segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Obesidade quadruplica em países em desenvolvimento, diz relatório....



Estudo divulgado na Grã Bretanha mostra que um bilhão de pessoas vivendo em países como China, Índia, Egito e Brasil estão acima do peso

O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado nesta sexta-feira (3) na Grã Bretanha.

De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países - nações como China, Índia, Indonésia, Egito e Brasil - estão acima do peso.

O relatório prevê um "enorme aumento" em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta

O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.

Obesidade globalizada

Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam sobrepeso ou obesidade - que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.

A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como o Egito e México.

O relatório do ODI diz que a composição das dietas nestes países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.

Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.

Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente as crianças.

As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.

Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%.

O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.

Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.

Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.
'Publicidade, influências da mídia'

​Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.

"Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia... tudo isso levou a mudanças na dieta", adverte.
Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.

O resultado, diz ele, é "uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos", o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.

O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.

Fonte: http://saude.terra.com.br

*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Como vai sua SAÚDE em 2014?



#2014 já começou e agora, em plena primeira semana do #ano, é mais que hora de você começar a cumprir suas “resoluções de Ano Novo”, concorda?

E se cuidar melhor da sua #SAÚDE é uma das suas promessas, reitero uma#verdade absoluta:

Enquanto uma pessoa não tem BONS hábitos de vida, qualquer #sintoma, distúrbio ou #doença que apresente será causado, agravado ou mantido pela ausência dos #hábitos #saudáveis. Ou seja, qualquer #tratamento que seja conduzido sem que esta questão seja resolvida está muito possivelmente fadado ao fracasso, mesmo que a longo prazo.

Ou seja, é impossível melhorar sua SAÚDE ou tratar melhor dela (de verdade) sem adotar HÁBITOS de VIDA mais SAUDÁVEIS! E se você quer saber quais são eles, sua importância e como adotá-los, meu #livro com certeza vai ajudar, de forma direto-ao-ponto e útil, por um custo bem acessível – leia o conteúdo deste link e confira:
http://www.icaro.med.br/artigos/lancamento-livro-transforme-11-habitos-11-semanas-guia-pratico-vida-plena.html/

Entretanto, sei que para alguns o valor ainda pode ser elevado... Para estes informo que o CONTEÚDO do livro está acessível a TODOS, #GRÁTIS: saiu inteiramente desta seção no meu site, ou seja, aqui está sem qualquer custo para você conferir (não está resumido como no livro MAS está tudo aqui - Palestras, Textos, Áudios e Vídeos):
http://www.icaro.med.br/artigos/artigosemsaude/habitos-saudaveis-de-vida/

Quero deixar claro meu #objetivo com isto: fazer com que o máximo de pessoas adquira conhecimento de qualidade, simples, útil e eficaz sobre HÁBITOS SAUDÁVEIS DE VIDA para que assim possam fazer o melhor uso possível dele em benefício da sua própria saúde e dos seus entes queridos; uma verdadeira Corrente do Bem que espero que você me ajude a divulgar, assim atingindo e ajudando o máximo possível de pessoas!

Um grande abraço e espero que TODOS possam passar à frente esta mensagem de SAÚDE, em benefícios de todos nós: quanto mais pessoas estiverem BEM informadas em saúde, melhor cada paciente irá cuidar de si mesmo e mais sucesso alcançarão os tratamentos de bons profissionais de saúde; e o resultado natural disto é simples e lógico: cada vez mais bem-estar e real #QUALIDADE DE VIDA para todos!

Um abraço e Feliz 2014, com SAÚDE, para todos!

Dr. Ícaro Alves Alcântara

• Por que o livro é vendido, se a idéia principal é passar conhecimentos sobre Hábitos Saudáveis de Vida? Porque, infelizmente, parece que a maioria das pessoas não dá o devido valor a conhecimentos que venham gratuitamente...
Ou estou errado?



