quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Segundo estudo, consumo de uvas está relacionado com hábitos alimentares mais saudáveis...



Consumo de uva está relacionado com hábitos alimentares mais saudáveis ​​e maior ingestão de nutrientes, de acordo com um estudo apresentado na Academia de Nutrição e Dietética na Conferência de Alimentação e Nutrição em Exposição na Filadélfia, PA.

Os resultados do novo estudo foram obtidos após os pesquisadores analisarem a relação entre a qualidade da dieta em uma amostra nacionalmente representativa de crianças e adultos dos Estados Unidos e sua ingestão de uva.

As dietas de mais de 21.800 crianças e adultos foram examinadas.

Eles descobriram que os indivíduos que consomem produtos feitos com uvas também têm maior ingestão de:

- fibra dietética
- potássio
- cálcio
- magnésio
- vitamina A
- vitamina C
- vitamina B6

O consumo de uvas em adultos foi associado a um maior consumo de vegetais, grãos inteiros, sementes,  assim como uma diminuição da ingestão de colesterol, gordura saturada e gordura total em comparação com os adultos que não consomem produtos de uvas.

Um estudo publicado em agosto deste ano, disse que as uvas podem auxiliar na redução da pressão arterial, fortalecer o fluxo de sangue e menor inflamação entre os homens que sofrem de síndrome metabólica. Além disso, um relatório de 2010 afirmou que as uvas também podem reduzir fatores de risco para diabetes e doenças cardíacas.

Traduzido de Medical News Today










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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Frutas e verduras melhoram a saúde mental...



Uma pesquisa da Universidade de Warwick, na Inglaterra, relacionou o consumo de frutas e verduras ao bem-estar e à saúde mental. Os resultados sugerem que a quantidade recomendada desse tipo de alimento é de sete porções por dia para que o benefício seja alcançado. O artigo será publicado no periódico Social Indicators Research.

Participaram do estudo cerca de 80 mil britânicos, que responderam questões sobre seus hábitos alimentares e como se sentiam. Sarah Stewart-Brown, integrante do grupo de pesquisadores, explicou que o artigo reúne diversos estudos realizados, e todos tornaram possível a mesma conclusão: a quantidade de frutas e verduras que uma pessoa ingere tem impacto em sua saúde mental, além dos efeitos já conhecidos sobre bem-estar físico. O ápice do bem-estar foi encontrado em torno das sete porções diárias. 
“Atualmente se recomenda na Grã-Bretanha o consumo de cinco porções diárias, que é a quantidade adequada para prevenir doenças cardíacas ou câncer, por exemplo, mas poucas pessoas têm pesquisado os efeitos de quantidades maiores”, disse Stewart-Brown ao site de VEJA.
A porção, para fins do estudo, é definida como uma quantidade de 80 gramas. Não foram estudados os efeitos individuais de algum tipo de fruta ou verdura, nem os períodos do dia em que o consumo é mais indicado. Sarah Stewart-Brown ressalta que esse tipo de pesquisa ainda não é realizada com frequência e que seria interessante desenvolvê-la em outros países. “Se você puder dizer às pessoas que além de fazer bem para a saúde, frutas e verduras farão com que elas se sintam melhor, é um incentivo a mais para que elas tenham hábitos saudáveis”, afirma  a pesquisadora.

Fonte: Revista Veja

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Exercício físico é melhor do que atividade intelectual para proteger a memória de idosos....




De acordo com nova pesquisa, as atividades físicas, e não as que estimulam a mente, protegem o cérebro contra prejuízos que ocorrem com a idade.

Atividade física: Além do corpo, exercitar-se protege o cérebro dos idosos (Thinkstock)

Segundo pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Grã-Bretanha, a atividade física pode ser melhor do que exercícios que estimulam a mente, como palavras-cruzadas, para proteger o cérebro contra o envelhecimento. Em um estudo feito com quase 700 idosos, esses especialistas concluíram que quem é fisicamente ativo tende a ter maiores volumes das massas cinzenta e branca do cérebro, o que indica que os prejuízos à memória e à cognição, que ocorrem naturalmente com a idade, são menores entre esses indivíduos.

CONHEÇA A PESQUISA


Onde foi divulgada: revista Neurology

Quem fez: Alan Gow, Mark Bastin, Susana Muñoz Maniega, Maria Valdés Hernández, Zoe Morris, Catherine Murray, Natalie Royle, John Starr, Ian Deary e Joanna Wardlaw

Instituição: Universidade de Edimburgo, Grã-Bretanha

Dados de amostragem: 691 pessoas de 70 a 73 anos

Resultado: Atividade física é melhor do que atividades intelectuais para proteger o cérebro contra lesões e para preservar as massas cinzenta e branca do órgão, e, portanto, preservando a memória e a cognição

A massa cinzenta é uma região do cérebro que possui o corpo das células nervosas e que abrange partes do órgão envolvidas no controle muscular, memória, fala e percepção sensorial, tais como ver e ouvir. A substância branca, por outro lado, conecta regiões do cérebro envolvidas no processamento das emoções, atenção, tomada de decisão e controle cognitivo. É normal que o cérebro diminua quando uma pessoa atinge uma idade mais avançada e, portanto, que essas funções sejam prejudicadas com o envelhecimento.

