sábado, 8 de dezembro de 2012

Obesidade pode afetar tomada de decisões...



Para uma pessoa obesa é mais difícil decidir parar de comer em uma festa, por exemplo, do que para pessoas com Índice de Massa Corporal mais baixo. É o que conclui um estudo, ainda não publicado, apresentado nesta semana no Neuroscience 2012, encontro anual da Society for Neuroscience, entidade internacional que congrega médicos e cientistas que estudam o cérebro. Isso aconteceria porque, segundo a pesquisa, a obesidade estaria ligada ao pior desempenho das funções cognitivas, apontando para  a existência de uma ligação direta entre a alimentação e a saúde do cérebro.
Participaram do estudo 29 adultos considerados saudáveis do ponto de vista neurológico, e com índice de massa corporal (IMC) variando do nível normal até a obesidade. Foram feitas imagens de ressonância magnética da atividade cerebral dessas pessoas em repouso, com objetivo de analisar a comunicação entre diferentes regiões do cérebro.
 partir das imagens, os pesquisadores observaram, nos indivíduos obesos, alterações na conexão entre o córtex orbital frontal, área do cérebro ligada à tomada de decisões e à recompensa, e o núcleo caudado, que participa do sistema de aprendizado e memória. Foi desenvolvido um algoritmo de computador capaz de descobrir se uma pessoa fazia parte do grupo que estava acima do peso ou do grupo de controle apenas analisando suas conexões cerebrais – e ele acertou em 75% dos casos.
Durante a sessão de ressonância magnética, as pessoas também passaram por um teste cognitivo. Em uma tela, apareciam diversas palavras, escritas em azul, vermelho ou verde. A tarefa era responder a cor em que a palavra estava escrita e ignorar o seu significado. O exercício ficou mais complicado quando apareceram nomes de cores escritos em outra cor, como a palavra “vermelho” escrita em azul, por exemplo. "Nesses testes a pessoa tem um conflito. Então o cérebro para e tenta resolvê-lo antes de permitir que você responda o exercício", disse Timothy Verstynen, professor da Universidade de Carnegie Mellon e integrante da equipe de pesquisadores, ao site de VEJA.
Os pesquisadores analisaram o grau de ativação do cérebro dos indivíduos ao realizar essa tarefa e perceberam que ele era maior no grupo obeso. "Isso significa que a pessoa está usando mais energia neuronal para chegar aos mesmos resultados, ou seja, suas conexões cerebrais são menos eficientes", afirma Timothy. "Nós achamos isso pode fazer com que a pessoa se torne menos eficiente para tomar decisões, o que pode levá-la a escolhas pouco saudáveis."
Fonte: Revista VEJA

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

10 sugestões para o seu filho amar comidas saudáveis...



Um estudo americano publicado na revista Clinical Pediatrics, depois de avaliar crianças e adolescentes obesos, concluiu que é nos primeiros anos de vida que uma pessoa aprende a comer, pois descobriu que mais da metade já se encontrava nessa situação aos 2 anos de idade. Segundo os pesquisadores, os hábitos alimentares aprendidos nessa primeira fase orientam a criança em seu futuro e são difíceis de serem modificados. Justamente nesse período, os pais têm mais dúvidas à mesa tentando cumprir bem o seu papel. Conheça as principais sugestões dos especialistas para oferecer uma boa educação alimentar ao pequeno.

1. Seja o exemplo
Papai e mamãe são os maiores exemplos, mas isso nem sempre é bom. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, 40% dos adultos brasileiros são obesos, o que prova: a alimentação dos pais não reflete bons hábitos. Não adianta nada o casal acostumado a pedir sanduíche no almoço e comida chinesa no jantar imaginar que ensinarão o filho a comer saudavelmente. Se ele não presenciar a mãe saboreando uma deliciosa salada, não vai fazer o mesmo. Iniciar as modificações desses hábitos ainda durante a gravidez - que também exige uma boa alimentação - dará mais tempo para efetivá-las até que o bebê comece com as papinhas. A mudança, em geral, é difícil, principalmente nas primeiras semanas, mas o investimento vale a pena. Caso a criança vá ficar aos cuidados de outra pessoa, como parentes e berçários, verifique como é a conduta deles também.