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Meus 4 DESEJOS para você em 2014


Para 2014 (e sempre) desejo para VOCÊ e família (além de tudo de bom que está na imagem acima):

- SAÚDE
Corpo-Mente-Espírito: deve sempre ser seu maior patrimônio em vida, até porque sem ela ninguém sobrevive ou é capaz de #VIVER a #VIDA (aproveitá-la de verdade)

- CONHECIMENTO
Fundamental à existência, bem-estar e progresso; e como ele mesmo está em constante aperfeiçoamento e evolução, deve ser sempre atualizado em fontes confiáveis 

- SABEDORIA
Tendo-a você aprende a valorizar o que tem e usa isto para obter sempre mais e melhor

- DEUS
Se Ele e seus ensinamentos estiverem nos seus atos e pensamentos, Saúde + Conhecimento + Sabedoria viram “tudo de bom” na sua vida e de quem te cerca!

Muito obrigado por tudo que pude aprender com vocês até hoje e ao longo de 2013; e pela confiança no meu trabalho e dicas de #saúde!

Um grande abraço e mais uma vez, sinceramente, um FELIZ 2014 para todos!

Dr. Ícaro Alves Alcântara

* Bela e “completa” imagem extraída deste link, que também contem EXCELENTES conselhos de melhoria pessoal para 2014 – Recomendo!



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A ciência de viver bem...



Pequenas mudanças de atitude podem melhorar sua saúde física e mental. Conheça 7 hábitos comprovados cientificamente que você deve adotar para ganhar qualidade de vida - e uma coisa que você não deve fazer.

Use filtro solar. Coma frutas e verduras. Lembre-se do fio dental. Pratique pelo menos uma hora de exercícios físicos por dia. Passe longe do torresminho de bar. Aproveite também para largar o cigarro. Beba dois litros de água filtrada por dia. E durma 8 horas por noite. Leia mais e sempre. Aprenda a meditar. Vá ao dentista regularmente. Se beber, não dirija. Faça um check-up por ano. Não fique com o rosto colado na tela do computador. Trabalhe menos, divirta-se mais. Encha o prato com verduras, grãos e brotos. Esvazie-o de doces e gorduras.

Seguindo à risca essa lista de cuidados, é bem possível que você tenha uma vida mais saudável. E nem precisamos encher estas páginas com estudos que comprovem tudo o que está dito aí em cima – até porque, convenhamos, você já está cansado de saber. É bem possível, inclusive, que muita coisa daí esteja entre suas promessas para o início do ano. Então, resolvemos engordar seus planos para 2014. Pinçamos 7 outras coisas importantíssimas (mas bem menos óbvias) que você pode fazer – e uma que você NÃO deve fazer – para melhorar consideravelmente seu dia-a-dia. Fora tudo isso que está aí em cima, lógico.

1. Ouça música

A música tem efeitos muito benéficos para a saúde física e mental. Já não é de hoje que os cientistas vêm estudando o fenômeno. Entre outras coisas, a música pode acalmar, estimular a criatividade e a concentração, além de ajudar na cura de uma porção de doenças.
“A música é capaz de mudar a freqüência das ondas cerebrais. Já foi provado, por exemplo, que clássicos de compositores como Bach, Beethoven e Mozart deixam as ondas cerebrais com o mesmo comportamento, ou seja, com o mesmo potencial elétrico, de um indivíduo em repouso”, afirma Luiz Celso Vilanova, médico neurologista, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Esse estado é chamado ritmo alfa e ocorre quando a pessoa está muito relaxada ou não está pensando em nada, como em algumas meditações.”

Uma vez que nosso organismo também tem um ritmo interno, ao entrar por nossos ouvidos, a música faz contato com este ritmo, interagindo com as atividades biológicas do nosso corpo. É assim que trabalha a musicoterapia, muito aplicada – e com bons resultados – no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer, epilepsia, esquizofrenia e depressão, entre outras doenças. “Não existem indicações que comprovem que a música tenha o poder de curar alguém. Mas podemos dizer que ela está diretamente associada à promoção da saúde”, afirma Luiz Celso. Isso significa que ainda não é possível prescrever um Mozart em jejum ou duas doses de Beethoven após as refeições. Feita essa ressalva, é certo que eles podem, sim, trabalhar na prevenção de uma doença que virou epidemia nos dias de hoje: estresse. Até porque está mais do que provado que música relaxa – e muito.