A pesquisa britânica, que foi publicada na revista Neurology, acompanhou, durante três anos, 691 idosos que tinham 70 anos no início do estudo. A equipe aplicou um questionário sobre atividade física, hobbies e outros hábitos, e também realizou exames de imagem no cérebro desses indivíduos.

Os resultados revelaram que os idosos que praticavam mais atividade física eram os mesmos que apresentavam o maior volume das massas cinzenta e branca no cérebro. Eles também mostraram estar mais protegidos contra lesões no cérebro que prejudicam a cognição e a memória em comparação com os idosos que se exercitavam menos. Os autores não encontraram, porém, diferenças significativas entre o cérebro daqueles que faziam mais ou menos atividades de lazer que não eram físicas, como palavras-cruzadas e leitura.

De acordo com os pesquisadores, no entanto, como o estudo foi observacional, trabalhos maiores devem ser feitos para confirmar esses achados.

Fontes: http://www.neurology.org/content/79/17/1802.abstract e Revista Veja outubro/2012

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domingo, 18 de novembro de 2012

Segundo estudo, comprometimento cognitivo leve pode melhorar com cafeína...



Estudos recentes relacionaram o consumo de cafeína a um menor risco de doença de Alzheimer, e uma nova  pesquisa da Universidade de Illinóis pode ser capaz de explicar como isso acontece.

Os pesquisadores descobriram um sinal que ativa a inflamação do cérebro e que está associada às doenças neurodegenerativas, e a cafeína parece bloquear sua atividade. Esta descoberta pode levar à drogas que poderiam reverter ou inibir comprometimento cognitivo leve. 

Os ratos tratados com cafeína recuperaram a sua capacidade para formar uma memória 33 % mais rápida do que os ratinhos não tratados com a cafeína. 

A capacidade da cafeína de bloquear os receptores de adenosina tem sido associada a melhora cognitiva em determinadas doenças neurodegenerativas e como um protetor contra a doença de Alzheimer.

sábado, 17 de novembro de 2012

Vitamina C pode ajudar a prevenir osteoporose...



Pela primeira vez, um estudo mostrou que a vitamina C pode proteger uma pessoa contra a osteoporose, uma doença progressiva que diminui a densidade dos ossos e aumenta o risco de fraturas. Até agora, somente o consumo de cálcio e vitamina D são recomendados para a prevenção do problema. A pesquisa, feita com camundongos, foi publicada nesta semana no periódico PLoS One.

De acordo com Mone Zaidi, diretor do Programa para os Ossos da Faculdade de Medicina Monte Sinai, nos Estados Unidos, e coordenador do estudo, os especialistas já sabiam que baixos níveis de vitamina C estão associados, entre outros problemas de saúde, à fragilidade dos ossos. "O que essa pesquisa mostrou de novo é que a vitamina C, quando ingerida em grandes quantidades por camundongos, estimula o aumento da densidade óssea nos animais e protege o esqueleto", diz o pesquisador. Ele explica que isso ocorre pois o nutriente induz os osteoblastos, células que estimulam a formação óssea, a amadurecerem.
Comparação — Na pesquisa, os camundongos tiveram seus ovários retirados — procedimento conhecido por provocar a redução da densidade óssea. Parte dos animais recebeu doses altas da vitamina C via oral e o restante não ingeriu o nutriente. Após oito semanas, a equipe observou que os camundongos sem ovários que não receberam a vitamina apresentaram uma densidade óssea "muito baixa" em comparação com os animais sem ovários que ingeriram o nutriente. Por outro lado, os camundongos que receberam vitamina C apresentaram a mesma densidade óssea do que animais que não haviam passado pela cirurgia.
De acordo com os autores, esses resultados sugerem que a vitamina C foi a responsável por impedir a perda de densidade dos ossos em animais propensos a apresentar o problema. "Mais pesquisas são necessárias para determinar se esses suplementos alimentares são capazes de prevenir a osteoporose em humanos. Se os estudos futuros confirmarem os nossos achados, a descoberta poderá ser útil em países em desenvolvimento onde a doença é prevalente e os tratamentos são, muitas vezes, caros", afirma Zaidi.
Fonte: Revista Veja

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Componente do açafrão evita metástase...



