segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nutrient timing - Quando comer é tão importante quanto o que comer....



No ciclo de crescimento muscular durante as 24 horas do dia, há períodos onde o músculo está envolvido em produção de energia, reconstrução ou reparo muscular, e crescimento muscular. Para cada fase desse ciclo se desenvolver adequadamente é necessário o consumo de nutrientes específicos.

A partir daí surge o conceito de nutrient timing, ou seja, o momento ideal para se ingerir determinado nutriente. Caso sejam fornecidas essas exigências feitas pelos músculos em quantidade, qualidade e horário certo, o resultado será uma melhor recuperação muscular em resposta aos treinos e melhora no crescimento e força musculares.

Muitas vezes o foco da alimentação é sobre os tipos de nutrientes que são melhores para atletas de força. E rapidamente vem à cabeça o conceito de que atletas de força necessitam de maior ingestão de proteína em relação aos sedentários. Mas isso pode levar a uma linha de raciocínio errônea: “Se proteína é bom para hipertrofia muscular, então quanto mais proteína melhor”. Por maior que seja a quantidade de proteína ingerida, se seus músculos não estiverem metabolicamente preparados para recebê-la naquele momento, a maior parte dela será perdida.

O que muitos estudos mostram e o que tenho observado em meu consultório, é que dificilmente atletas de força profissionais ou recreativos não consumem suficientemente proteína ao longo do dia. Porém, frequentemente esse consumo não está distribuído da forma correta ao longo do dia e, principalmente, não está sendo consumida corretamente nos momentos chaves. Estes podem ser divididos em 3 fases:

1.       Fase energética:

Compreende o fornecimento de energia, pré-treino ou durante o treino, adequado necessário à contração muscular para execução do treino. O consumo de carboidratos pré-treino é indispensável e tem a função de prevenir a depleção exacerbada dos estoques de glicogênio, o que auxilia na manutenção dos níveis séricos de glicose adequados e retarda a fadiga.

A associação de aminoácidos e/ou proteínas e antioxidantes ao carboidrato da refeição pré-treino promove um menor aumento do hormônio cortisol durante o treino (o que reduz o dano muscular), e uma melhor adaptação enzimática no músculo o que resulta em uma recuperação ao exercício mais rápida. Dependendo do tipo de treino e do objetivo, pode ser feita a suplementação de carboidratos associados ou não a aminoácidos também durante o treino.

Recursos que podem ser utilizados: carboidratos de alto índice glicêmico (Ex.: 20-30 de maltodextrina), whey protein (5g), Leucina (1g), AKG (3g), creatina (2-5g), vitaminas C (30-120mg) e E (20-60UI).

2.       Fase anabólica:

Esse período compreende a transição entre consumo de proteína muscular e glicogênio (que ocorria durante o treino), e o início do processo de reparo ao dano muscular e ressíntese dos estoques de glicogênio. Imediatamente após o exercício ocorre uma janela metabólica em reposta às adaptações fisiológicas ao exercício.

Em resumo, essa janela metabólica ocorre, pois imediatamente após o exercício as células musculares estão muito sensíveis aos efeitos anabólicos da insulina; com o passar do tempo elas vão se tornando resistente à insulina, e nessa situação, mesmo que haja o consumo adequado de nutrientes, não haverá uma boa utilização dos mesmos pelo músculo.

Para um melhor aproveitamento dessa janela metabólica, devem ser consumidos carboidratos e proteínas e/ou aminoácidos nos primeiros 45 minutos, ou mais precisamente de 15 a 30 minutos após o término do treino. O consumo de antioxidantes, como vitamina C e E, podem acelerar a reconstrução muscular por combaterem os efeitos deletérios dos radicais livres (produzidos durante o treino) aos músculos.

Recursos que podem ser utilizados: carboidratos de alto índice glicêmico (Ex.: 40-50g de maltodextrina ou dextrose), leucina (1-2g), whey protein (15g), glutamina peptídeo (1-2g), creatina (3-5g), vitaminas C (60-120mg) e E (80-400UI).

3.       Fase de crescimento muscular: Essa fase compreende desde o final da fase anabólica até o início do treino seguinte. Nesse momento as enzimas musculares estão envolvidas no aumento do número de proteínas contráteis e aumento do volume de fibras musculares, e concomitantemente restabelecimento dos estoques de glicogênio muscular.

