quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Cookies de cacau sem glúten e lactose....


Ingredientes: 

3/4 de xícara de farinha de amêndoas 
3/4 de xícara de farinha de coco
1/2 xícara de cacau em pó
1/2 xícara de açúcar de coco
1 ovo caipira
1 colher de sopa de óleo de coco
1 colher de chá fermento em pó
2 colheres de sopa de água. 

Modo de Preparo: 

Misture todos os ingredientes. A massa fica parecendo uma farofa. Molde os cookies e leve para assar em forno pré aquecido a 180 graus por 15 minutos. 

Essa e outras receitas que faço no meu dia-a-dia você encontra no meu Instagram @dracristianespricigo, me segue!

domingo, 16 de novembro de 2014

Você confia em quem fala mal do que... NÃO conhece?


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Há 2 dias, postou o valoroso colega médico Dr. Victor Sorrentino a foto acima com a seguinte "legenda":
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"Em meio a consultas de hoje a tarde, duas notícias que hoje em dia não me deixam mais triste, mas decepcionado com a índole e capacidade das pessoas.
1- grupo de 3 médicos na Body Tech Poa, provavelmente desocupados e sem sucesso profissional (pessoas inteligentes discutem idéias, pessoas medíocres falam de pessoas), falando mal de mim em meio à seus momentos de malhação. E mais, por muitos minutos;
2- médica gaúcha com esteriótipo de quem não pode falar sobre hormônios em hipótese alguma (quem conhece sabe que voz modifica, corpo e biotipo também), além de falar também mal de mim, ainda se prestando a perder tempo, juntamente com outro médico, para ir até conselho de medicina do RS para tentar questionar a respeito do tratamento com HCG para emagrecimento.
Aconselho quem não conhece a ler meu último artigo no Blog a respeito do tratamento, e já desafio tais colegas contrários à explicar os resultados positivos, contextualizado qual seria a vantagem em utilizar tarjas pretas para tal fim.
Quem me conhece sabe de minha humildade, mas infelizmente sou obrigado a reconhecer aquilo que sempre me falam para me consolar: o sucesso realmente incomoda...
Colegas, vivam suas vidas e compreendam que se recebo pacientes de todo o Brasil para consultas inclusive em família, e se meu trabalho é reconhecido, vocês deveriam ao invés de invejar e tentar denegrir minha imagem, refletir e tentar entender os motivos pelo qual tenho toda esta confiança e bons resultados com meus pacientes para crescerem também.
Falem menos, façam mais! Cresçam espiritualmente, pensem em suas vidas, não gastem tempo falando dos outros, estudem neste tempo ocioso. Se alguém tem que falar sobre insatisfação são nossos pacientes, não vocês que sequer conhecem superficialmente meu trabalho.
Meu cortisol subiu muito pouco, pois a procura pelo meu trabalho só aumenta e aprendi a não dar bola para o recalque médico! Mas também aprendi que colocar para fora talvez possa servir-lhes como aprendizado e ponto para reflexão sobre suas vidas, por isto o post.
Que Deus lhes abençoe com muita sabedoria"!
...
Sobre isto, meu comentário (publicado em post no meu Facebook):
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Até hoje só vi falar mal do HCG gente que:
- DESCONHECE o assunto mas ainda assim faz questão de opinar e/ou
- NÃO sabe usar direito o HCG e protocolos associados ao seu uso e/ou
- Já indicou erradamente/inadequadamente, por isso não viu resultados e critica o protocolo indevidamente, pelo seu erro individual cometido e/ou
- Quer se promover às custas de causar polêmicas, mesmo quando o resultado é espalhar insegurança e desinformação, sem nenhum propósito positivo e edificante (de Bem mesmo, nisto) e/ou
- Se intitula "profissional" de saúde mas não valoriza trabalho multidisciplinar e muitas vezes sequer valoriza incentivar o paciente a ter BONS hábitos de vida e reequilíbrio de exames e distúrbios (o que é base para que qualquer tratamento hormonal dê certo) e/ou
- Lucra com a prescrição de remédios para ‪#‎emagrecer‬ (derivados de anfetaminas e similares) e tratamentos mirabolantes por aí (e por isso vê no ‪#‎HCG‬ ameaça para "seus negócios".
Reflitam! Os fundamentos e resultados estão aí para todos verem!
NÃO seja mais um que opina-sem-saber... Sugiro-lhe que leia isto e só depois forme sua opinião: http://www.icaro.med.br/artigos/hcg-aspectos-basicos-necessario.html/ - DEPOIS de ler este texto e MUITOS links (com muitas evidências e explicações científicas e em bases fisiológicas plenamente compreensíveis) aos quais ele remete. Ou seja, APÓS informar-se com qualidade, você é livre para ser contra ou a favor (duvido que seja contra o uso realmente adequado, se estudar direito) mas, pelo menos, passa a opinar de maneira respaldada!
Um abraço para todos
http://www.icaro.med.br/artigos/hcg-aspectos-basicos-necessario.html/