O açafrão em pó tem sido usado durante séculos na culinária e como medicamento natural para o tratamento de osteoartrite e outras doenças.
Seu ingrediente ativo, a curcumina, ou cúrcuma, inibe reações inflamatórias.
Um novo estudo conduzido por uma equipe da Universidade Ludwig-Maximilians (Alemanha) mostrou agora que a curcumina também pode inibir a formação de metástases, o processo de espalhamento do câncer.
O câncer de próstata é um dos tumores malignos mais comuns no mundo ocidental, e muitas vezes é diagnosticado apenas depois que tumores metastáticos se formaram em outros órgãos.
A Dra Beatrice Bachmeier verificou que o composto natural derivado do açafrão inibe a formação de metástases.
A curcumina é um polifenol, responsável pela cor característica do curry.
Como é bem tolerada pelo organismo, a curcumina é, em princípio, adequada tanto para uso profilático (prevenção primária) como para a supressão de metástases no caso de um tumor já presente (prevenção secundária).
Em um estudo anterior, Bachmeier e seus colegas demonstraram que a substância retirada do açafrão reduz de forma estatisticamente significativa a formação de metástases pulmonares no câncer de mama avançado.
Os pesquisadores queriam saber a eficácia da curcumina na prevenção de metástases do câncer da próstata, assim como determinar o mecanismo de ação do composto.
As células tumorais produzem imunomoduladores pró-inflamatórias, incluindo as citocinas CXCL1 e CXCL2.
Os pesquisadores demonstraram que a curcumina diminui a expressão destas duas proteínas, e que este efeito se correlaciona com uma diminuição na incidência das metástases pulmonares dos cânceres de próstata e mama - os testes foram feitos em animais.
"Graças à ação da curcumina, as células tumorais sintetizam pequenas quantidades das citocinas que promovem a metástase" diz Bachmeier. "Como consequência, a frequência da formação de metástases é significativamente reduzida."
Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Dosagem de hormônios na saliva - Tire suas próprias conclusões



Mais uma vez, meu intuito com este artigo é apenas que você, leitor, forme sua própria opinião MAS com o devido embasamento, ou seja, após analisar criticamente informações “de ambos os lados” envolvidos na questão; o que você decidir, é direito SEU já que vai impactar mesmo é na SUA saúde!

Já há algum tempo percebi que no Brasil a grande maioria dos laboratórios realiza na saliva somente a dosagem de cortisol (talvez porque os planos de saúde só cubram esta dosagem salivar...) mas:
1 – O cortisol tem estrutura molecular similar a vários outros hormônios, como dehidroepiandrosterona (DHEA), estradiol, estrona, progesterona, testosterona e outros (veja em: http://www.icaro.med.br/colesterol-e-hormonios-–-qual-e-a-relacao/)
2 – Uma paciente que veio de Portugal me disse que no sistema de saúde, público, de lá (e de vários outros lugares da Europa) a dosagem dos hormônios citados acima é coberta pelo próprio estado.

Por isso, resolvi estudar mais o assunto, algo que sempre faço quando alguma coisa me parece contraditória ou pelo menos “estranha”. E pesquisando na internet, encontrei principalmente estes artigos/links/textos/opiniões que confirmam o que eu já suspeitava: que a dosagem salivar dos hormônios esteroidais (advindos do colesterol) parece mesmo MUITO superior/confiável em relação à sangüínea (até porque bem sabemos que água e óleo não se misturam e que por isso, até por questão de lógica: hormônios com base lipídica não poderiam mesmo “misturar-se” direito ao sangue, cuja base é mais de 90% de água!)

Mas é claro que nenhuma formação de opinião coerente pode deixar de ouvir “os opositores” a uma idéia e por isso, busquei conhecer sua “exposição de motivos”, que pode ser bem sintetizada pelo conteúdo destes links:

Só que há falhas diversas e algumas até grosseiras na “argumentação” de quem continua defendendo o “ortodoxo”, a suposta supremacia da dosagem sangüínea dos hormônios esteroidais:
Sobre o primeiro link:
-       É material produzido por um dos maiores “planos de saúde” dos EUA e para quem conhece um pouquinho da realidade do Sistema de Saúde de lá (com quase 60 milhões de americanos sem sequer terem direito a Saúde), fica fácil imaginar que a “confiabilidade” do que está exposto bem pode estar “modulada” por interesses na redução de custos para o plano e assim aumento de lucros (para entender o que eu disse, sugiro fortemente que você assista o documentário de Michael Moore, Sicko, amplamente disponível na internet: http://www.ensp.fiocruz.br/radis/revista-radis/66/comunicacao_e_saude/)
-       Critica a superioridade da dosagem hormonal na saliva para hormônios esteroidais (em comparação à sangüínea) baseando-se em referências de mais de 5 anos de idade (e se o conhecimento humano dobra a cada 4 anos...) e quando aponta referências mais novas é para discorrer sobre a dosagem salivar do cortisol, que já está bem estabelecida como útil e superior em diversos consensos internacionais e mesmo brasileiros; ou seja: ou está baseada em “artigos” mais antigos que os que defendem a dosagem salivar (embasados) ou só “chove no molhado” sem concluir nada de útil.
Sobre o segundo link:
-       Trata-se de resolução do CFM onde a instituição “proíbe” no Brasil a dosagem salivar de hormônios no contexto do “antienvelhecimento” (curiosamente, até a dosagem do cortisol, já largamente reconhecido como inquestionavelmente útil pela comunidade médica), além de várias outras “proibições”, mas é documento de teor e conseqüências polêmicos e já amplamente questionados em nosso país, de embasamento duvidoso, na minha opinião; leiam:

Uma vez exposto tudo isto, para quem leu/analisou criticamente todo o exposto, pergunto: qual é a sua opinião sobre o assunto?

Um abraço e boa reflexão!

Ícaro Alves Alcântara
www.icaro.med.br









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