quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cuidado com as armadilhas das revistas...


Os artigos sobre nutrição encontrados em revistas femininas são fonte de interesse de muita gente. E a preocupação gira exatamente neste ponto, afinal de contas, em grande parte das publicações, faltam dados e há erros nas informações sobre o tema. Induzindo o leitor a praticamente sair correndo e comprar o alimento ou suplemento anunciado.

A maioria das revista, mesmo baseada em depoimentos de especialistas e autoridades da ciência, focam principalmente em valores calóricos. As matérias são, de fato, baseadas em aspectos estéticos.

O resultado desta falha são leitoras mal informadas que compram soja porque está na moda, mas não sabem prepará-la ou que deixam de comer ou consomem em excesso determinado alimento. Ou ficam obcecadas por determinado alimento ou trocam o que consomem a cada nova edição de determinadas revistas que abordam saúde e emagrecimento. E isso se repete em programas de televisão também, um exemplo recente foi o Globo Repórter que abordou o óleo de coco, a repercussão foi tão grande que as lojas ficaram sem estoque e havia lista de espera para o óleo. E o pior, para muitas pessoas se 2 colheres fazem bem, então vou tomar 4, é aí que começa o perigo! É importante ficar atento às armadilhas e, as revistas servem para informar novidades, nunca introduza um alimento à sua dieta em excesso sem saber se você pode consumí-lo e qual a quantidade ideal para você, principalmente se possui alguma patologia.

Não faça mudanças na sua alimentação baseada no que a vizinha está comendo e a fez emagrecer, muito menos em função da capa de uma revista que diz que melancia emagrece ou que a fulana da capa emagreceu 15 Kg comendo pepino. Procure sempre um Nutricionista que é o profissional habilitado para equilibrar e melhorar a sua saúde através de uma alimentação que atenda especificamente às suas necessidades e não da população brasileira, afinal você é única, trate-se como tal.










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terça-feira, 17 de abril de 2012

Entendendo o que preenche: a influência da alimentação no comportamento humano.


É inegável o papel da família, da educação, da sociedade, da cultura e do ambiente na influência do comportamento humano. Mas diante de tantos fatores, qual será o papel da alimentação nas respostas humanas aos estímulos do mundo em que vivemos?

A alimentação é um ato diário que nutre o organismo para a ação e que o torna apto para comportar-se. Ela é simplesmente a base e o que nutre a matéria. Porém, nos avessos das modernidades, ela tem se tornado cada vez mais vazia, ou seja, ausente dos elementos que preenchem as reais necessidades do corpo.

Sabe-se que o local em que vivemos exerce grande influência nas nossas atitudes. Se o ambiente externo exerce tal impacto, o ambiente interno (nosso próprio corpo) possui ainda mais importância, pois é o “palco estrutural” das atitudes. E, se o lado físico (que é um conjunto complexo sinérgico de células) é afetado, indubitavelmente o lado mental também será.

A alimentação contemporânea rica em açúcar, gorduras maléficas e elementos tóxicos tem afetado o comportamento humano. A mania de comida artificial e refinada foi um golpe e tanto na integridade física da espécie humana, com influência reflexa na integridade moral. Parece que a inteligência obedece a um determinismo químico, e por isso, nossa própria vontade é produto do que comemos (BOARIM, 1991; VASCONCELLOS, 1979).

A dieta possui um papel importante na construção da vida de cada um, pois tem impacto na cognição e intelecto. Isto porque todos os distúrbios de comportamento que caracterizam as doenças mentais em seres humanos, como distúrbios afetivos, de origem emocional, cognitivos ou com base funcional, são distúrbios do funcionamento do SNC. E muitas das matérias-primas de células nervosas, neurotransmissores e outros componentes deste Sistema vem de nutrientes, que por sua vez são provenientes da alimentação. Revela-se assim, como a má nutrição pode afetar não só o estado físico, como também o estado mental das pessoas (DOVICHI; LAJOLO, 2011; KANDEL; SCHWARTZ; JESSELL, 2000).

O problema de tal má nutrição vai além da falta de nutrientes. Apesar de termos uma noção do que estamos ingerindo, não sabemos de fato tudo o que estamos colocando para dentro de nossas células. Cada vez mais somos infestados por aditivos químicos, agrotóxicos e outros tantos disruptores endócrinos, que são agentes e substâncias químicas que promovem alterações no sistema endócrino humano e hormônios.