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Emagrecimento Saudável - HCG também pode ser um aliado


Quer #EMAGRECER com #SAÚDE?
Aqui dou várias dicas úteis e EFETIVAS para te ajudar nisto, em textos, palestras e cia... Gratuitamente:



Mas se apesar de segui-las você ainda precisar de um empurraozinho para o processo, acesse isto:


DE FATO...
Até hoje só vi falar mal do HCG gente que:
- DESCONHECE o assunto mas ainda assim faz questão de opinar e/ou
- NÃO sabe usar direito o HCG e protocolos associados ao seu uso e/ou
- Já indicou erradamente/inadequadamente, por isso não viu resultados e critica o protocolo indevidamente, pelo seu erro individual cometido e/ou
- Quer se promover às custas de causar polêmicas, mesmo quando o resultado é espalhar insegurança e desinformação, sem nenhum propósito positivo e edificante (de Bem mesmo, nisto) e/ou
- Se intitula "profissional" de saúde mas não valoriza trabalho multidisciplinar e muitas vezes sequer valoriza incentivar o paciente a ter BONS hábitos de vida e reequilíbrio de exames e distúrbios (o que é base para que qualquer tratamento hormonal dê certo) e/ou
- Lucra com a prescrição de remédios para #‎emagrecer (derivados de anfetaminas e similares) e tratamentos mirabolantes por aí (e por isso vê no #‎HCG ameaça para "seus negócios".

Reflitam! Os fundamentos e resultados estão aí para todos verem!

NÃO seja mais um que opina-sem-saber... Sugiro-lhe que leia isto e só depois forme sua opinião: http://www.icaro.med.br/artigos/hcg-aspectos-basicos-necessario.html/ - DEPOIS de ler este texto e MUITOS links (com muitas evidências e explicações científicas e em bases fisiológicas plenamente compreensíveis) aos quais ele remete. Ou seja, APÓS informar-se com qualidade, você é livre para ser contra ou a favor (duvido que seja contra o uso realmente adequado, se estudar direito) mas, pelo menos, passa a opinar de maneira respaldada!


I M P O R T A N T E:


Sobre o uso do HCG, LEIA TUDO que está neste link antes de pensar em usar: 


Mas o BÁSICO, resumido é que:

#‎HCG para auxílio em processos de #‎emagrecimento #‎saudável, é incontestável e amplamente comprovado cientificamente o que está abaixo:

- O uso SEGURO do HCG, nestes moldes, é usualmente efetivo:
* Em síntese, somente para pacientes com bons hábitos de vida e com mínimo equilíbrio #‎hormonal de base

- O uso bem conduzido do HCG não só é seguro como é mais seguro (e muitas vezes mais efetivo) que o uso de #‎Femproporex#‎Anfepramona#‎Dietilpropiona, Mazindol, demais derivados de #‎anfetaminas e #‎sibutramina- fato amplamente comprovado nos textos do link acima.

- O HCG age basicamente por 6 mecanismos:
> Redução de #‎apetite
> Redução da quebra de #‎proteínas pelo #‎organismo (#‎catabolismo proteico)
> Aumento do uso de #‎gorduras como fonte principal de #‎energia
> Reequilíbrio das taxas e atuação de vários hormônios
> Ação similar à de vários #‎hormonios em nível de receptores, como alguns de #‎tireóide e #‎testosterona
> Por tudo isso, aumento do #‎metabolismo

- As doses de HCG habitualmente utilizadas no tratamento são cerca de 1.000 vezes menores que as produzidas naturalmente pela mulher durante a gestação E só são utilizadas por no máximo 40 dias.

- Fala-se muito do suposto risco de #‎trombose com o uso do HCG mas eu já indiquei para centenas de pacientes SEM qualquer relato de complicações (e usualmente com bons resultados) MAS sempre peço que o paciente procure acompanhamento #‎nutricional competente junto ao tratamento e que mantenha-se com bons hábitos de vida (incluindo exercícios físicos regulares, preferencialmente diários) com dieta de cerca de 1000 Kcal (no dia).

