudo um conhecimento de si, permitindo uma real autonomia e possível solução; onde os sintomas não serão mais tão necessários para dizer de uma condição psíquica difícil. Esse profissional proporcionará um espaço e um momento para se falar sobre emoções, pessoas, fatos e nosso desejo de melhora, e assim algo vai sendo construído possibilitando um novo caminho para o paciente. 
Não é a vontade de se conhecer que vai fazer você buscar esse tipo de serviço, mas sim um anseio de mudança. É a dor e o sofrimento que leva a questionar sobre o tipo de vida que se quer viver e o quanto se está disposto a mudar. Também, não se pode confundir comportamentos inadequados, falta de limite, tédio ou tristeza com psicopatologia. Portanto, ao invés de ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre sofrimento ou como se deve levar a vida, procure um psicólogo e fale sobre você. Talvez, de fato, você precise de um tratamento psicológico, ou um que inclua outros profissionais e conte com o auxilio de medicações, talvez não, mas o mais importante é pedir ajuda para um profissional, com conhecimento e técnica.
Elen Carioca
Psicóloga
CRP 01/16271


terça-feira, 31 de julho de 2012

Lembrar sempre, foco, atenção, atitude, lazer, descanso, tranquilidade e calma. Quesitos super importantes se você quer mesmo passar em um concurso...





Manter hábitos de estudo com programação, esquemas diários e matérias a serem estudadas é básico; para você que deseja passar em um concurso: precisa ter em sua rotina diária de estudos. Mas tenha um cuidado maior com aquelas disciplinas que não são seu forte: dedique-se a elas, é ai a sua diferença. Não fique com dúvidas, tire-as em seu curso preparatório.

Não deixe material "acumular". Mantenha-se sempre atualizado e informado inclusive com revistas e jornais diários: temas como atualidades costumam cair e servem como "pegadinhas" para os desatualizados. Vale lembrar também que para se estudar para concursos a pessoa precisa e muito de motivação: essa só é reforçada se tiver alguma lazer em sua vida.

Lazer é muito importante para uma vida saudável: reserve pelo menos duas horas por semana para fazer algo que lhe dê prazer, esse é o "pulo do gato" para recarregar as baterias; ou você acha que as famosas piadinhas dos professores de cursinhos preparatórios são o que? Lazer para seu cérebro! Estão ativando seu lado criativo e fazendo com que mais sinapses nervosas sejam criadas e ativadas!

Descansar é preciso e muito necessário então durma bem pois é durante o sono que seu cérebro vai assimilar tudo que você aprender durante o dia. Sempre que encontrar uma palavra desconhecida procure seu significado: quanto maior for seu léxico vocal, maior as chances de você ir bem nas provas e entender o enunciado das questões.

Na noite anterior da prova procure dormir bem, o que você tinha que aprender, já o fez até esse dia; tenha certeza que a única coisa que você vai precisar na noite de véspera é dormir e assim evitar os famosos brancos na hora da prova; e fazer uma boa alimentação para que seu nível de açúcar no sangue não esteja baixo e cause em você crises hipoglicêmicas e até desmaios.

 Deixe todos os documentos necessários em ordem e prontos para serem utilizados no dia da prova.
 No dia da prova, procure chegar ao local da prova com uma hora de antecedência: antes chegar cedo que atrasado.

A primeira coisa que se precisa em uma prova é calma, tranqüilidade. Se você começar a ficar nervoso, sente-se e simplesmente respire: calma e tranqüilamente, sentindo o ar, sentindo sua própria respiração. Inspirando pelo nariz, prenda esse ar por uns 5 segundos e solte pela boca. Faça esse exercício simples por 3 vezes. Mantenha sua mente fixada nos pensamentos, calma e atenção. Só depois abra os olhos e inicie a prova.

 Não gaste muito tempo em questões que você sabe que terá dificuldades. Comece pelas questões mais fáceis para garantir estes pontos, deixando as mais complexas por último.

