quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Por que sua SAÚDE depende das suas MITOCÔNDRIAS


MITOCÔNDRIAS são as usinas de energia de todas as nossas células:
resumindo, sem elas nada pode funcionar direito no organismo por absoluta falta de ENERGIA (já viu alguma máquina funcionar sem energia???) mas com o envelhecimento “convencional" vamos perdendo-as, gradativamente…

Entenda melhor o que são e mais detalhes importantes sobre elas aqui:

Como preservar nossas mitocôndrias? SIMPLES:

- BONS hábitos de vida (mitocôndrias são muito sensíveis a “maus tratos” de você para com seu organismo…)
- Suprir carências
- Desintoxicar
- Evitar excessos (de inflamações, carboidratos simples, radicais livres, …)

Suplementos que podem ajudar suas mitocôndrias a funcionar melhor (quando bem indicados E em quem tenta mesmo manter bons hábitos de vida):

- D-Ribose
- Ubiquinol
- L-carnitina (sobretudo a forma acetil)
- Vit B3
- Ac. Oxalacetico
- Vitamina C

E estas 2 extraordinárias substâncias podem ajuda-lo a produzir novas mitocôndrias! São elas:

- PQQ
- Quercetina


Ficam as dicas!

Abraço

Dr. Ícaro

BEM mais sobre tudo isto no meu site:



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Abacaxi e seus inúmeros benefícios...


Fruta tipicamente tropical, o abacaxi se destaca não apenas pelo seu sabor, mas também por suas propriedadesnutricionais: é rico em vitaminas C, A e B1, além de magnésio, cobre, manganês, ferro, fibras e bromelina.

A nutricionista
Cristiane Spricigo Lima conta que a fruta auxilia no bom funcionamento imunológico, melhora a função intestinal e facilita a digestão, graças à ação da bromelina. E os benefícios não param por aí: o abacaxi regula a atividade muscular do coração e é um excelente diurético.

Uma fatia de 100g da fruta contém apenas 52 calorias. Cristiane explica que o abacaxi “deve ser incluído na dieta substituindo doces ou em lanches intermediários, por ser diurético e melhorar a digestão”. Mas cuidado: pessoas que sofrem de refluxo gástrico, úlceras pépticas ou duodenais e gastrite não devem consumir a fruta em função de sua acidez.

Curiosidade
A casca do abacaxi possui tantos nutrientes quanto sua polpa.
Portanto, não a desperdice e utilize a casca também no preparo de chás e sucos.
*Matéria escrita para o portal Nutrição Prática e Saudável

https://www.facebook.com/CristianeSpricigoConsultoriaNutricional
** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Qual o creme dental mais indicado para as crianças: com ou sem flúor?



A cárie dentária é uma doença multifatorial que envolve o hospedeiro, a dieta alimentar, a presença de microorganismos e o tempo; portanto combater as lesões cariosas é um grande desafio.

A orientação da comunidade científica mundial, incluindo a Organização Mundial da Saúde, é de que a introdução de creme dental fluoretado contendo pelo menos 1.000 ppm (concentração de flúor em partes por milhão) representa um dos fatores mais importantes para combater esse problema de saúde pública.

Crianças de todas as idades devem usar pastas de dente com flúor para prevenir cáries. Mas a associação do flúor com a fluorose, uma condição responsável por manchinhas brancas nos dentes permanentes, faz com que essa prática seja questionada.

Mas uma recomendação da Associação Brasileira de Odontologia, do Ministério da Saúde e de órgãos da classe, como a Associação Brasileira de Odontopediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria, baseada em pesquisas internacionais, fez com que o uso de creme dental convencional com flúor a partir da erupção dos primeiros dentes, na quantidade equivalente a um grão de arroz cru, se tornasse uma regra no país.

Uma pesquisa recente realizada na Unicamp, divulgada pela Associação Brasileira de Odontopediatria, indicou que os cremes dentais com baixa concentração de flúor não são tão eficientes contra as cáries como os dentifrícios convencionais e também podem não evitar a fluorose. 

