Mostrando postagens com marcador Prof. Wladimir Luna. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Prof. Wladimir Luna. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de julho de 2015

Barulho do tráfego está associado ao aumento da barriga


A obesidade é uma condição que predispõe o desenvolvimento de diversas doenças. A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de três milhões de pessoas morram por ano em consequência do sobrepeso e obesidade. Devido ao seu crescimento epidêmico nos últimos anos e seus efeitos prejudiciais ao organismo (como diminuição da qualidade e encurtamento do tempo de vida) muito tem se estudado sobre as possíveis causas da obesidade. Sedentarismo e maus hábitos alimentares associados à urbanização são as principais. No entanto, muitas outras podem ter uma contribuição importante.
Pouco tem sido estudado sobre os efeitos no organismo de uma das principais consequências da urbanização - o aumento do setor de transportes e seus ruídos. Algumas pesquisas revelam que o barulho do tráfego é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares, tais como hipertensão, infarto e acidente vascular cerebral(AVC ou derrame). No entanto, pouco se sabe sobre seu efeito sobre o metabolismo.
Preenchendo esta lacuna, foram publicados recentemente dois trabalhos científicos que tiveram por objetivo estudar uma possível associação entre intensidade do ruído do tráfego e marcadores de obesidade. Um dos estudos foi realizado na Noruega, onde foram acompanhados mais de oito mil participantes por um período de 10 anos. O outro estudo foi na Suécia, onde mais de cinco mil participantes foram acompanhados por um período de 8 a 10 anos. Os marcadores de obesidade avaliados foram o índice de massa corporal, a circunferência abdominal e a relação entre cintura e quadril. A exposição ao ruído do tráfego foi medida seguindo a Diretiva Europeia de Ruído Ambiental e três tipos principais de ruídos foram identificados: os provocados pelo tráfego de automóveis, de aviões e de trens.
Os resultados das pesquisas revelaram que há uma associação proporcional e positiva entre a intensidade de ruído a que o individuo está exposto e sua circunferência abdominal. Quanto mais ruído maior a circunferência. Além disso, o risco para um aumento da cintura cresce com a associação de ruídos de diferentes origens. Assim, aqueles que estão expostos a ruídos de somente uma origem (tráfego de automóveis, por exemplo) têm uma chance 25% maior de ter aumento abdominal que aqueles que não estão expostos. Este risco dobra para aqueles expostos aos ruídos das três origens (avião, carro e trem). E este aumento é proporcional à intensidade de ruído.
As explicações para estes achados estão ligadas a fatores indiretos desencadeados pelos ruídos. Seriam eles o estresse crônico (produzindo aumento do hormônio cortisol) e as alterações de sono. Estes mesmos fatores que são responsáveis pelas doenças cardiovasculares estariam na gênese do desenvolvimento da obesidade abdominal.
Além do seu tom de curiosidade, estes resultados podem servir de importante subsídio para a abordagem multifatorial da prevenção e tratamento da obesidade. 

Fonte: abc saúde

Prof. Wladimir Luna
Especialista em Treinamento Funcional
Professor Treinamento Funcional, na rede de Academias Runway DF
Twitter: @wlad_personal
Facebook: wladimir Luna
Instagram: @WladimirLuna


 

domingo, 28 de junho de 2015

O inverno pode ser um aliado na queima de calorias


Durante a estação mais fria do ano muitas pessoas deixam a academia de lado para ficarem debaixo das cobertas. As baixas temperaturas e a preguiça típica de inverno fazem com que a gente abuse mais na alimentação, principalmente nos doces, e se entregue ao sedentarismo.
Emagreça de forma saudável! Clique aqui e veja como!

O que deve ser levado em conta é que se você não estiver eliminando as calorias extras, irá adquirir alguns quilinhos a mais. Assim, eles podem prejudicar a regularidade dos exercício se o seu programa alimentar. Bastam 10 dias para que você comece a perder massa muscular e 15 dias para que a sua capacidade aeróbia comece a diminuir.

Durante o inverno nosso metabolismo fica mais acelerado, pois o nosso corpo necessita manter uma temperatura elevada, tendo um maior gasto de calorias. Por isso, praticar atividades físicas no frio ajuda a emagrecer mais rápido, além de deixar você com uma barriguinha de dar inveja para a próxima estação.

Modalidades indicadas

Nestes últimos meses algumas modalidades vêm se destacando no mercado fitness. As lutas (MMA e jiu-jitsu) são excelentes para o desenvolvimento de resistência muscular e cardiovascular. O exercício funcional, apesar de estar no mercado há mais de uma década, vem se reescrevendo e sendo estruturado de maneira diferente. As modalidades crossfit, kettlebell e TRX vêm ganhando espaço no Brasil. Outra dica é a Slackline, uma fita de equilíbrio que pode ser amarrada em árvores, colunas e é muito prática de ser transportada. Consiste basicamente em exercícios de equilíbrio, mas pode progredir para manobras e piruetas.