 Se tiver que "chutar" num teste, faça com inteligência. Nesse caso, se o erro não for descontado dos acertos, arrisque a resposta que lhe parecer melhor. Deixe de lado as alternativas que você percebe que não podem estar corretas. Ou seja, use a técnica da eliminação e o bom senso.

Procure sempre escrever respostas completas e de acordo com o que se pede. Não enrole na resposta, pois você poderá perder pontos importantes.

Preste muita atenção ao passar as respostas no gabarito, ali não pode haver erros nem rasuras, e você sabe: a diferença entre o primeiro colocado e o segundo, sempre é uma questão.

Use todo o tempo disponível e faça uma revisão nas respostas, se tiver tempo. Esta revisão serve para eliminar erros de ortografia. 

BOA SORTE!!!!!!









*** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Crianças precisam de Amor e Disciplina...



Disciplina é ensinar que a criança pode melhorar seu comportamento e a ter autocontrole. Crianças aprendem sobre autorrespeito e autocontrole ao receber dos pais tanto amor quanto disciplina. Explicar a elas que as amamos e queremos que se tornem adultos responsáveis e competentes. Ser pai e mãe nos dias de hoje sempre digo é pra quem pode... Sim, porque pais e mães eficazes hoje em dia requer dar amor, conhecimento, esforço e tempo.  Isso mesmo, criança não é uma maquina que se aperta o botão certo, faz aquilo que queremos na hora, é preciso ter muita paciência, muito amor e muita dedicação para que nossos pequenos entendam as regras e normas da casa. Aliás, uma boa comunicação entre os pais e estabelecimento de regras limites promove uma boa educação. Lindo né??? Mas e na prática isso tudo precisa ser cercada de muitos exemplos e dos bons viuuu.... Com crianças e adolescentes ter uma regra e duas medidas não funciona, pois de nada adianta querer que suas crianças só comam a mesa se os pais não fazem e mesmo e pela desculpa da pressa, saem comendo pela casa. Os pais devem determinar os bons e desejáveis comportamentos dando os exemplos e também demarcando os maus e indesejáveis, mas de uma forma muito clara e que seja do entendimento dessa criança ou adolescente, respeitando sua fase de maturação. Sim devemos saber que a mesma ordem e informação que seu filho de 8 anos recebe, não pode e nem deve ser da mesma forma que de uma criança de 2 anos. Lembrar que o bom comportamento deve ser reforçado com elogios se você deseja que ele se repita e o mau comportamento também precisa ser corrigido e explicado o porquê não é adequado que a criança o faça...contudo é sempre bom lembrar que, explicar não é berrar, gritar, esbravejar e/ou muito menos surrar a criança. As crianças de hoje em dia são muito inteligentes e aprendem com muita facilidade; mas lembre-se estabeleça expectativas realistas respeitando a fase que sua criança está. E como se faz para saber se uma regra é bem estabelecida? Simples assim: Regra bem estabelecida é aquela que seu filho tem total capacidade de saber o que pode ou não e também dizê-la a alguém quando lhe perguntarem.

Pais e mães de crianças que não obedecem é porque ainda não conseguem dar instruções de forma clara, empática e eficaz aos seus filhos. Quando eu digo aprender a dar ordens, também não estou querendo dizer que vocês devam sair gritando como um sargento em treinamento. Entretanto se seu filho não costuma obedecer a suas ordens ou até se sai arremedando quando recebe uma bronca é sinal que ou você não esta sabendo dar ordens ou pior ainda, você não sustenta as ordens dadas!

Seja claro, diretivo e objetivo em suas ordens, par isso temos a sugestão de 7 passos:

1 - Chegue perto da Criança. Mantenha uma expressão séria no rosto. - Olhe nos olhos da criança e mantenha contato visual.
2 – Ordens devem ser dadas sob a forma afirmativa.
3 - Diga o nome da criança. ( nada de usar nome no diminutivo e nem apelidos).
4 - Dê um comando simples, claro, direto. Exponha sua ordem pausadamente, checando-se sua compreensão
5 - – Apontando comportamentos concretos esperados. Com tempo limite para execução (realístico).
6 – Acompanhadas de verbalizações acerca de resultados positivos esperados.
7 – Sustente seu comando.  Seguidas de reforço verbal quando executadas.