- Minha sugestão-base para a dieta junto ao uso do HCG (é claro, a ser avaliada, mudada e acompanhada por nutricionista competente): ZERO gorduras (até as saudáveis, durante o uso do HCG), poucos carboidratos (mas que estejam presentes, preferencialmente de baixos índice e carga glicêmicos, em todas as refeições) e muitas proteínas, fibras e água, regularmente.
* A idéia é que o organismo, quando for buscar as gorduras como combustível preferencial para as suas atividades, não encontre-as vindas da alimentação e por isso busque as reservas do próprio paciente.

- Quem diz que só a dieta restritiva é quem emagrecer com o uso do HCG ou não estudou direito o assunto para opinar ou não quer aceitar as bases fisiológicas da atuação do hormônio. Sugiro ler isto, todos os artigos, para entender:

Ficou claro?
Não quero ser o “dono da verdade” aqui MAS acho que tem muita gente falando besteira por aí sobre o #HCG, demonstrando desconhecimento do assunto e assim semeando “desinformação” e mitos.


Um abraço para todos e acessem:
e







quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Pipoca ‘fit’, opção de lanche saudável...


Ela é a guloseima número um para acompanhar o cineminha, uma tarde em casa, uma festa de crianças. As vantagens da pequenina crocante são diversas — como as poucas calorias e as generosas fibras —, e o que está em voga no momento é a forma de prepará-la. Enquanto as versões prontas para micro-ondas foram para o banco dos réus, surgem receitas para mantê-la saudável e, de quebra, incrementar o sabor.

A acusação contra a pipoca de micro-ondas é o alto teor de gordura na porção (em torno de 10% em 25g do produto). Mesmo a light é rica em calorias (cerca de 120). O milho precisa de alta temperatura para estourar bem e a gordura é um excelente auxiliar para fazer o calor subir rapidamente. Por isso, a indústria capricha na sua quantidade.

Numa forma bem menos gordurosa, o que vai acontecer é que talvez estourem menos milhos. Mas não é melhor? No próprio micro-ondas, você pode usar um saco de pão para fazer. Passo a passo: primeiro, é preciso jogar o milho numa xícara e misturá-lo a uma colher de óleo. Depois, despejar dentro do saco e fechá-lo amassando com as mãos mesmo.

A boa e velha panela no fogo também é muito bem-vinda. Basta ter cautela com a quantidade de óleo, que pode ser de uma colher de sopa misturada a mais três ou quarto de água.

Uma xícara de milho, que rende bastante pipoca, tem 70 calorias. É um excelente lanche para as crianças. Para os adultos, dá para experimentar receitas gourmet, como as que levam azeite com alecrim e páprica.

Curry, ervas de provence e até chocolate amargo são algumas de suas sugestões. O modo de fazer segue sempre a mesma fórmula: depois de deixar o óleo esquentar na panela, basta adicionar uma colherzinha do “algo a mais” e mexer um pouco antes de jogar o milho. No caso do chocolate, a dica é derreter uma barra de cem gramas, despejar por cima da pipoca pronta e misturar.

O ideal é usar óleo de coco, de canola e de milho na preparação. A pipoca contém cinco vezes mais fibras do que a mesma quantidade de alface, por exemplo, e uma pesquisa recente ainda mostrou uma concentração de polifenóis, os famosos antioxidantes, maior do que em muitas frutas e vegetais.

Uma das melhores combinações é acrescentar orégano e sal do Himalia moído. Fica com menos calorias que muita barrinha de cereal.

Fonte: O Globo

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A importância do aleitamento materno na prevenção de oclusopatias.