Assim, um indivíduo com alterações hormonais desencadeadas por disruptores endócrinos e com déficit de nutrientes que modulam funções vitais, tanto do sistema nervoso como de todo o corpo, faz de seu corpo um habitat que pode ser comparado a uma caverna. Mas uma caverna? Sim. Um corpo em decadência é como um lugar sombrio, sujo, prestes a desmoronar e susceptível à morada de outros bichos nada agradáveis, como morcegos e aranhas, ou traçando-se um paralelo, como maus pensamentos e emoções.

Já um corpo que é inundado por nutrientes benéficos à saúde (como vitaminas, minerais e antioxidantes) funciona como um contrato de longa duração assinado com os melhores construtores e faxineiros. A pessoa que possui hábitos saudáveis faz de seu corpo um castelo, onde elementos tóxicos são facilmente retirados, onde há limpeza constante, brilho, integridade e realeza.

Tais associações não são como regras, dado os múltiplos fatores que interferem na vida humana, e sim, tendências. Não é de se assustar que “pessoas que morem em cavernas” tenham maior tendência a um comportamento mais depressivo, agressivo e outros que desviem de boas condutas morais. Assim fica fácil entender que pessoas que moram em lugares limpos, arejados e em que a luz entre com facilidade, tenham maior tendência a terem uma postura mais positiva perante a vida, bem como a responder melhor as suas adversidades.

Não é preciso adquirir regras alimentares rígidas para se viver bem. O essencial é ter bom senso, equilíbrio e saber consumir mais alimentos “protetores” do que alimentos “devastadores”. É preciso ter consciência na hora das escolhas alimentares, lembrando-se que elas afetarão seu modo de viver! Sabendo-se afinar o saudável com o prazeroso é completamente possível ter hábitos e comportamentos mais saudáveis.

Referências:

- BOARIM, D.S.F. Nossa Comida Assassina. Itaquaquecetuba, SP: EditoraMVP, 1991. 404 p.
- DOVICHI, S. S.; LAJOLO, F. M. Flavonoids and their relationship to diseases of the Central Nervous System. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr. = J.Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP, v. 36, n. 2, p. 123-135, ago. 2011.
- KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSELL, T. M. Principles of neural science. 4. ed. New York:McGraw-Hill, 2000. 1414 p.
- VASCONCELLOS, J.R. Os Intoxicados: (Somos o que Comemos).
Porto Alegre:Associação Macrobiótica de Porto Alegre, 1979. 141 p.












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domingo, 15 de abril de 2012

Receita Magrinha para o Jantar: Torta Integral de Palmito...

(Clique para ampliar)


Ingredientes para massa:

- 3 ovos
- 1 xícara de azeite ou óleo de girassol
- 2 xícaras de leite desnatado
- 1 xícara de farinha de trigo
- 1 xícara de farinha integral - eu substituo a farinha integral por uma mistura de gergelim + linhaça dourada + semente de chia triturados
- 1 col. (chá) fermento em pó
- sal a gosto
- alho desidratado

Cobertura de palmito:

- 1 vidro de palmito
- 1 cebola roxa grande
- 2 tomates
- cheiro verde

Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes líquidos com o alho desidratado, eu coloco 1 col. de café. Acrescente a farinha e no final o fermento. Unte um marinex médio com 1 fio de azeite e despeje toda a massa. Eu coloco a massa e o recheio coloco por cima, como uma cobertura, na verdade fica mais uma Focaccia do que uma torta. Bom apetite!











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sábado, 14 de abril de 2012

Pesquisa da USP demonstra riscos de corantes à saúde...


Pesquisadores da USP estão jogando por terra o mito de que corantes não fazem mal à saúde.

Os estudos, coordenados pela professora Danielle Palma de Oliveira, têm chegado a resultados preocupantes sobre a ação destes componentes.

O grupo está estudando o uso de corantes na indústria têxtil, que entram em contato com a pele humana, na indústria de cosméticos, sobretudo tinturas para cabelos, e na indústria alimentícia.

Os principais riscos verificados estão ligados a danos genéticos, com a quebra das moléculas de DNA na células.

Em princípio, esse comportamento mutagênico pode levar ao desenvolvimento do câncer, embora esta associação não tenha sido pesquisada pelo grupo.