Bibliografia:

Caminha, Renato; Caminha, Marina Gusmão – A Prática Cognitiva na Infância. Ed. Roca.
SOS Ajuda para Pais. Lynn Clark, Ph.D. Ed. Cognitiva.
Tiba, Içami, Pais e Educadores de Alta Performance.  Ed. Integrare.


 *** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sobrepeso e Terapia...




Você já enfrentou dificuldades para emagrecer, ou já conseguiu emagrecer e retornou ao peso antigo ou até chegou a engordar mais? 

Qual foi sua atitude? Culpou-se por crer que não estava motivada o suficiente? 
Culpou a dieta, achando que ela não era adequada a você? 

Talvez você não estivesse preparado(a) para fazer dieta, não sabia que os pensamentos e comportamentos podem influenciar no resultado. 

A terapia cognitivo-comportamental pode auxiliar neste aspecto importante de uma reeducação alimentar, proporcionando um novo conhecimento, uma nova resposta de comportamento nos momentos em que é preciso resistir a alimentos tentadores, lidar com os desejos incontroláveis, lidar com o estresse, a ansiedade, com emoções negativas, emitindo respostas que não seja o comer para aliviar sentimentos. 

A terapia pode também auxiliar na motivação na realização de atividade física e tudo o que for preciso para que você adquira hábitos saudáveis. 

Pessoas com sobrepeso, geralmente apresentam uma programação mental que dificulta consideravelmente seus esforços para emagrecer, alguns deles são: “sei que não devia comer isto, mas deixa para lá, eu vou comer mesmo assim”; “se eu comer só esse pedacinho, não tem problema”; “tive um dia difícil, mereço comer o que eu quiser”; “não consigo resistir a esta comida”; “estou chateado(a), tenho que comer”; “já comi o eu não devia, como já estraguei tudo, continuarei até o final do dia”; “ é muito difícil, eu nunca vou conseguir”. 

A terapia é um programa psicológico, não se trata de uma dieta alimentar. Você pode escolher uma dieta que mais se adeque a você e ao seu estilo de vida, consultando sempre um nutricionista e/ou um médico para que você a faça de forma segura. Assim, você pode aprender a escolher alimentos apropriados e utilizar hábitos alimentares saudáveis, modificando sua relação com a comida e a maneira de se comportar frente a ela. 

Sua maneira de pensar sobre alimentos, comer e fazer dieta tem importante influência sobre seu comportamento e como você se sente emocionalmente. 

Para emagrecer e não voltar a engordar é importante escolher uma dieta nutritiva, planejar o que vai comer, conscientizar-se que o ato de comer em demasia é um problema que pode ser resolvido; saber lidar com os sentimentos, eliminando o comportamento de se alimentar pelo fator emocional. Estas são algumas das contribuições onde a terapia pode auxiliar. 

Um abraço 









*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

terça-feira, 20 de março de 2012

Oi, como vai você?


Hoje trago um texto bem alegre e dinâmico. Leve, como nossa vida deve ser.

O que me leva a comer demais ? Quem está querendo perder uns quilinhos, se ainda não fez essa pergunta, é bom começar a pensar no assunto.

Pode parecer, mas comer de forma demasiada ou de uma maneira que não é saudável não é um comportamento automático.

Tudo começa pelo pensamento. Antes daquele impulso de visitar a geladeira, ou o armário de biscoitos, apareceu um pensamento. Você estava lá no sofá, quietinho(a) depois do jantar e, de repente, aquela danada daquela vontadede um doce aparece, ou aquela fominha que não se sabe bem o porquê, vem te visitar bem a meia noite, estragando todo o seu planejamento de dieta.