Segundo a Organização Mundial da Saúde o aleitamento materno exclusivo é indispensável nos primeiros seis meses e complementar até o final do segundo ano de vida da criança.
Muitos estudos reportam o tempo mínimo de aleitamento materno exclusivo de seis meses para demonstrar uma associação negativa com a presença de hábitos de sucção não nutritivos, pois este tempo é relatado na literatura como período suficiente para o completo desenvolvimento morfo-funcional do bebê.
Em um estudo do Programa de Pós-graduação em Odontologia Preventiva e Social, da UNESP de Araçatuba, foi possivel verificar a associação entre prática do aleitamento materno e a aquisição de hábitos de sucção não nutritivos e oclusopatias. Foi feito uma pesquisa, na qual foram realizadas entrevistas com as  mães de crianças de 3 a 6 anos de idade de Araçatuba-SP e exames clínicos foram realizados em 306 crianças para verificação de oclusopatias (anomalias do desenvolvimento dos dentes e/ou arcos dentários que ocasionam desde um desconforto estético, nos casos mais leves, até agravos funcionais e incapacitações, nos casos mais severos).
Como 
resultado, a maioria das mães (86,4%) amamentou seus filhos, entretanto, apenas 33,4% delas amamentaram exclusivamente no peito até seis meses de vida. As oclusopatias estiveram presentes em 54% das crianças e, entre estas, 83% não foram amamentadas no peito até seis meses de idade. Os hábitos de sucção não nutritivos estiveram presentes em 53,3% (176) das crianças, sendo o uso de chupeta (31,2%), o mais prevalente. Houve associação significante direta entre a falta de aleitamento materno e as seguintes variáveis: presença de oclusopatias; mordida aberta; mordida cruzada anterior, hábitos de sucção não nutritivos e uso de chupeta. A falta de aleitamento materno exclusivo esteve associada com uso de chupeta.
A manutenção da amamentação natural promove um intenso trabalho da musculatura peribucal, influencia o desenvolvimento correto dos padrões ósseos e musculares, gerando fadiga nos músculos, fazendo com que a criança satisfaça seu instinto de sugar e não necessite de uma sucção não nutritiva. A amamentação artificial não exige esforços, o que gera uma desordem no desenvolvimento normal da musculatura e dos maxilares. Com o intuito de suprir as necessidades de sucção durante o período de lactância, a criança tende a apegar-se a hábitos de sucção não nutritivos, como o de sucção de lábio, dedo, chupeta e outros objetos. Todo hábito que perdurar após os três anos ou tiver alta frequência, será mais deletério e capaz de causar oclusopatias graves.
Como conclusão, o aleitamento materno, além de inúmeras vantagens, exerce papel preventivo na aquisição de hábitos de sucção não nutritivos e na prevalência de oclusopatias. Estes resultados mostram que o incentivo ao aleitamento materno pode ser uma forma eficaz e pouco onerosa para a prevenção de oclusopatias.
É importante enfatizar que a Odontologia atualmente está voltada a atuar preventivamente desde a vida intrauterina, por meio de orientações às gestantes para a sua saúde bucal e geral, e dessa forma agir preventiva e positivamente na saúde bucal de seus filhos.

Fonte: Rev. odontol. UNESP vol.42 no.1 Araraquara Jan./Feb. 2013

Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Periodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Site: www.dual.odo.br Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)




segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Azeite de oliva - Saiba mais



O azeite faz parte da alimentação humana há muito tempo. Chamado de "ouro líquido" pelos mediterrâneos, o azeite está no ranking de alimentos essenciais ao cardápio de quem quer uma vida mais saudável. Diversos estudos já comprovaram seus benefícios à saúde. O primeiro deles é de 1947, quando um grupo de cientistas, liderado pelo pesquisador Ancel Keys, visitando Creta, devastada pela 2º Guerra Mundial, se surpreendeu ao constatar que seus empobrecidos habitantes eram, em média, muito mais saudáveis do que os britânicos ou americanos do pós-guerra. Os moradores apresentavam taxas mais baixas de doenças cardíacas, de câncer, de artrite e uma das maiores expectativas de vida do mundo desenvolvido. Comprovou-se ainda que essa proteção não estava ligada à diversidade genética, já que italianos e gregos que emigraram para a América do Norte, e se adaptaram aos novos hábitos alimentares, ficaram expostos às doenças cardiovasculares na mesma proporção que os americanos. Os cientistas concluíram que a boa saúde dos habitantes de Creta, tinha relação direta com a alimentação deles rica em azeite, peixes, frutas e legumes frescos, sementes e cereais.