O presidente da ABO - Associação Brasileira de Odontopediatria, Dr. Paulo Rédua, defende a ideia da pesquisa de que mesmo crianças pequenas devem usar pasta com flúor. “Existe uma interpretação errada quando se fala que creme dental causa fluorose. O que causa fluorose é excesso de flúor ingerido pela criança, sem controle dos pais. Creme dental é para ser usado na quantidade certa, sob recomendação do odontopediatra e sob supervisão de adulto”, orienta. E, só para lembrar: estas manchas só vão ocorrer – se ocorrerem – nos dentes permanentes, e não nos dentes de leite, pois estes já estão totalmente formados.

A ABO, assim como o Ministério da Saúde, recomenda o uso de creme dental convencional com flúor a partir da erupção dos primeiros molares decíduos (em torno de 14 meses), na quantidade equivalente a um grão de arroz cru e deve ser realizada pelos pais ou cuidadores, entre uma a três vezes por dia, dependendo da disponibilidade dos pais. A pasta ideal para crianças deve conter 1.000 a 1.100 ppm de fluoreto de sódio (flúor) na proteção contra à cárie.

Outra recomendação é que os pais procurem orientação especializada, para ter a certeza do que é melhor para seu filho. Existem crianças que têm um baixo risco de cárie, uma dieta saudável e uma ótima higienização e assim até podem se dar o luxo de usar cremes dentais sem flúor. Entretanto, para aquelas com uma dieta rica em açúcar e higiene bucal insatisfatória, que têm risco de desenvolver cárie, o flúor é indispensável, porém somente o dentista é capaz de avaliar a necessidade de cada criança. 

*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.
 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

EXERCÍCIO, PROTEÍNAS E ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL...



Um trabalho científico publicado no último volume da revista Exercise and Sport Sciences Reviews apontou mais um motivo para que idosos e indivíduos de meia idade associem a prática de atividades físicas com a suplementação proteica.
De acordo com o estudo, dentre vários fatores, acredita-se que a perda de massa muscular que acompanha o envelhecimento seja decorrente, em grande parte, da dificuldade dos idosos de digerir e absorver as proteínas e amino-ácidos, para que esses nutrientes sejam captados de maneira apropriada e suficiente pelos músculos.
As várias pesquisas citadas mostram que a prática de exercícios associada à suplementação adequada de proteínas e aminoácidos, é capaz de promover o aumento dessa captação de aminoácidos pelos músculos, contribuindo para o aumento da síntese de proteínas com consequente aumento da massa muscular mesmo durante o processo de envelhecimento. Além disso, as pesquisas mostram que esse estímulo conferido pelo exercício pode perdurar por vários dias.
De acordo com os achados na literatura científica, pode-se dizer que a prática regular de exercícios, “rejuvenece” o músculo.
A boa notícia? Mesmo caminhadas de baixa intensidade já são capazes de anular os efeitos negativos relacionados com o processo de envelhecimento, sendo, portanto, suficientes para atenuar a perda de massa muscular em idosos.

 É importante perceber que o estudo ressalta, que é a falta da prática regular de atividades físicas o principal fator responsável pela perda de massa muscular com a idade e que, portanto, além de uma ingestão adequada de proteínas e aminoácidos, a adoção de um estilo de vida mais ativo é indispensável para um envelhecimento mais saudável e independente.

Fonte: http://drturibio.com/2013/08/15/exercicio-proteinas-e-envelhecimento-saudavel/

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COMO A MEDICINA DA DOENÇA FUNCIONA



COMO A MEDICINA DA DOENÇA FUNCIONA

Por Carlos Bayma

Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA.
A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.

Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA.

A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último para reduzir sua taquicardia.

Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!

Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”.

Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito.

Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!).

Aos 40 e poucos anos, você já toma: FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL, LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO BILOBA, METFORMINA e SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não ejacula mais. Não sai nada!
Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.

Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!).

A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida).

Pelo Dr. Carlos Bayma
Original em:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Entrevista comigo sobre SAÚDE para o Minha Brasília



ASSISTAM
Vídeo breve mas muito interessante e completo sobre SAÚDE

Entrevista comigo para o Minha Brasília, brilhante programa-iniciativa do Daniel Zukko

Aqui abordamos de forma descontraída tópicos em SAÚDE como:

- Indústria da #doença
- Bons #Hábitos de #Vida – Quais são e sua importância
- Principais sintomas e doenças da humanidade
- Aplicativo para celulares e tablets – Para ajudar você a cuidar melhor de si
- O que é e como funciona a #ORTOMOLECULAR

* Peço a todos que assistam e divulguem, porque estes conhecimentos podem ajudar muitos a cuidar melhor da sua SAÚDE e informarem-se melhor sobre ela

* Link para download do aplicativo:

* Meu mais novo livro em saúde fala de tudo isso:

Obrigado!

Dr. Ícaro Alves Alcântara


Link encurtado para o vídeo:



terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Estudo questiona a frequência de consultas dentárias...



A hipótese de que as consultas preventivas realizadas duas vezes por ano são necessárias para todos os adultos é, geralmente, adotada na maioria dos sistemas de saúde no mundo. Atualmente, um novo estudo sugeriu que o benefício de uma consulta frequente depende, em grande parte, dos fatores de risco individuais para a doença periodontal. Para pacientes de baixo risco, não fumantes, por exemplo, uma visita ao ano pode ser suficiente.

No estudo, os pesquisadores da Universidade de Michigan avaliaram requerimentos às seguradoras de 5.177 adultos sem periodontite durante um período retrospectivo de 16 anos relacionados à perda de dente. Em adição, eles submeteram fatores de risco individuais (hábito de fumar, diabetes) e testaram o DNA dos participantes para diversas variações genéticas do interleukin-1 (IL-1), uma proteína associada à periodontite avançada, para determinar o risco de periodontite progressiva em cada paciente, que amplamente é associada à perda de dente.

Entre outras descobertas, os cientistas descobriram que entre os pacientes de baixo risco, definidos como não fumantes sem histórico de diabetes e sem o gene IL-1, a porcentagem de perda de dente associada às consultas preventivas duas vezes ao ano não foi significativamente diferente da porcentagem dos que vão apenas uma vez ao ano. Entretanto, para os pacientes de alto risco, ou seja, aqueles com no mínimo um dos três fatores de risco, as consultas preventivas duas vezes ao ano foram associadas à baixa taxa de requerimento. Eles estavam num risco significativamente alto de perda de dente e, por isso, solicitaram mais consultas preventivas.

A análise também indicou que duas consultas podem não ser suficientes para reduzir a perda de dente em pacientes com mais de um fator de risco. Nesses pacientes, as taxas foram 50% maior do que a dos pacientes sem ou com um fator de risco.

“O futuro dos cuidados com a saúde é a medicina personalizada”, disse o Dr. William Giannobile, diretor do Departamento de Periodontia e Medicina Bucal na Escola de Odontologia da universidade. “Há um grande potencial em oferecer tratamentos específicos para o paciente baseados não apenas em sintomas clínicos, mas também na inclusão dos fatores de risco genéticos para melhor identificar os riscos de doenças.”

O teste genético, que é a primeira ferramenta de prognóstico confiável e que identifica os pacientes com maior risco de periodontite, foi desenvolvido pela Interleukin Genetics, uma empresa que desenvolve testes genéticos para o uso no mercado ascendente da medicina personalizada. De acordo com a empresa, 1 em cada 3 norte-americanos possuem essa variação genética.

Cerca de 30% dos participantes do estudo (1.584) fizeram uma consulta preventiva anual e 70% fizeram duas. No geral, os custos para os cuidados dentais dos pacientes foram cerca de R$ 40 milhões.

Fonte: Dental Tribune


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