Um dos grandes responsáveis por isso é o pensamento. É muito importante ficar atenta ao pensamento que surge bem coladinho a esse impulso de comer, pois geralmente é ele o grande sabotador. Pensamento gera sentimento. Os sentimentos que parecem ser os maiores desencadeadores do comer demasiado são o medo, a tristeza e a culpa.

Eu como psicóloga ressalto sempre a importância de atentarnos aos pensamentos e sentimentos, estes são as chaves de uma dieta bem sucedida.

Algumas atitudes podem ser tomadas para que seu processo de emagrecimento e busca de uma vida saudável seja mais leve e até divertida! Vamos lá :

1 - Nada é proibido: ah, esta com certeza deve ficar em primeiro lugar, sempre quando pensamos em dieta, pensamos em restrição e em punição. Não estamos nessa vida para nos culpar de nada. Portanto você pode comer tudo o que tiver vontade, mas sabendo equilibrar: pouco, escolher 1 dia da semana, são exemplos;

2 - Para que a número 1 possa ser realizada mais facilmente, é interessante você pensar na número 2 que é ficar longe de lugares que propiciam contato com comidas calóricas, por exemplo: aquela padaria que vende doces maravilhosos e você passa em frente todos os dias.. maravilhosos... . De a volta, faça outro caminho !;

3 - A número 2 já me fez lembrar da número 3 - Movimente-se ! Já que você tem que passar longe da padaria (maravilhosa), aproveite para caminhar mais, nem que seja passear no shopping;

4 - Se possível escolha sempre o mesmo lugar para se alimentar e procure não se distrair, é importante ter atenção no que estamos ingerindo, se estamos distraídos podemos ingerir a mais do que o planejado sem perceber;

5 - Ao se posicionar para comer, conte até 5 antes de iniciar a refeição, isso faz com que você controle, aos poucos, a ansiedade;

6- Todos os dias faça algo que te de prazer: ouvir música, conversar... se você não tem tempo, arrume!; Se nem lembra o que é fazer algo que gosta, é uma boa oportunidade para lembrar e colocar em prática!;

7- Último e mais importante. ELOGIE-SE. Elogiar-se reforça o nosso lado positivo. Se durante todo o dia você conseguiu fazer apenas 1 desses tópicos, você já é um vencedor(a), já estará de parabéns! O auto-elogio reforça nossa auto-estima e confiança.



*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

terça-feira, 6 de março de 2012

A que riscos estão expostas pessoas que querem ter o corpo perfeito de forma rápida?


Nenhum emagrecimento rápido é duradouro. Da mesma forma que levamos um tempo para ganhar peso, levamos tempo para o corpo se adaptar ao novo corpo magro.

Dietas restritivas, medicações tem suas conseqüências, levando ao desequilíbrio metabólico, favorecendo o surgimento de vários sintomas orgânicos, o que além de fazer muito mal para a saúde, poderá impedir de usufruir das férias, de aproveitar a praia, em função das conseqüências geradas por essas dietas.

Os transtornos alimentares como a anorexia, bulimia e compulsão, também são resultados de dietas inadequadas, gerando sérias conseqüências para a saúde emocional e física.

Se você quer aproveitar o verão e se divertir com familiares e amigos, o melhor a fazer é relaxar e se divertir. No fim do dia, aproveite para caminhar na praia, correr na orla, tomar muita água e realizar escolhas saudáveis na hora de se alimentar.

Porque não começar já o seu processo de mudança?

Quais os primeiros passos para adquirir bons hábitos?

Primeiro se conscientizar que obesidade é uma doença e tem tratamento. Procurar um especialista que trate a área emocional e da parte nutricional, para obter resultados efetivos.

Exercícios físicos são fundamentais tanto para a perda de peso, como também para manter o corpo saudável.

