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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Componente do açafrão evita metástase...



O açafrão em pó tem sido usado durante séculos na culinária e como medicamento natural para o tratamento de osteoartrite e outras doenças.
Seu ingrediente ativo, a curcumina, ou cúrcuma, inibe reações inflamatórias.
Um novo estudo conduzido por uma equipe da Universidade Ludwig-Maximilians (Alemanha) mostrou agora que a curcumina também pode inibir a formação de metástases, o processo de espalhamento do câncer.
O câncer de próstata é um dos tumores malignos mais comuns no mundo ocidental, e muitas vezes é diagnosticado apenas depois que tumores metastáticos se formaram em outros órgãos.
A Dra Beatrice Bachmeier verificou que o composto natural derivado do açafrão inibe a formação de metástases.
A curcumina é um polifenol, responsável pela cor característica do curry.
Como é bem tolerada pelo organismo, a curcumina é, em princípio, adequada tanto para uso profilático (prevenção primária) como para a supressão de metástases no caso de um tumor já presente (prevenção secundária).
Em um estudo anterior, Bachmeier e seus colegas demonstraram que a substância retirada do açafrão reduz de forma estatisticamente significativa a formação de metástases pulmonares no câncer de mama avançado.
Os pesquisadores queriam saber a eficácia da curcumina na prevenção de metástases do câncer da próstata, assim como determinar o mecanismo de ação do composto.
As células tumorais produzem imunomoduladores pró-inflamatórias, incluindo as citocinas CXCL1 e CXCL2.
Os pesquisadores demonstraram que a curcumina diminui a expressão destas duas proteínas, e que este efeito se correlaciona com uma diminuição na incidência das metástases pulmonares dos cânceres de próstata e mama - os testes foram feitos em animais.
"Graças à ação da curcumina, as células tumorais sintetizam pequenas quantidades das citocinas que promovem a metástase" diz Bachmeier. "Como consequência, a frequência da formação de metástases é significativamente reduzida."
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 17 de julho de 2012

Açafrão com ômega 3 ajuda a reconstruir medula espinhal...


Uma combinação de alimentos inusitada permitiu que animais de laboratório se recuperassem de danos neurológicos na medula espinhal, equivalentes a doenças debilitantes no ser humano.
Para isso, eles foram alimentados com uma dieta enriquecida com o popular ácido graxo ômega-3 e com curcumina, um composto encontrado no açafrão (ou cúrcuma).
Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia de Los Angeles, o suplemento ajudou a reparar as células nervosas e manter a função neurológica depois de danos degenerativos na região do pescoço.
No ser humano, danos similares são causados pelo envelhecimento.
Com isso, os cientistas apontam mecanismos preventivos de combate à condição por mudanças na dieta, em vez de tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos posteriores, que geralmente não alcançam os resultados esperados.
Açafrão com ômega-3
"O envelhecimento natural frequentemente estreita o canal espinhal, fazendo pressão sobre a medula espinhal e danificando os tecidos," explica o Dr. Langston Holly, coordenador do estudo.
"Embora uma cirurgia possa aliviar a pressão e evitar danos maiores, a cirurgia não consegue reparar danos às células e às fibras nervosas. Nós queríamos ver se uma suplementação dietética poderia ajudar a medula espinhal a reconstruir-se a si própria," completa.
E por que eles escolheram o açafrão e o ômega-3?
O ácido docosahexanoico (DHA) é um ácido graxo com poder para reparar as membranas celulares - ele vem apresentando bons resultados também para prevenir o Mal de Alzheimer.
Já a curcumina é um poderoso antioxidante que, além de evitar inflamações, é um reforçador do sistema imunológico, destrói células do câncer e está sendo usado também contra o câncer de pele.
Mielopatia cervical
Nas cobaias, os pesquisadores simularam a mielopatia cervical, uma condição progressiva que é a principal causa de dificuldades de andar em pessoas com idade acima dos 55 anos.
A mielopatia cervical pode levar a sintomas neurológicos debilitantes, como problemas para andar, dores no pescoço e nos braços e fraqueza nos membros.
A dieta conseguiu eliminar o problema nas cobaias.
"O DHA e a curcumina parecem acionar vários mecanismos moleculares que preservaram as funções neurológicos nos animais," disseram os pesquisadores. "Este é um primeiro passo encorajador para entender o papel da dieta na proteção do corpo contra doenças neurológicas."

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 22 de maio de 2012

Composto do açafrão (curcumina) começa a ser testado contra o câncer...