Um dos motivos do alerta se deu por conta de resultados em pesquisas europeias relacionadas às ações de corantes em alimentos infantis.

"Foi demonstrado que algumas papinhas podem levar as crianças a sofrerem alteração de comportamento e alergias, mas em pouco tempo [as substâncias prejudiciais] já estarão fora de circulação", conta a professora.

A questão do risco dos corantes nunca foi estudada do modo devido por conta da suposição de que estes eram componentes inofensivos.

Porém, em virtude das descobertas recentes, a situação pode ser mais complexa. "Os corantes são substâncias perigosas e merecem mais atenção", declara Danielle.

No Brasil a legislação acerca do uso de corantes para a indústria têxtil também é inexistente, havendo regulação somente para o setor alimentício.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sódio no Esporte



Apesar das recomendações feitas por instituições como a Associação Americana do Coração, Ministério da Saúde entre outras, para o consumo de sal e sódio seja o mínimo possível, os fisiculturistas “hardcore” tem uma certa necessidade deste nutriente.

Antes de continuar, cabe ressaltar que sal e sódio não são a mesma coisa, sal de cozinha é o composto formado por sódio + cloro. O que vem especificado nos rótulos é o SÓDIO, cuja recomendação diária para um individuo saudável é de 1,6 a 2,4g/dia.

Juntando-se ao potássio com o sódio permite a contração dos músculos, portanto, se sua ingestão não for adequada isto não ocorrerá e a pessoa pode sentir fraqueza muscular câimbras.

Outra importante função do sódio é manter os níveis de água em nosso organismo. Ele ajuda na manutenção do volume sanguíneo e ajuda os rins a “determinar” quanto de água deve ser excretado e quanto deve ser mantido para o organismo. Relembrando que pessoas que pessoas que possuem problemas renais e/ou pressão arterial elevada devem restringir seu consumo para que estas patologias não sejam agravadas.

A “galera” de plantão preocupada com o “inchaço” causado pelo consumo um pouco mais elevado de sódio cabe lembrar que a ingestão de água nunca será baixa (menos de 2000ml/dia) portanto, seu corpo irá sempre trabalhar com um certo nível de água. Assim, você irá obter os benefícios do fortalecimento muscular e conseguir diminuir o “inchaço” com mais facilidade em casos de competições, diminuindo o consumo de sódio e mantendo o consumo ideal de água.

Contudo, estudos mostram que tanto a baixa ingestão quanto o excesso do consumo de sódio podem levar a doenças cardiovasculares, já a ingestão dentro do recomendado não levou a alterações. Portanto, o consumo deste mineral deve ser mantido dentro do recomendado.

Mas também não devemos esquecer que pessoas sedentárias não perdem tanto sódio pelo suor, já atletas e fisiculturistas tem uma perda elevada, o que sugere um maior consumo do mineral. Sem níveis adequados de sódio, não há contração muscular ideal e sua força e resistência muscular podem sofrer.

Não se esqueça de procurar um nutricionista, este profissional poderá indicar qual a melhor quantidade e a melhor maneira de ingerir este e outros nutrientes em sua dieta para que seus objetivos sejam alcançados sem prejudicar sua saúde.



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sete hábitos para um coração saudável....


As autoridades de saúde de todo o mundo recomendam sete práticas que melhoram a saúde cardiovascular e aumentam a expectativa de vida, evitando infartos ou acidentes cardiovasculares.

Os problemas cardiovasculares já são a principal causa de morte em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde.

A OMS estima que a cada ano, 17 milhões de pessoas morrem devido a este tipo de problema. Mais de 80% das mortes acontecem em países de baixa renda.

No entanto, uma pesquisa recente nos Estados Unidos afirma que apenas 1,2% dos 45 mil adultos consultados seguem estas sete dicas.

Hábitos para um coração saudável

Os sete hábitos para um coração saudável são:

1 - não fumar
2 - fazer exercícios físicos
3 - controlar a pressão arterial
4 - controlar a glicose
5 - controlar o colesterol
6 - controlar o peso corporal
7 - adotar uma dieta balanceada

Quem segue pelo menos seis dessas sete recomendações tem 51% menos chances de morrer por qualquer outra causa, em comparação com aqueles que seguem apenas um dos hábitos.

Além disso, o risco de transtornos cardiovasculares caiu em até 76%.

Fonte: Diário da Saúde