Comer é necessário para todo ser humano, e devemos aprender a comer de forma fracionada, em horários regulares para obter bons resultados.

Identificar se come por fome ou vontade de comer. Fome é um mal estar que sentimos no estomago e vontade de comer, é quando comemos o necessário e continuamos a buscar mais comida para nos satisfazer. Parece que anda preenche. Nesse momento, é importante avaliar se está ansioso, nervoso, irritado, triste, utilizando da comida como forma de amortecer o que está sentindo.

A psicologia é uma ferramenta eficaz para se trabalhar e mudar comportamentos, para se identificar pensamentos, padrões e crenças errôneas sobre alimentação, e a partir de técnicas, a terapia, iremos buscar novas formas de lidar com as emoções e com a alimentação.

E como comer é para toda vida, um equilíbrio das emoções e da nossa alimentação é a chave do sucesso de todo processo de emagrecimento e manutenção de peso

Quando falamos de perda de peso, temos que ser conscientes que não existem fórmulas mágicas, e sim usar do bom senso e promover mudanças de comportamentos alimentares e emocionais.










*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O que é comportamento magro e qual sua importância? A partir do desenvolvimento de comportamentos adequados se chega ao peso saudável...


Comportamento magro são condutas para se lidar com o corpo e com a alimentação, de forma mais adequada para manter o peso.

Pensar, agir, comer, desenvolver comportamentos magros, é o primeiro passo para perdermos peso e tornar a manutenção do corpo magro efetivo.

Mas esse processo que parece tão simples, na verdade exige a aprendizagem de novas condutas de comportamento:

- Ao decidir perder peso, trace metas realistas, para que tenha tempo de se familiarizar com novas propostas alimentares, e não desista com facilidade. Coloque um prazo, e se proponha a perder peso devagar, conseguindo assim, manter o peso perdido, a cada mês.

Lembre-se, perder peso é fácil, o difícil é mantê-lo;

- Quando estiver triste, com raiva, ansiosa, procurar vivenciar de adequada esses sentimentos, não utilizando da comida para se acalmar.

- Faça trocas de forma consciente. Não sinta pena de você pelas suas escolhas, pense que é uma opção sua alcançar o peso que fará sentir-se bem, e esse processo, depende somente de seus comportamentos em relação à comida;

- Sirva-se de pequenas porções e se permita experimentar comer pouco. Não repita!

- Ao servir seu prato, abrir a geladeira, parar em um local para comer, lembre-se de se perguntar: Estou com fome, ou estou com vontade de comer?

- Anote suas refeições, o horário, a quantidade, e com quem está, com o objetivo de identificar os sentimentos relacionados com a quantidade de comida ingerida, e a situação ao qual se encontra na hora de comer;

- Sempre que possível suba escadas, pare o carro longe do local que pretende ir, aproveitando para caminhar, leve seu cão para passear, ande de bicicleta, dance, entre outras atividades que lhe dão prazer.










*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Resgate da família: Como fortalecer os vínculos afetivos e manter os filhos ligados a família...


Tem sido freqüente notícias sobre filhos que fazem uso de drogas, ou mesmo que praticam algum crime em relação a familiares. Isso assusta e nos coloca a pensar o que os pais estão deixando escapar, que não conseguem manter os filhos dentro dos valores importantes para viver em sociedade.

Com a crescente necessidade de manter a situação financeira da família, muitos pais partem para o trabalho, convictos que manter os filhos em boas escolas, proporcionando qualidade de vida, é o suficiente para terem filhos felizes e adequados.

Mas vivemos um momento do qual precisamos estar atentos a real necessidade dos jovens, e alongar o nosso olhar sobre o que precisamos fazer para que esse desenvolvimento transcorra da forma mais tranqüila possível.

Como pais, estamos sujeitos a erros, e como é difícil acertar. Mas vamos ver o que é possível fazer?