Médicos do Instituto Nacional do Câncer do Reino Unido estão lançando um estudo clínico - em pacientes humanos - para analisar os efeitos de um composto do açafrão para combater o câncer de intestino.
O estudo vai se concentrar na curcumina, um composto que pesquisadores brasileiros estão testando contra o câncer de pele.
O objetivo é avaliar o resultado da adição do medicamento natural ao tratamento tradicional do câncer.
Estudos anteriores, em laboratório e em animais, já demonstraram que a curcumina melhora a capacidade da quimioterapia em destruir as células do câncer.
Agora vem o próximo passo natural, do teste em humanos em condições reais.
Pacientes com câncer de intestino em estado avançado normalmente recebem um tratamento chamado FOLFOX, resultado da combinação de três drogas quimioterápicas.
O problema é que entre 40 e 60% dos pacientes não têm nenhum benefício com o tratamento, ainda que sofram todos os seus efeitos colaterais, incluindo formigamentos e dores intensas.
"A perspectiva de que a curcumina possa aumentar a sensibilidade das células cancerosas à quimioterapia é entusiasmante, porque isso poderá significar a administração de doses mais baixas [da quimioterapia], assim os pacientes terão menos efeitos colaterais e poderão continuar a receber o tratamento por mais tempo," disse o Dra William Steward, da Universidade de Leicester.
"Esta pesquisa está em um estágio muito inicial, mas estudar o potencial de compostos de plantas para tratar o câncer é uma área fascinante, que esperamos que poderá fornecer pistas para o desenvolvimento de novos medicamentos no futuro," completou o médico.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Açafrão pode ser um auxiliar na perda de peso


O tema açafrão já foi abordado aqui na Liga da saúde pelo Dr  Telmo Diniz, no texto O poder do Açafrão, mas como semanalmente surgem estudos sobre esse promissor tempero e seus princípios ativos, acho que vale a pena um novo o post sobre o tema. Dessa vez correlacionando a curcumina com obesidade.

Um estudo realizado pela University Health Network,  de Toronto, Canadá mostrou que a curcumina, componente ativo do açafrão, pode bloquear (pelo menos em ratos) vias bioquímicas lipogênicas, ou seja, bloquear o ganho de peso, mesmo em uma dieta com 45% de gordura.

Durante 28 semanas, administraram em ratos uma dieta rica em gordura (45%), no outro grupo uma dieta pobre em gorduras. Subdividiram o grupo com dieta rica em gordura e uma parte recebeu curcumina, outro grupo não.

O estudo evidenciou que no grupo que recebeu curcumina ocorreu:
  • redução das chances de desenvolver resistência insulínica (ou seja, melhorou a sensibilidade à insulina)
  • redução da glicemia
  • redução do ganho de peso espero pela dieta ser rica em gordura, ou seja menos massa gorda.
Os achados corroboram com outro estudo feito em 2010, coordenado por Moshen Meydani, do Centro de Pesquisa em Nutrição Humana da Universidade Tufts, de Boston. O estudo foi feito com animais: um grupo de ratos foi alimentado com uma dieta balanceada (grupo de controle), outro com uma dieta com alta quantidade de gordura e um terceiro com a mesma dieta alta em gorduras acrescida de suplementos com curcumina em doses relativamente baixas (1,5 mg a 1,75 mg por dia). Após 12 semanas, o peso e a distribuição de gorduras nos ratos foi avaliada. Resultado: o grupo de ratos que recebeu o suplemento de curcumina ganhou menos peso e gordura corporal do que o grupo submetido à dieta rica em gorduras não acrescida do "tempero", embora os dois tenham recebido as mesmas quantidades diárias de gorduras e calorias. O grupo que ingeriu curcumina também obteve índices menores de triglicérides, colesterol, gordura no fígado e açúcar no sangue.

Os pesquisadores ainda não sabem se a quantidade de açafrão normalmente usada em receitas com o ingrediente é suficiente para bloquear o complexo desenvolvimento de tecidos gordurosos no organismo humano. O próximo passo é determinar a eficácia do uso dietético do açafrão para a redução do peso em seres humanos. Uma colher de chá de açafrão tem aproximadamente 2,2 g.

Embora ainda não se saiba exatamente qual quantidade de açafrão teria efeito sobre o ganho de peso, há duas informações conhecidas sobre o tempero: na ingestão do açafrão isoladamente, apenas uma pequena quantidade de curcumina é absorvida pelo organismo; em contrapartida, consumir simultaneamente açafrão e pimenta (piperine), aumenta muito a biodisponibilidade da curcumina.

Juntar os dois temperos é uma idéia duplamente boa ? Pelo menos para quem gosta de comidas bem temperadas. Além de ajudar na absorção da curcumina, a pimenta por si só também contribui para o controle do peso, tem ação termogênica, pois aumenta a sensação de saciedade, evitando o consumo elevado de alimentos em uma refeição.