3.1.    Primeiro momento - 4 primeiras horas após o treino: É importante manter a sensibilidade muscular à insulina para manutenção do estado anabólico. Pode ser utilizado um shake de carboidrato e proteína 2 horas após a refeição pós-treino, ou uma refeição composta por carboidrato de alto índice glicemico e uma fonte de proteína de alto valor biológico.

3.2.    Segundo momento - 16 a 18 horas após o treino: O foco deve ser a manutenção do balanço nitrogenado positivo (ingestão de nitrogênio proveniente das proteínas maior que sua excreção). Nessa fase é importante garantir o fornecimento de carboidratos, proteínas e lipídeos em todas as refeições. Deve ser priorizado o consumo de refeições compostas por carboidratos complexos, de médio a baixo índice glicêmico, associados a proteínas de alto valor biológico e gorduras mono e poliinsaturadas (azeite de oliva, castanhas, amêndoas, nozes). Essas refeições devem ocorrer a cada 3 horas.

Essas são algumas dicas para alertá-los sobre a importância de quando consumir os nutrientes chaves visando o objetivo de hipertrofia muscular, e mostrar que quando se come e tão importante quanto o que se come. Logicamente que essa artigo não é suficiente para organização de um plano alimentar adequado e individualizado. O melhor a fazer sempre é procurar um bom nutricionista esportivo que irá levar esses e outros fatores para embasar a prescrição de sua dieta. Esse é o caminho mais seguro para sua saúde e também o mais rápido para alcançar seus objetivos.

Dr. Renato França  CRN/1 5340
Nutricionista Funcional e Esportivo
Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, bloco N, sala 117 - Edifício Jaime Leal,
Asa Norte, Brasília - DF
Contato: (61) 3349-1101

*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 


domingo, 13 de maio de 2012

Feliz Dia das Mães...



Mãe, palavra que soa suaves ao coração 
palavra que encanta e traz alegria.

Mãe, significado de paz e amor. 

Mais que ninguém, você merece ser homenageada 
por sua dedicação e por seu amor.

Mãe, você é mulher corajosa
mulher que luta para cuidar dos seus filhos
sem medir esforços.
Mãe, você não se curva diante das dificuldades,
você as vence.

Seu amor nos encanta
Sua força, nos orgulha

Neste dia especial
desejamos a você, com muito amor e carinho
que consiga realizar todos os seus sonhos
e continue fazendo o bem, à todos os que convivem com você.

A Liga da Saúde deseja um Feliz dia das mães a todas as mamães!

sábado, 12 de maio de 2012

Vitamina E da dieta protege contra muitos tipos de câncer, mas não na forma de suplementos...




Na próxima vez que tiver que escolher entre um óleo vegetal e margarina para aquela sua receita favorita, pense na sua saúde e prefira o óleo.

Enquanto a questão de saber se a vitamina E impede ou promove o câncer tem sido amplamente debatido em revistas científicas e na mídia, os cientistas do Center for Cancer Prevention Research, de Nova Jersey, acreditam que as duas formas de vitamina E - gama e delta-tocoferóis - encontrados na soja, canola, milho, e castanhas são capazes de prevenir câncer de cólon, pulmão, mama e próstata.

"Há estudos que sugerem que a vitamina E na verdade, aumenta o risco de câncer e diminui a densidade óssea", diz Yang, diretor da pesquisa. "Nossa mensagem é que a forma tocoferol gama da vitamina E, a forma mais abundante dessa vitamina na alimentação, e o tocoferol delta, encontrado em óleos vegetais, são benéficos na prevenção do câncer, em contrapartida a forma alfa, mas comumente usada em suplementos, não traz benefícios".

Essas constatações foram feitas a partir tanto de estudos com animais de laboratório quanto de dados epidemiológicos humanos, com o objetivo de traçar uma conexão entre vitamina E e câncer.

Foram realizados estudos animais para câncer de cólon, pulmão, mama, próstata e descobriram que as formas de vitamina E em óleos vegetais, gama e delta-tocoferóis, evitam a formação e crescimento do câncer em modelos animais.

É por isso que, Yang ressalta a importância de distinguir entre as diferentes formas de vitamina E e conduzir mais pesquisas sobre seus efeitos preventivos para o câncer e outros efeitos biológicos.

"Para as pessoas que acreditam que precisam tomar suplementos de vitamina E," diz Yang, "o mais prudente é tomar uma mistura de todos os tipos de vitamina E que melhor imite aquela presente em uma dieta saudável."

Fonte: Traduzido de Medical News Today












*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Obesidade...



