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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

SEIS métodos de auxílio-diagnóstico em saúde que você deve conhecer




(Estão em ordem alfabética e não de prioridade)

Frutos diretos dos avanços tecnológicos aliados ao estudo avançado da Fisiologia Humana, estes métodos podem ser muito úteis não só em casos de difíceis diagnósticos e acompanhamento mas também para conferirem mais exatidão a eles; benefícios extras seriam a possibilidade de diagnósticos precoces e mesmo melhoria nas estratégias de prevenção de doenças: você os conhece? Então informe-se melhor e forme sua opinião:

Dosagem salivar de hormônios
É a forma mais confiável (e simples e sem necessidade de “furar” ninguém para tirar sangue) de dosar a maioria dos hormônios esteroidais. Entenda mais aqui:

ES Teck
Combinação de tecnologias que permite o auxílio no diagnóstico e acompanhamento de pacientes e distúrbios antes mesmo que estes apresentem sintomas ou agrupem-se em doenças conhecidas:


Estronex
Dosagem (urinária) que permite estimar a chance de uma mulher desenvolver câncer estrógeno-dependente:

Mineralograma capilar
Permite avaliar intoxicação por metais pesados e auxiliar na avaliação de suficiência ou toxicidade nos “estoques” da maioria dos minerais importantes para o funcionamento do organismo:

Termografia
Através do registro e análise das temperaturas de diferentes regiões do corpo por equipamento especial, é possível prever o risco de adoecimento (e locais mais prováveis para isto) ou detectá-lo precocemente:

Teste de Intolerância Alimentar por IgG
Alimentos podem causar ou agravar sintomas/doenças, mesmo aqueles aparentemente “longe” do estômago e intestinos (de depressão/ansiedade a obesidade e até mesmo doenças autoimunes, alergias e distúrbios hormonais):

Espero que este conhecimento seja útil!

Um abraço

Dr. Ícaro Alves Alcântara
www.icaro.med.br

* Este texto, apesar de refletir minha opinião (embasada, como sempre) sobre estes métodos, tem caráter INFORMATIVO, ou seja, as informações prestadas NÃO objetivam substituir a avaliação MÉDICA (consulta ou acompanhamento) ou por profissional de Saúde capacitado e devem ser cogitadas somente sob aprovação e orientação destes. A prestação destas informações em Saúde, portanto, não se caracteriza de forma alguma como atendimento médico ou indicação afim; dúvidas e perguntas sobre indicações de tratamentos deverão ser feitas diretamente ao seu médico.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

O Mito do Estrogênio e da Progesterona Sintética





Extraído, sob expressa autorização do autor, do site http://www.novatrh.net/ 


"A pesquisa inicial que levou à síntese do estrogênio tornou possível o desenvolvimento da pílula anticoncepcional nos anos 60. Com o consentimento da Food and Drug Administration - FDA (órgão do governo norte-americano que controla medicamentos, alimentos, etc), a pílula foi amplamente comercializada como um método eficaz e convenientes de controle da natalidade. Finalmente chegava a verdadeira liberação sexual para as mulheres.

Porém, toda a base para a aprovação da FDA era apenas o resultado de estudos clínicos realizados em 132 mulheres de Porto Rico, que haviam tomado a pílula durante um ano ou mais.8  (Não importa o fato de cinco delas terem morrido no decorrer do estudo, sem qualquer investigação quanto à causa de suas mortes).

Em meados de 1970, o número de mortes de mulheres por ataques cardíacos começou a atrair a atenção do público. Então uma nova pílula foi criada, supostamente mais segura, com menor conteúdo de estrogênio. Mas na verdade nunca houve uma prova científica válida de que a pílula é segura – e nem mesmo, aliás, que qualquer um dos outros métodos anticoncepcionais atualmente disponível seja seguro. Somente agora as mulheres estão descobrindo o preço que vêm pagando por sua liberdade sexual – ao alterar seu equilíbrio hormonal, muitas e devastadoras disfunções emocionais e fisiológicas foram criadas.

Há décadas foi introduzida a anticoncepção via oral e hoje cerca de 60 milhões de mulheres em todo o mundo estão, na verdade, “fazendo experiência” com a pílula. A sua segurança e efeitos a longo prazo não foram ainda estabelecidos de forma conclusiva. É interessante notar, porém, que a pílula tem produzido uma grande variedade de efeitos adversos e efeitos colaterais, e apresenta uma ligação significativa com o câncer de mama, pressão alta e, especialmente, com doenças cardiovasculares – a principal causa de mortes femininas na Austrália: em 1992, um total de 27.883 mulheres morreram de doenças cardíacas e derrames, contra 2.438 mortes por câncer de mama.9 Trata-se de mera coincidência, ou talvez essa estatística indique o perigoso efeito colateral de se mexer com os hormônios?

Ao mesmo tempo em que é proclamado como o principal ingrediente que falta na mulher com menopausa, o estrogênio é altamente recomendado pelas indústrias médicas e farmacêuticas para prevenção de doenças cardiovasculares e da osteoporose. Em praticamente qualquer consultório médico em que entrem hoje em dia, as mulheres serão advertidas sobre os riscos inerentes à menopausa e pós-menopausa, se não tiverem a proteção do estrogênio. Elas são também relembradas, mais uma vez, que a menopausa é uma deficiência, o que supostamente significa uma carência de estrogênio e que, portanto, devem tomar doses suplementares para manter a saúde.