Quanto tempo tem disponibilizado para participar da vida de seu filho mais ativamente? Acabamos distorcendo o significado dessa questão, e nos limitamos a fazer algumas perguntas básicas sobre o que está acontecendo na vida deles, mas muitas vezes nem se ouve direito o que respondem.

É muito importante resgatar momentos como sentar com eles sem pressa, ouvir o que dizem e não julgar, e sim respeitar e participar do mundo que para eles é importante. Tentar fazer que eles pensem como pensamos, ou ficar o tempo todo questionando seus atos, não é o melhor caminho.

Almoços de família são fundamentais para que seja realizada uma troca afetiva, onde todos interagem. A alegria, o bom humor, a ausência de cobranças são importantes nesse momento, para que seja uma atividade prazerosa.

Outras situações é poder incluí-los em algumas atividades como ir ao mecânico com o pai, ir ao cinema com a mãe, participar a eles mudanças que vocês pais pretendem realizar, ouvindo opiniões e idéias. Então, vale até programar uma viagem ou mesmo um churrasco, uma rodada de pizza, onde todos juntos irão preparar a comida e se integrar. Forma simples de poder incluir-los e os fazerem sentir importantes.

São muitos os caminhos que podem utilizar que fortalecerão os vínculos, basta usar a criatividade e muito amor.










*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pensamento gordo é um dos fatores que levam a comer em excesso. Desenvolver estratégias para mudanças de pensamento geram atitudes assertivas.


A compulsão é um grande tormento para milhares de pessoas que sofrem com o sobrepeso e obesidade. Quem nunca teve um momento de deslize e exagerou ao comer, não sabe a culpa e a auto recriminação que as pessoas sentem, quando acabam comendo em excesso.

A compulsão, segundo Claudino e Zanella é o termo utilizado para atos que o indivíduo se sente coagido internamente a realizar, pois se não o fizer haverá incremento da angústia.

Desta forma, podemos pensar em como a comida acaba levando a uma satisfação rápida, tanto de emoções, como de sentimentos angustiantes, pois é uma forma rápida de compensação e de alívio.

A forma de pensar gordo tem relação direta nesse aspecto, pois ao avaliarmos esses indivíduos, verificamos que os mesmos estabelecem uma relação de dependência, a nível de satisfação tanto corporal quanto pessoal.

O segredo é criar consciência do porque está comendo. Se está com fome, se come para acompanhar alguém, ou porque está descontando emoções na comida, e se perguntar sempre, o porquê está comendo.

Diante desses questionamentos, o único caso que deve ser resolvido com comida é a fome. Se estiver triste chore; se está ansiosa tome um banho, relaxe, respire fundo. O importante é vivenciar as emoções e resolver cada uma delas com a solução mais adequada, isto é, permitir sentir o que está acontecendo e procurar resolver da forma mais assertiva, que com certeza, não será a comida.

A partir daí, você vai começar a perceber a diferença entre fome-física e fome-emocional, e vencer a compulsão. Essa percepção e o reconhecimento das duas situações distintas abrem seu leque de opções, te dando instrumentos para lidar melhor com essas situações.

É você quem vai decidir se come ou não come, é você que tem que ter o controle sobre seu corpo e emoções. Como comer é para vida toda, é importante que aprenda a lidar com a comida, pois viver de regime é contraproducente e gera compulsão alimentar.

O mais importante, é que após tomar todas as medidas necessárias para perder peso, mesmo assim não conseguir emagrecer por não manter as orientações, é procurar um Psicólogo para poder compartilhar e solucionar, daquilo que não está determinado somente na necessidade orgânica de se alimentar, ou melhor, trabalhar o porquê está precisando se alimentar de comida e não de afeto, de carinho, de alegrias, de realizações.

Aprender a viver a vida com prazer, pois em nossa rotina diária, acabamos não nos permitindo vivenciar atividades prazerosas, e vamos sendo esmagados pelas obrigações .O foco é identificar o que em você não está sendo bem canalizado, preenchido, que a comida está tendo que tapar...










*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.