Na Nutrição clinica Funcional, a obesidade é tratada como uma patologia complexa, com envolvimento de muitos fatores além do desequilíbrios entre ingestão e utilização de calorias.
O tecido adiposo é um órgão secretor ativo que produz diversas moléculas conhecidas como adipocitocinas, incluindo o TNF-alfa, a IL-6, a leptina, a adiponectina e a resistina, que agem na mediação do metabolismo e estão envolvidas nas alterações observadas na síndrome metabólica que ocorre no obeso.
A obesidade pode ser caracterizada por um desequilíbrio funcional, com envolvimento de diferentes sistemas do organismo. Isso porque o desequilíbrio nutricional (qualidade inadequada da alimentação, dietas restritivas e conseqüente nutrição celular inadequada) associado à exposição a toxinas (como pesticidas, metais tóxicos, fertilizantes, medicações, toxinas endógenas, alérgenos alimentares) promove uma superestimulação do sistema imunológico, levando a um estado crônico de inflamação, com desequilíbrio na atividade de diversos neurotransmissores hipotalâmicos. Em decorrência, temos distúrbios de comportamento, com conseqüente resistência à perda de peso.
O tecido adiposo possui uma quantidade muito grande de receptores para as moléculas xenobióticas, devido ao seu carácter lipossolúvel; dessa forma, indivíduos obesos apresentam maiores concentrações de contaminantes ambientais quando comparados a indivíduos magros, configurando uma resistência a perda de peso. Todos esses fatores associados podem desencadear um estado de inflamação crônica sistêmica de baixo grau, indicada pelo aumentos dos marcadores inflamatórios. Indivíduos obesos apresentam níveis elevados de proteína-C-reativa, fator alfa de necrose tumoral (TNF-alfa) e interleucina-6 (IL-6), quando comparados com indivíduos magros.
Essa inflamação sistêmica está associada com o aumento no risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 na obesidade, além de representar um importante fator de resistência à perda de peso.
Uma alimentação desequilibrada, rica em carboidratos refinados (doces e massa), gorduras saturadas (carne gorda) e ácidos graxos trans (margarinas hidrogenadas e subprodutos) e pobre em frutas, legumes, verduras, alimentos integrais e ácidos graxos mono e poliinsaturados (azeite de oliva, girassol), representa um importante fator de estimulação do processo inflamatório, gerando maior resistência à perda de peso, além de ser pobre em substâncias fundamentais como vitaminas, minerais e compostos fitoquímicos.
Os indivíduos obesos também são resistentes à leptina, hormônio que atua na regulação da ingestão alimentar e no equilíbrio energético. O estado inflamatório observado no obeso, bloqueia a ação do hormônio na saciedade. Entre essas alterações funcionais observadas nos obesos, existem outras alterações metabólicas que impedem a perda de peso, por isso o nosso trabalho é adotar condutas capazes de modular qualquer desequilíbrio bioquímico e funcional que o paciente obeso possua para que o mesmo emagreça, o qual vai além do simples controle de calorias ingeridas e utilizadas e do simples fazer dietas.




*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Segundo estudo , orégano destrói células do câncer de próstata....



O orégano, muito usado em pizzas e massas, tem efeitos benéficos à saúde conhecidos há muito tempo, mas um novo estudo da Universidade de Long Island indica que este tempero pode ser usado potencialmente para tratar o câncer de próstata, segunda maior causa de morte entre homens.

Os pesquisadores liderados pela Dra. Supriya Bavadekar,  isolaram um composto do orégano, chamado carvacrol, e testaram seus efeitos contra as células de câncer de próstata. Os resultados do estudo demonstraram que o carvacrol induz à apoptose, morte ou suicídio das células tumorais.

"Os efeitos antiinflamatórios e antibactericidas já são bem conhecidos dos orégano, mas este efeito contra as células cancerosas elevam o orégano ao nível de super tempero como o açafrão", diz a pesquisadora.

Alguns pesquisadores já demonstraram que a ingestão de pizza pode reduzir o risco de câncer. Esse efeito tem sido atribuído ao licopeno, um composto presente no molho de tomate, mas agora acreditamos que o orégano possa ter sua participação nesse benefício," disse a Dra. Bavadekar. Se os estudos continuarem com resultados positivos, este super tempero pode representar uma terapia promissora para os pacientes com câncer de próstata.

Fonte: Traduzido de Medical News Today











*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como aumentar a absorção do cálcio que você consome?