Nesta época do ano a frequência dos alunos nas academias e parques diminui muito. Duas dicas devem ser seguidas: a primeira é procurar algo que lhe motive a treinar quando as temperaturas caírem; e a outra é optar por um personal trainer em casa, fazendo com que a vontade de desistir diminua bastante. Se você for viajar, não utilize isso como desculpa para não se exercitar, procure manter sua rotina ao menos com exercícios aeróbios, como corridas e caminhadas.
Benefícios

No inverno nosso corpo gasta mais energia para manter a temperatura corporal estável, mas, por outro lado, as comidas típicas da estação são mais calóricas. Por isso, não se deixe levar pela falsa expressão que diz que se pode comer mais no inverno, já que o gasto energético está elevado. O fundamental para o emagrecimento é a relação gasto energético total e consumo alimentar. Treinar no inverno é tão importante quanto no verão. Se você quer estar bem fisicamente no verão agora é o momento de começar a se preparar.

Outro ponto importante a ser lembrado é a necessidade de um aquecimento mais prolongado para evitar lesões.

Invista na corrida e na musculação

Nos períodos mais frios ocorre uma melhora na nossa performance aeróbia, já que ocorre menor risco de hipertermia (grande aumento de temperatura interna), por isso é um excelente período de treinamentos de corrida. Se você for praticante de musculação, vale investir alguns minutinhos a mais no aquecimento (5-10 minutos) e sempre realizar um aquecimento articular nos primeiros exercícios (realizando algumas séries de mais repetições e com pouca carga antes de iniciar o treinamento, para ajudar a aquecer as articulações e musculaturas).

Prof. Wladimir Luna
Especialista em Treinamento Funcional
Professor Treinamento Funcional, na rede de Academias Runway DF
Twitter: @wlad_personal
Facebook: wladimir Luna
Instagram: @WladimirLuna


domingo, 21 de junho de 2015

GANHAR MÚSCULOS OU PERDER GORDURA: QUAL É O MELHOR CAMINHO?


Frequentemente, encontramos pessoas com dúvidas sobre o que precisa ser feito primeiro: reduzir gordura corporal ou ganhar massa muscular – como resolver essa difícil opção?
Em primeiro lugar, não existe uma regra: muitos profissionais preferem trabalhar conforme o critério do paciente, de modo que ele se sinta melhor com o seu próprio corpo. Mas, podemos nos basear na análise da composição corporal!
Sugere-se que o percentual de gordura “adequado” seja em torno de 15%, para homens, e 23%, para mulheres. Isso significa que, se o paciente estiver muito acima desses valores, a estratégia, inicialmente, deveria ser para redução de gordura corporal (GC). No entanto, se o %GC estiver abaixo desses valores, o plano já poderia ser para ganho de massa muscular. Caso o paciente esteja com o %GC adequado, ai fica a critério do freguês!
Já, para mulheres consideradas “falsas magras” (aquelas com baixo IMC e elevado %GC), deve se ter um cuidado especial. Neste caso, acredito que a conduta deveria ser de ganho de massa muscular. Isso porque o %GC está alto, pois a massa muscular está baixa. Assim, treinando e se alimentando para hipertrofia muscular, resolve-se o problema! Também gostaria de chamar a atenção de mulheres que buscam percentuais de gordura cada vez mais baixos: a redução drástica de gordura corporal pode levar a alterações na secreção de hormônios, que, por sua vez, desencadeiam ciclos menstruais irregulares. Essas complicações podem até mesmo prejudicar a massa óssea.
Portanto, como disse acima, não existe o certo ou o errado. O que falamos são apenas “dicas” que podem ser utilizadas para decidir o que deve ser feito primeiro. Assim, procure um nutricionista que, através da avaliação nutricional, saberá investigar todas essas variáveis e indicar qual é o melhor a ser feito em cada caso específico!
Fonte: blogdaloris.com

Prof. Wladimir Luna
Especialista em Treinamento Funcional
Professor Treinamento Funcional, na rede de Academias Runway DF
Twitter: @wlad_personal
Facebook: wladimir Luna

Instagram: @WladimirLuna

domingo, 14 de junho de 2015

Atividade física não é suficiente para evitar obesidade


Ficar sentado por muito tempo durante os momentos de lazer aumenta o risco de desenvolver obesidade, mesmo que você frequente a academia. De acordo com os cientistas da University College London, na Inglaterra, aqueles que ficam pouco tempo sentados e ainda se exercitam bastante diminuem as chances de sofrer de obesidade. As informações são do Daily Mail.
Os pesquisadores explicam que longos períodos de lazer inativo reduzem os benefícios derivados da atividade física. Para chegar à conclusão, os estudiosos analisaram os efeitos da inatividade durante as horas fora do trabalho de 4 mil funcionários públicos ao longo de um período de cinco a 10 anos.
Após meia década, os que gastaram mais de 12 horas sentados e mais do que quatro horas se exercitando mostraram um quarto de risco de sofrer de obesidade comparados com aqueles que ficaram inativos por mais de 25 horas por semana e fizeram menos de 90 minutos de atividade física.
Joshua Bell, um dos autores do estudo, diz que a efetividade da atividade física na prevenção da obesidade depende também do que é feito durante os momentos de lazer. “Tanto o alto nível de atividade física como os baixos níveis de tempo livre sentado podem diminuir substancialmente os riscos de uma pessoa se tornar obesa”, pontua.
Fonte: www.terra.com.br

Prof. Wladimir Luna
Especialista em Treinamento Funcional
Professor Treinamento Funcional, na rede de Academias Runway DF
Twitter: @wlad_personal
Facebook: wladimir Luna
Instagram: @WladimirLuna