2. Aprenda a cozinhar
Segundo a maioria dos especialistas, o fato de as famílias comerem de maneira inadequada tem a ver com a falta de tempo e a disposição para cozinhar. Primeiro passo: distribua tarefas e organize os horários para que alguém consiga ser o cozinheiro. Muitas pessoas descobrirão que preparar um prato saudável requer menos tempo do que se imagina. Pedir ajuda a parentes, amigos e vizinhos gourmet também é uma boa dica. Já existem no mercado livros de culinária destinados aos cozinheiros de primeira viagem, com fotos e textos bem didáticos. Quando aprendem a cozinhar, os pais também ficam mais conscientes sobre as vantagens de uma alimentação saudável. E podem (por que não?) descobrir um prazer nisso.

3. Diversifique a papinha
Uma boa papinha precisa incluir os três grupos alimentares: construtores (carnes de boi, de frango e de peixe, feijão, ervilha, proteínas), energéticos (arroz, macarrão, batata, carboidratos em geral) e reguladores (legumes, verduras, fibras). Diversifique bastante. Oferecer o máximo possível de variedades de alimentos é importante para garantir o fornecimento de todos os nutrientes necessários ao crescimento do bebê. É importante também para ele conhecer e se acostumar com a comida, descobrir suas preferências e tolerâncias. Quando é colocada em contato com muitos tipos de alimento, a tendência da criança é aceitar tudo, incluindo frutas, legumes e verduras. Quanto menos variado for o cardápio, mais seletiva ela será, principalmente na adolescência, o que pode prejudicar seu desenvolvimento e até o futuro controle de peso.

4. Prepare combinações apetitosas
Comida de criança tem de ser gostosa e não apenas uma soma de ingredientes. Crie combinações que um adulto também apreciaria, com bom senso, levando em conta os diferentes sabores e as misturas possíveis - e cabíveis. Não é recomendável utilizar sal, pois os alimentos já contêm sódio suficiente para suprir as necessidades diárias de uma criança - em excesso, ele causa hipertensão e problemas renais. Personalize a receita com temperos in natura, como cebola, alho, salsa, cebolinha e outras ervas, para deixar a papinha mais gostosa. Comida malfeita desestimula o bebê a gostar de comer.

5. Respeite cada fase
Respeitar cada fase até os 2 anos incentiva o apetite infantil. Sem os dentes não tiverem nascido, o bebê consegue apenas ingerir papinhas pastosas, preparadas com alimentos amassados (jamais batidos no liquidificador). Depois disso, a consistência deve caminhar gradualmente para uma sopa pedaçuda. Entre os 8 e 9 meses de idade, já é possível oferecer alimentos macios em pedaços. Carnes podem ser moídas, picadas ou desfiadas. Quando a mastigação não é estimulada, a criança tende a não aceitar saladas, carnes em pedaços, frutas e alimentos que exijam mais, principalmente os que são boas fontes de proteínas e fibras.

6. Ofereça muita água
Acostume seu filho a beber água ou ele poderá crescer sem esse hábito. A água é muito importante na infância para ajudar no bom funcionamento do intestino e diminui o risco de problemas como dores de cabeça e musculares, dificuldade na digestão e sobrecarga nos rins. Não existe uma recomendação médica específica sobre a quantidade, mas ofereça depois das refeições - nunca durante - e entre elas. Faça o mesmo com os sucos. Com o tempo, a própria criança aprenderá a indicar que está com sede.

7. Evite as guloseimas
Evite açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas sempre, mas, principalmente, nos dois primeiros anos. São alimentos de grande valor calórico e sem nenhum nutriente, além de não acrescentarem nada ao organismo. Muitos contêm aditivos químicos. Um bebê criado saudavelmente vai entender que a sobremesa é fruta, e não doce. Mesmo que mais para a frente tenha contato com as guloseimas, a criança terá outra relação com elas.

8. Deixe a criança comer o quanto quiser
Até os 2 anos, ela tem a capacidade de saber exatamente quando está saciada e obedece a essa ordem do organismo. Se os pais insistem para que ela se alimente mais, acabará fazendo isso para agradá-los e corre o risco de perder tal habilidade. Não saberá mais distinguir quando a fome acabou. Com o tempo, seu estômago pode dilatar, aumentando o risco de se tornar uma pessoa obesa.