Sabe aquela história, estou bebendo leite, então estou ingerindo cálcio? Você pode até estar ingerindo, o que não quer dizer que estará absorvendo o mineral. Nosso organismo é muito complexo e muitos nutrientes "brigam" entre si, desta forma um pode interferir na absorção do outro. Já escrevi sobre a biodisponibilidade dos nutrientes, confira aqui. Hoje vamos falar especificamente do cálcio, um nutriente importantíssimo para o nosso organismo. Mas tão importante quanto consumir alimentos fonte deste nutriente, precisamos garantir que ele seja absorvido pelo corpo. Então, vamos à algumas dicas para otimizar o aproveitamento do cálcio pelo nosso organismo:

- Procure diminuir a ingestão de sal: cada 500mg de sódio, excretam 10mg de cálcio e 1g de sódio excreta de 20 a 40 mg de cálcio.
- Não consuma proteínas em excesso: cada grama de proteína excreta 1,75mg de cálcio.
- Cuidado com o excesso de gordura: pode aumentar excreção de cálcio.
- Não consuma cafeína em excesso: diminui a retenção de cálcio no organismo de pessoas com dieta pobre em cálcio e aumenta a excreção de cálcio em mulheres na menopausa.
- Evitar ingerir fontes de cálcio com excesso de ferro porque estes nutrientes interagem entre si, diminuindo a absorção do cálcio.
- Evite o consumo de fontes de oxalato, por exemplo, o chocolate, no mesmo horário que as fontes de cálcio, pois eles se ligam e são excretados nas fezes, diminuindo seu aproveitamento.
- Tenha uma alimentação equilibrada, pois a ação em conjunto dos nutrientes é que vai fazer o cálcio ser bem aproveitado e realizar suas funções no organismo.




Confira as principais fontes de cálcio:


- Leite e derivados
- Vegetais de folhas verde escuras (espinafre, brócolis, couve, salsa)
- Sardinha
- Amêndoas
- Aveia
- Tofu
- Grão de bico, feijões
- Gergelim










*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sobrepeso e Terapia...




Você já enfrentou dificuldades para emagrecer, ou já conseguiu emagrecer e retornou ao peso antigo ou até chegou a engordar mais? 

Qual foi sua atitude? Culpou-se por crer que não estava motivada o suficiente? 
Culpou a dieta, achando que ela não era adequada a você? 

Talvez você não estivesse preparado(a) para fazer dieta, não sabia que os pensamentos e comportamentos podem influenciar no resultado. 

A terapia cognitivo-comportamental pode auxiliar neste aspecto importante de uma reeducação alimentar, proporcionando um novo conhecimento, uma nova resposta de comportamento nos momentos em que é preciso resistir a alimentos tentadores, lidar com os desejos incontroláveis, lidar com o estresse, a ansiedade, com emoções negativas, emitindo respostas que não seja o comer para aliviar sentimentos. 

A terapia pode também auxiliar na motivação na realização de atividade física e tudo o que for preciso para que você adquira hábitos saudáveis. 

Pessoas com sobrepeso, geralmente apresentam uma programação mental que dificulta consideravelmente seus esforços para emagrecer, alguns deles são: “sei que não devia comer isto, mas deixa para lá, eu vou comer mesmo assim”; “se eu comer só esse pedacinho, não tem problema”; “tive um dia difícil, mereço comer o que eu quiser”; “não consigo resistir a esta comida”; “estou chateado(a), tenho que comer”; “já comi o eu não devia, como já estraguei tudo, continuarei até o final do dia”; “ é muito difícil, eu nunca vou conseguir”. 

A terapia é um programa psicológico, não se trata de uma dieta alimentar. Você pode escolher uma dieta que mais se adeque a você e ao seu estilo de vida, consultando sempre um nutricionista e/ou um médico para que você a faça de forma segura. Assim, você pode aprender a escolher alimentos apropriados e utilizar hábitos alimentares saudáveis, modificando sua relação com a comida e a maneira de se comportar frente a ela. 

Sua maneira de pensar sobre alimentos, comer e fazer dieta tem importante influência sobre seu comportamento e como você se sente emocionalmente. 

Para emagrecer e não voltar a engordar é importante escolher uma dieta nutritiva, planejar o que vai comer, conscientizar-se que o ato de comer em demasia é um problema que pode ser resolvido; saber lidar com os sentimentos, eliminando o comportamento de se alimentar pelo fator emocional. Estas são algumas das contribuições onde a terapia pode auxiliar. 

Um abraço 









*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.