A gordura tem três tipos de ácidos graxos: saturado, monoinsaturado e poliinsaturado. É justamente a proporção entre eles que determina a qualidade da gordura total ingerida. A banha de porco, por exemplo, tem mais gordura saturada, o que não é nada saudável. Os óleos vegetais, como os de soja, milho e canola têm mais ácidos graxos poliinsaturados. Já a composição média de ácidos graxos do azeite de oliva é peculiar quando comparada aos outros óleos vegetais, conferindo-lhe propriedades nutricionais específicas. Suas propriedades benéficas são atribuídas ao seu conteúdo de ácido oleico ou ômega 9, um ácido graxo monoinsaturado que possui a propriedade de inibir a produção das lipoproteínas de baixa ou muito baixa densidade (VLDL e LDL) e estimula o fígado a produzir mais lipoproteínas de alta densidade (HDL), além de diminuir a oxidação das LDL, prevenindo o aparecimento da arteriosclerose. O azeite de oliva também é rico em vitamina E e em compostos fenólicos, dentre eles, o hidroxitirosol, a oleuropeína, o triterpeno, o esqualeno e as lignanas, que conferem ao azeite um grande poder antioxidante. Graças a essa propriedade pode, inclusive, retardar o envelhecimento. Não por acaso, algumas empresas de cosméticos têm usado o azeite na formulação de hidratantes que prometem proteger as camadas mais profundas da pele contra a oxidação, neutralizando os radicais livres.

O azeite de oliva ainda melhora o funcionamento do estômago, do pâncreas, do sistema hepato-biliar e dos intestinos, por estimular a produção de suco hepático, ajudar no esvaziamento gástrico e facilitar a absorção intestinal de vitaminas lipossolúveis e alguns minerais. Uma pesquisa publicada no Journal of Epidemiology and Community Health, em setembro de 2000, descreve que o azeite de oliva pode até ajudar na prevenção do câncer intestinal. Pesquisadores analisaram a informação de uma base de dados da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, detalhando as taxas de câncer do período entre 1987 e 1992, bem como informações sobre o suprimento de alimentos da Organização das Nações Unidas. Os dados sobre alimentos e sobre o câncer de intestino foram colhidos de 28 países, incluindo a maior parte da Europa, o Reino Unido, os EUA, o Brasil, a Colômbia, o Canadá e a China. Mais de três quartos da diferença nas taxas de cânceres de intestino entre os países estudados foram explicados por três fatores da dieta: carne vermelha e peixe, combinados, foram associados ao risco aumentado; a dieta rica em azeite de oliva foi associada a um risco reduzido; uma dieta rica em carne vermelha, mais do que aquela pobre em cereais e em vegetais, parecia ser crítica. Já o efeito protetor do azeite se manteve, independentemente da quantidade de frutas e vegetais contidos na dieta.

Os autores do estudo explicam que o elevado consumo de carne vermelha aumenta a quantidade de um ácido biliar, denominado ácido deoxicíclico, que reduz a atividade de uma enzima, a diamina oxidase. Esta enzima regula a quantidade de material metabolizado pelas células no revestimento do intestino e sua redução pode, portanto, afetar esse processo. O azeite de oliva, por outro lado, parece reduzir a quantidade de ácido biliar produzido, aumentando os níveis da diamina sintase. Mas como qualquer outra gordura, seu consumo deve ser moderado, uma vez que apenas um grama azeite, ou de qualquer outro óleo, fornece nove calorias, contra quatro por grama de proteínas e carboidratos.

O processo de colheita do azeite deve ser muito cuidadoso para não prejudicar sua qualidade, pois as azeitonas são muito sensíveis à pressão. A colheita é realizada em datas específicas quando não existe probabilidade de chuvas que podem acelerar o grau de acidez e de fermentação. Aliás, o processo de colheita é responsável pela metade do custo de um bom azeite de oliva. Cada pé de oliva produz cerca de 20 quilos de frutos. Para a produção de um litro de óleo, são necessários de cinco a seis quilos de azeitonas! 

O azeite de primeira qualidade é o extravirgem, extraído de frutos bem maduros e obtido na primeira prensagem. Dessa forma o produto conserva suas características originais. Depois que se obtém o primeiro azeite fazem-se novas pressões, e se obtém mais azeite. É esse segundo tipo que normalmente encontramos nos supermercados e restaurantes populares. Virgem mesmo é só o primeiro que, na verdade, nem precisaria do "extra" no nome. O grau de acidez do azeite está relacionado à proporção de ácidos graxos livres presentes e define sua qualidade. Os distintos valores de acidez encontrados nos diferentes tipos de azeite, de acordo com a forma de obtenção do produto (extração mecânica e/ou extração por solvente), indicam se sofreram refinação ou se são misturas. A acidez ainda é influenciada por vários fatores: maturação, estocagem da azeitona, ação enzimática, qualidade da azeitona e sistema de obtenção do azeite virgem (centrifugação ou prensagem). A armazenagem em garrafas plásticas transparentes pode produzir valores de peróxido além dos limites aceitáveis em 20 dias, quando expostas à luz e 120-190 dias quando armazenadas no escuro. A auto-oxidação é um processo natural do azeite e dependerá da quantidade de antioxidantes presentes no produto (que variam principalmente de acordo com o tipo de azeitona). Após a utilização de toda a capacidade antioxidante do azeite, o processo se acelera e o óleo fica rançoso rapidamente. O processo pode demorar de um a três anos, dependendo da variedade e condições de armazenamento (luz, ar). A 10ºC o azeite torna-se viscoso. A refrigeração é um processo que aumenta a vida de prateleira do produto.