9. Observe o quanto seu filho come
Cuidado com o quanto oferece de comida. Uma grande quantidade pode assustar a criança e até desestimular seu apetite. A tendência do adulto é fazer o prato semelhante ao seu, esquecendo que o estômago infantil é menor - a capacidade gástrica de um bebê de 1 ano, por exemplo, é de 250 ml, enquanto a de um adulto é de 1,3 mil ml. Para não exagerar, observe durante algumas semanas o quanto seu filho come. Em alguns dias, ele come mais e, em outros, menos, mas você notará que existe uma quantidade-padrão que pode servir como referência.

10. Mantenha os mesmos horários de refeição
Isso ajuda na organização do metabolismo da criança, que conseguirá entender melhor as sensações de fome e saciedade. A atitude também vai ajudar na rotina de casa: fica mais fácil saber a hora de ir para a cozinha preparar o almoço ou a antecedência necessária para fazer compras. Sem falar que os pais também conseguem administrar melhor o tempo e estar presentes na mesa com o filho - ou procurar que alguém adequado esteja.

Fonte: Bebe.com.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Você precisa MESMO, sempre, de remédios?



Veja se você apresenta algum destes (ou conhece alguém “sofrendo” assim):

1 - Adulto com pressão alta, resfriados freqüentes, muitas “amigdalites” e rouquidão;
2 - Paciente que não consegue perder peso, insatisfeita com sua pele/estética, já passou por vários médicos, sem sucesso;
3 - Mulher com “intestino preguiçoso”, que só funciona à base de laxantes;
4 - Atleta que desenvolve nódulos mamários, até com suspeita de câncer local;
5 – Enfermeiro que até tenta se cuidar mas apresenta depressão/ansiedade e baixa imunidade;
6 - Executivo, sempre muito “ocupado”, com grande cansaço e irritabilidade;
7 – “Concurseiro” que sente dor de cabeça, tonturas, dificuldade de concentração e baixa produtividade geral dos estudos.

São casos bem comuns, não é mesmo? E diga-me se o que acontece com eles na maioria das vezes não é algo como:
-       Tentam primeiro ignorar os sintomas, esperando que melhorem sozinhos;
-       Se não  sumirem, aprendem a conviver com eles, ainda esperando que melhorem sozinhos;
-       Se passam a ser duradouros ou incomodam, é freqüente a auto-medicação ou adoção de medidas caseiras de origens/recomendações diversas;
-       Quando o médico é procurado, na maioria das vezes o paciente já sai com um (ou mais) diagnóstico e prescrições de medicamentos, após rápida consulta (freqüentemente com anamnese superficial demais), muitas vezes até sem exames complementares prévios.

Entretanto, reflita comigo sobre os casos acima:
-       Caso 1 : Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por baixa ingestão de água por dia;
-       Caso 2: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por alimentação inadequada;
-       Caso 3: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por baixa ingestão de fibras;
-       Caso 4: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por exercício físico praticado inadequadamente (por exemplo em excesso, o chamado “overtraining”);
-       Caso 5: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por sono insuficiente/inadequado (como é comum em quem trabalha em esquemas de plantões);
-       Caso 6 : Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por excesso de stress, crônico;
-       Caso 7: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por respiração inadequada, levando a baixa oxigenação cerebral;


Em outras palavras, para TODOS estes pacientes a prevenção e tratamento dos seus distúrbios necessariamente depende da melhoria dos seus Hábitos de Vida, ou seja, da forma como cuidam da sua própria saúde (http://www.icaro.med.br/a-base-de-tudo/).

Portanto, voltando à pergunta inicial, para que VOCÊ mesmo reflita sobre ela: você precisa MESMO, sempre, de remédios?

Um abraço

Ícaro
www.icaro.med.br

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Retenção de líquidos? Invista nos alimentos diuréticos!