Bibliografia

Artigo1: Curcumin Prevents High Fat Diet Induced Insulin Resistance and Obesity via Attenuating Lipogenesis in Liver and Inflammatory Pathway in Adipocytes
Autores: SHAO, W, et al.
Periódico: PLoS One. v.07, n.01
Ano: Jan/2012

Artigo2: Curcumin Inhibits Adipogenesis in 3T3-L1 Adipocytes and Angiogenesis and Obesity in C57/BL Mice1–3
Autores: MEYDANI, M; et al.
Periódico: Journal of Nutrition. v.139, n.5, p.919-925,
Ano: Mai/2009


*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O PODER DO AÇAFRÃO


No meu último post falei dos alimentos anti-câncer http://ligadasaude.blogspot.com/2011/07/combatendo-o-cancer-com-os-alimentos.html), dos quais se destaca, por suas inúmeras propriedades, o açafrão.

Os mais incrédulos logo pensam! Não existe comprovação científica para tais alegações. Para vocês, incrédulos, deixo no final do texto as referências bibliográficas e de diversos estudos a respeito deste “remédio natural”, barato, acessível a toda a população e relegado até o momento. Será por quê? Mais uma vez a resposta não poderia ser outra: não pode ser PATENTEADO, por ser uma substância natural. Teria de ser algo sintético para dar mais lucro para os grandes laboratórios.

Deixando as reclamações de lado, vamos ao açafrão que interessa:

É popularmente conhecido por açafrão da Índia, “Turmeric”, Cúrcuma longa ou açafrão amarelo, pertencente a família do gengibre. No Brasil é extensivamente cultivada; em especial na minha morada Minas Gerais e no meu berço goiano(Goiás).

O Açafrão da Índia não deve ser confundido com o “Açafrão Verdadeiro”, que provem de uma flor de outra planta (Crocus sativus), utilizado também como tempero na culinária européia, muito caro e que não tem os benefícios terapêuticos da raiz do açafrão; de onde se extrai o componente principal: a curcumina.

É uma raiz que pode ser encontrada em qualquer mercado, a preços baixíssimos.

A cúrcuma tem sido utilizada na medicina Ayuverdica e na medicina tradicional da Índia, por centenas de anos e em diversas doenças. Vários tipos de câncer, como o de mama, cólon, próstata entre outros, têm uma incidência muito menor na Índia em comparação aos EUA. Diversos estudos mostram a importância da alimentação na redução e prevenção de câncer. O consumo regular do açafrão na Índia, confere proteção aos seus habitantes.

A cúrcuma tem diversos benefícios para a nossa saúde, que se eu fosse listar perderíamos o objetivo deste texto. Vão achar que é um “Pó Mágico”. Bom eu acredito e, portanto, vou me ater às suas propriedades anti-câncer e anti-inflamatórias.

A curcumina no câncer tem efeitos de inibir o crescimento tumoral; induzir a apoptose (suicídio) das células tumorais; inibir a neo-angiogênese( formação de novos vasos que “alimentam” o câncer) e, por tudo isso, reduz e até inibe as metástases( propagação das células cancerígenas pelo corpo).

A curcumina tem poder anti-inflamatório comparado ao dos corticóides; claro que sem os devastadores efeitos colaterais destes últimos, quando usados a longo prazo. Tenho experiência na melhora da inflamação, por exemplo, de pacientes com artrite reumatóide, com redução expressiva dos sintomas da doença. A curcumina inibe a cicloxigenase, importante via inflamatória. Então pode ser usada como “droga” anti-inflamatória com eficácia comprovada e de ótima tolerância( baixos efeitos colaterais)..

O uso isolado da curcuma, como terapia, pode não ter os efeitos desejados, pois diversos estudos mostram que ela é rapidamente metabolizada na sua passagem pelo fígado e, então, sua biodisponibilidade para as células fica drasticamente reduzida. Com isso, verificou-se que o uso da cúrcuma em conjunto com uma substância chamada de piperine, extraída da pimenta negra, aumenta sua ação em 150%.

Com este pequeno resumo, recomendo às pessoas saudáveis, o uso do açafrão como preventivo. Consumo diário de uma colher de chá ao dia que pode ser colocado no arroz, em caldos ou em saladas. Para quem está em tratamento ou já esteve em tratamento para o câncer, recomendo que procure informação junto a um profissional que saiba fazer o manejo da fitoterapia em forma de suplementação; pois a curcuma pode ser manipulada em cápsulas para uso terapêutico.


Nosso remédio está na despensa de casa e não na prateleira das farmácias.


Referência Bibliografia:

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