O azeite de oliva extravirgem deverá ser utilizado preferencialmente a frio. Se o aquecimento do azeite estiver por volta de 180ºC, não há modificação química, preservando assim suas qualidades nutricionais. Acima dessa temperatura, as propriedades nutricionais não serão conservadas. Assim, para garantir a qualidade nutricional sempre feche adequadamente o vidro, guarde-o em local fresco, distante do sol e calor.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Quando só a Psicologia e remédios psiquiátricos não ajudam...

Colegas #PSICÓLOGOS

Tenho recebido cada vez mais pacientes com transtornos como #ansiedade , #depressão, #irritabilidade, dificuldade de #concentracao (e #memória) e até mesmo #pânico e vários com resposta ruim ou "arrastada" quando só com o tratamento psicológico. Pelo que tenho notado, na maioria destes casos só "a terapia" (como eles chamam) pode não estar resolvendo porque o cérebro está funcionando "em falta" de insumos importantes para a boa comunicação neuronal, a exemplo de:
- Neurotransmissores
- Hormônios
- Enzimas
Ou com excesso de:
- Inflamação
- Toxinas
- Radicais livres

Tanto a síntese do que está em falta quanto a "limpeza" dos excessos DEPENDEM de bons hábitos de vida do paciente (veja quais aqui: http://www.icaro.med.br/artigos/artigosemsaude/habitos-saudaveis-de-vida/ ):
- As vitaminas, minerais, aminoácidos e demais nutrientes necessários às sínteses necessárias citadas vêm destes hábitos, via boa oxigenação (respiração) e circulação sangüínea (para a qual o exercício físico é fundamental), sendo o sono de qualidade o principal horário para esta fabricação de hormônios, neurotransmissores e enzimas
- Todos os processos de combate a inflamação, toxinas e radicais livres, além de gastarem energia, nutrientes e insumos (que só podem vir de processos adequados de síntese, já descritos acima), precisam principalmente de muita água, boa circulação, alcalinização e boa oxigenação - estes, mais uma vez, dependem de bons hábitos de vida do paciente.


>>> Lembremos que remédios NÃO costumam ajudar quando o assunto é síntese do que foi falado acima! Leia:
http://www.icaro.med.br/artigos/?s=depressao+ansiedade

>>> MUITOS pacientes que estão por aí tomando #antidepressivos e/ou #calmantes na verdade precisam corrigir os fatores que citei acima e NÃO permanecerem na dependência "eterna" destes remédios: já atendi centenas de pacientes que, quando equilibraram seus hábitos de vida, hormônios e neurotransmissores NÃO mais precisaram de um só antidepressivo ou ansiolítico: é que seus sintomas deviam-se a carência dos insumos citados (e necessidade de correção dos excessos) e NÃO a carência de remédios ou distúrbios que estes pudessem efetivamente corrigir.

Por tudo isso, colega psicólogo, permita-me só uma simples e humilde sugestão: quando a evolução do paciente sob sua responsabilidade "não vai bem", a melhora esperada do quadro clínico #psicoemocional está aquém do esperado só com a sua atuação, analise com atenção a falta destes insumos e os excessos citados: possivelmente o fator de causa ou piora está neles e em como o paciente não está atuando sobre eles!

Boa semana e espero ter ajudado aqui!

Dr. Ícaro Alves Alcântara

* Não estou desmerecendo a atuação do psicólogo, ok (melhor dizer antes que algum #cyberchato venha manifestar-se)? Encaminho a maior parte dos meus pacientes para acompanhamento psicológico! Mas se nossa real SAÚDE, integral, depende de bem-estar de corpo + mente + espírito, não nos esqueçamos da importância dos 3, juntos e BEM