Difícil encontrar ou atender alguma mulher que não se queixe de retenção de líquidos. Seja, por um intestino preguiçoso, por falta de água, excesso de sal na alimentação etc. Para amenizar este problema procure consumir com mais frequência os alimentos listados:

- Fibras insolúveis associadas a uma ingestão adequada de líquidos permitem que o intestino funcione de forma regular (são eles: farelo de trigo não processado ou farelo de arroz, cereais integrais, pão integral);
  
- Ervilha, abóbora, beterraba, repolho, tomate, broto de feijão, pepino, vagem, alcachofra, berinjela e nozes;

 - Raízes, incluindo batata e cenoura;

 - Verduras como o espinafre, escarola, agrião, salsinha, alface;
  
- Frutas como a maçã, laranja, morango, melancia, melão, limão, abacaxi, maracujá;
  
- Consuma mais chás, principalmente de hortelã e erva-doce, suco de limão;
  
- Ingerir no mínimo 2 litros de água por dia.

Ah, e cuidado com o excesso de drenagem linfática, ela pode promover perda de vitaminas hidrossolúveis. Informe seu Nutricionista se estiver realizando este tipo de procedimento para que ele ajuste seu Plano Alimentar.


*** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Melancia melhora o coração e controla ganho de peso...



A inclusão de suco de melancia na alimentação normal reduz o peso, os níveis de colesterol e a placa arterial.
Em linhas gerais, a melancia melhora a saúde do coração e ajuda a controlar o ganho de peso.
A pesquisa atribui os efeitos à citrulina, um composto encontrado na melancia, que desempenha um papel ativo na manutenção da saúde cardiovascular.
O estudo foi publicado no Journal of Nutritional Biochemistry.
Estudos anteriores indicaram que a melancia é eficaz contra a pressão alta.
"Nós estávamos interessados na citrulina porque estudos anteriores mostraram que ela pode reduzir a pressão arterial," disse Shubin Saha, da Universidade Purdue (EUA). "Nós não constatamos redução da pressão arterial, mas as outras mudanças são promissoras."
Os pesquisadores alimentaram dois grupos de camundongos com dietas ricas em gordura saturada e colesterol.
Metade das cobaias recebeu água contendo 2% de suco de melancia, enquanto as outras receberam a mesma quantidade de água suplementada com uma solução que corresponde ao conteúdo de hidratos de carbono do suco de melancia.
Os animais que consumiram suco de melancia ganharam 30% menos peso do que o grupo de controle, e apresentou 50% menos colesterol LDL, o chamado mau colesterol.
O grupo que consumiu melancia apresentou ainda uma redução de 50% nas placas em suas artérias, bem como níveis elevados de citrulina.
"Nós sabemos que a melancia é boa para a saúde, pois contém citrulina," disse Sibu Saha, professor da Universidade de Kentucky. "Nós não conhecemos ainda seu funcionamento em nível molecular, e este será o próximo passo [da pesquisa]."
Os cientistas estão interessados em encontrar um mercado secundário para as melancias nos nutracêuticos, que são alimentos ou ingredientes alimentares que oferecem benefícios para a saúde além dos seus efeitos nutricionais.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dicas para prevenir e melhorar a TPM (Síndrome da Tensão pré-menstrual)...



A TPM é uma desordem neuropsicoendócrina que ocorre na 2a metade do ciclo menstrual, com um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que podem ser tão severos ao ponto de interferir significativamente na esfera biológica, psicológica e social da mulher. Seu tratamento depende do grau destes sintomas e incluem medidas comportamentais, alimentares e tratamentos medicamentosos quando há necessidade.

Os sintomas físicos e psicológicos mais comuns são:

§   Irritabilidade, impaciência e nervosismo;
§   Ansiedade, alterações de humor, depressão;
§   Aumento do apetite e desejos por alguns alimentos (em especial chocolates e doces);
§   Cansaço;
§   Calorões;
§   Mastalgia (dor e sensibilidade das mamas);
§   Cefaléia (dor de cabeça);
§   Retenção de líquidos (abdômen e pernas)
§   Desconfortos abdominais (cólicas)
§   Acnes

Obs.: É importante distinguir se os sintomas são de TPM ou de outros distúrbios hormonais através de uma avaliação endócrina e ginecológica.  

Obs.2: Seguir as recomendações de prevenção e melhora dos sintomas da TPM resultará positivamente em todos os aspectos da vida da mulher, já esta síndrome, na maioria das vezes, reflete naqueles que estão ao seu redor, como a família, namorado, amigos e colegas de trabalho. E assim, será notada uma melhor qualidade de vida!!!