Como pondera a Dra. Lynette Dumble, "De um modo geral, a prevenção cardiovascular em mulheres tem se concentrado esmagadoramente na reposição hormonal. No entanto, como enfatiza Elizabeth Barrett-Connor, a Grande Experiência (o Projeto da Droga Coronária de 1973), que incluía dois regimes de estrogênio, foi feita em homens. Como parte do projeto da Grande Experiência, doses de estrogênio exageradamente excessivas aos níveis fisiológicos foram deliberadamente ministradas a homens, com o intuito de induzir ginecomastia (desenvolvimento excessivo da glândula mamária no homem), como um indicador de êxito na efeminação. Isso resultou em tromboses e impotência, e finalmente levou ao fracasso a pesquisa, devido à interrupção do tratamento entre os participantes do estudo." 10

Segundo o médico, pesquisador independente e autor de livros, Dr. John Lee, o estudo mais eminente (conhecido como Boston Health Study, realizado numa amostragem ampla de enfermeiras) e que formou toda a base da ligação positiva estrogênio-cardiovascular, foi radicalmente viciada.

Apesar de haver amplas provas de numerosos outros estudos mostrando que, na verdade, o oposto é verdadeiro (isto é, o estrogênio é um fator significativo na criação de doenças cardíacas), esses fatos foram virtualmente ignorados diante do furor pelo lucro. O Dr. Lee diz ainda que a publicidade farmacêutica omitiu o fato de que a incidência de mortes por derrame nesse estudo foi de 50 por cento mais alta entre as usuárias de estrogênio.

O Dr. Lee compilou uma lista de efeitos colaterais e de danos fisiológicos resultantes do uso de estrogênio, e que incluem: maior risco de câncer endométrico, incremento na gordura corporal, retenção de sal e de fluidos, depressão e dores de cabeça, prejuízos no controle de açúcar no sangue (hipoglicemia), perda de zinco e retenção de cobre, redução nos níveis de oxigênio em todas as células, espessamento da bílis e promoção de doenças da vesícula biliar, aumento da possibilidade de fibrocistos no seio e de fibrose uterina., interferência na atividade da tireóide, diminuição do desejo sexual, coagulação sangüínea excessiva, redução do tônus vascular, endometriose, cólica uterina, infertilidade, e restrição à função dos osteoclastos.

Com tantos efeitos colaterais e complicações perigosas, a mulher deve avaliar com muito cuidado a decisão sobre a terapia de reposição hormonal. Infelizmente, a maioria dos médicos dirá que não há alternativa. Embora certamente a maior parte dos médicos seja bem intencionada e esteja honestamente preocupada com suas pacientes, a principal fonte de conhecimento e informação sobre os medicamentos são as próprias companhias farmacêuticas. Como a maioria das mulheres também é carente de educação e compreensão acerca de suas opções, a menopausa pode ser vista como um período bastante assustador e perigoso". 

Leia mais sobre o assunto! Extraído, sob expressa autorização do autor, do site http://www.novatrh.net/ 


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Colesterol e Hormônios – Qual é a relação?



O esquema acima fala por si: Demonstra sinteticamente quais hormônios (e como) vêm do colesterol que fabricamos (ou ingerimos) mas permitam-me alguns comentários...
-       O COLESTEROL é fundamental para a composição da membrana de TODAS as células do corpo, a produção da vitamina D e a bile;
-     TODOS os importantes hormônios acima DEPENDEM do colesterol para que possam ser sintetizados, já que, simplesmente, VÊM DELE:
o   Pregnenolona, “hormônio-mãe”, neuroprotetor e importante promotor da boa memória
o   Aldosterona, regulador da pressão sangüínea via promoção do equilíbrio entre Na e K
o   Cortisol: o hormônio do “stress”, fundamental à vida
o   Progesterona: Fundamental para a manutenção dos estágios iniciais da gravidez, ativa o gene anticâncer p53 e inibe a 5-alfa-redutase (enzima que converte testosterona em DHT – dihidrotestosterona)
o   DHEA: hormônio com centenas de funções no organismo; uma das chaves para a longevidade com saúde
o   Testosterona e estradiol: principais hormônios sexuais, sem os quais não há vida, reprodução ou diferenciação entre os sexos
-        O problema NÃO é nem nunca foi o colesterol em si mas o verdadeiro excesso e “inflamação” deste (saiba mais em http://www.icaro.med.br/mito-colesterol/);
-        A conversão do colesterol em pregnenolona e a produção do DHEA são exemplo de processos fisiológicos cuja ocorrência e eficácia diminui com a idade, já a partir dos 30-35 anos de idade;

Conclusão natural de tudo isto:
Reduzir o colesterol, portanto, diminui a produção de TODOS os hormônios citados, o que NÃO é interessante para ninguém e é tanto pior quanto mais “velho” for o organismo. Ou seja, vale a pena como fórmula geral para a população (como infelizmente é na atualidade)? É claro que NÃO.

Reflita e exercite seu juízo critico!

Um abraço

Dr. Ícaro Alves Alcântara
www.icaro.med.br



*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.