DICAS DE EXERCÍCIOS PARA AMENIZAR A TPM:

Para evitar e melhorar os sintomas físicos e psicológicos:

· Optar por atividades físicas moderadas e de baixo impacto, de preferência as que mais agradam, por 30 a 60 minutos, 3 a 5x por semana. Exemplos: caminhar, pedalar, patinar (fora dos horários mais quentes), musculação leve, aulas de alongamento, hidroginástica e pilates. Pois os exercícios vão aumentar o gasto calórico evitando o ganho de peso e melhorar estes sintomas devido a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar e consequente melhora da autoestima;

· Não ter como objetivo principal a melhora da performance, mas sim a manutenção da forma física, prevenção e diminuição dos sintomas característicos desta fase (salvo atletas que são profissionais que dependem de resultados).

Para evitar dores de cabeça e cólicas: 

· Fugir dos locais ensolarados, quentes e abafados, já que a temperatura corporal nesta época encontra-se mais elevada;
· Buscar ambientes calmos, evitando os mais agitados e com música alta;
· Não realizar exercícios de alto impacto ou muita sobrecarga;
· Durante os exercícios, não utilizar bonés e faixas apertados para não comprimir os vasos sanguíneos da região da cabeça;
· Não usar tops apertados na região do pescoço e trapézio, para não comprimir estes músculos (pois esta compressão pode provocar dores de cabeça).

Algumas medidas comportamentais e alimentares podem ser aderidas para prevenir e melhorar a 
TPM, tais como:

§   Diminuir a ingestão de gorduras ruins (frituras, biscoitos, bolos, doces...) pois provocam aumento de peso e retenção de líquidos, e aumentar a de gorduras boas (salmão, azeite, amêndoas, nozes, castanhas...), pois são ricas em substâncias que melhoram sintomas de ansiedade, mal humor e depressão. 
§   Diminuir sal, açúcar e cafeína (café, chá e bebidas a base de cola) para evitar retenções de líquidos e ansiedade;
§   Ingerir fibras para aumentar a saciedade (frutas, verduras, pães integrais e cereais como aveia, granola e linhaça);
§   Praticar exercícios regularmente, conforme as orientações supracitadas, para evitar o aumento de peso corporal decorrente das retenções líquidas e do aumento do apetite;
§   Não fumar;
§   Ter boas noites de sono;
§   Evitar e buscar manejar o estresse.

É importante SABER e LEMBRAR que a TPM não é uma condição definitiva, mas sim um curto período, que pode passar praticamente desapercebido para as mulheres que seguirem estas dicas!!!








*** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Legumes ajudam diabéticos a controlar glicose no sangue...



A dieta de baixa carga glicêmica — que evita o consumo de alimentos que aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, como carboidratos processados, batatas e pão branco — é frequentemente recomendada a pacientes que sofrem de diabetes tipo 2 como forma de ajudá-los a controlar a taxa de glicose no sangue. Um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, mostrou que aumentar o consumo de legumes pode promover um benefício ainda maior em relação ao controle do açúcar no sangue e também na redução do risco de doença coronariana.

Essas conclusões, publicadas nesta terça-feira na revista Archieves of Internal Medicine, basearam-se nos dados de 121 pacientes com diabetes tipo 2. Parte deles seguiu uma alimentação com baixa carga glicêmica e com um alto consumo de legumes — os participantes foram orientados a ingerir ao menos 190 gramas, ou uma xícara de chá, desses alimentos ao dia. O restante dos pacientes também seguiu uma dieta com baixa carga glicêmica, mas eles foram incentivados a aumentar a ingestão diária de fibras por meio de ingredientes integrais.
Durante três meses, a equipe de pesquisadores observou que, em comparação com o grupo dos alimentos ricos em fibra, os pacientes que ingeriram mais legumes apresentaram um melhor controle da glicose no sangue e uma maior redução da pressão arterial, embora todos os participantes tenham demonstrado uma melhora nesses quadros.
“Em conclusão, a dieta com baixa carga glicêmica aliada a um maior consumo de legumes é melhor para reduzir fatores de risco que podem levar a uma doença coronariana”, escreveram os autores no artigo. Para os pesquisadores, esses resultados podem incentivar autoridades de saúde a promover campanhas que mostrem os benefícios do consumo de legumes. 
Fonte: Revista VEJA