2. Prepare-se para envelhecer

Ninguém gosta muito da idéia de ficar velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais.

Para começar, os cuidados para ter um envelhecimento saudável. Valem todos aqueles que falamos lá no início da reportagem – e que certamente você já ouviu milhões de vezes. É preciso dar ouvidos à máxima dos médicos, não há muita saída. “Os sinais de envelhecimento são conseqüência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.

3. Tenha fé

Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também têm menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.

“A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.

O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.

“Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé têm saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”

Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.

4. Ande mais a pé

Gastar sola de sapato é um dos melhores exercícios que existem, seja para a saúde física, mental, do meio ambiente ou do seu bolso mesmo. Sim, porque para fazer caminhadas você não precisa gastar rios de dinheiro com academias elaboradas, muito menos com personal trainer. Um par de tênis basta. E quando falamos de caminhada, não estamos nos referindo a nada profissional, que exija pista adequada e treinamento. Pode ser no seu bairro, no quarteirão da sua casa, ou até mesmo na escadaria do prédio, na pior das hipóteses.

Os benefícios físicos vão desde a melhora do sistema imunológico, a perda de peso e a oxigenação do corpo a até mesmo o aumento da nossa inteligência, acredite. Segundo artigo publicado na revista científica americana Trends in Neurosciences (“Tendências em Neurociências”), a caminhada aumenta a resistência cerebral e melhora o desempenho de leitura e aprendizado. E mais: beneficia a plasticidade do cérebro – a capacidade que ele tem de se adaptar a novas situações e realizar funções diferentes. Sem contar o efeito no humor. “Andar diminui o estresse e ajuda muito no combate à depressão”, afirma o médico ortopedista Victor Matsudo, consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde).
“Caminhar permite que você observe muito mais as coisas ao seu redor, aproveite a natureza, reflita sobre a vida, pense em histórias, lembre fatos e acontecimentos, faça cálculos, tenha idéias, faça reflexões”, diz Victor. Você vai entrar em lojinhas que nunca percebeu, pedir e dar informações, falar com gente desconhecida (nessas, você pode acabar até conhecendo o amor da sua vida).

5. Tenha (pelo menos) um amigo

Todo mundo quer ser feliz, isso é tão verdadeiro quanto óbvio. O psicólogo Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia (EUA), passou anos pesquisando o assunto e concluiu que, para chegar à tal felicidade, precisamos ter amigos. Os amigos, segundo ele, resumem a soma das 3 coisas que resultam na alegria: prazer, engajamento e significado. Explicando: conversar com um amigo, por exemplo, nos dá prazer. Ao mesmo tempo, nos sentimos engajados, porque doamos muito de nós mesmos a ele. E ainda esse bom bate papo faz com que nossa vida adquira um significado mesmo que seja momentâneo.

O cientista social americano Ronald Inglehart analisou diversas pesquisas sobre qualidade de vida e chegou à conclusão que os ingredientes para uma vida feliz incluem relações próximas. “Os homens têm o que os psicólogos apelidaram de uma profunda necessidade de se sentirem incluídos. Os que são apoiados por amizades íntimas se declararam muito felizes”, afirma.

Outro benefício decorrente de ter amigos é manter a saúde em ordem. De acordo com o psicólogo social David Myers, professor da Faculdade Hope, nos EUA, as pessoas que têm amizades próximas ou são ligadas à sua comunidade (seja de colegas de trabalho, de religião ou de organizações por causas comuns) têm menos possibilidade de morrer prematuramente, se comparadas àquelas pessoas que têm poucos laços sociais. E perder esses laços aumenta o risco de ficar doente. “A amizade libera substâncias hormonais no cérebro que favorecem a alegria de viver e o bem estar”, diz Roque Theophilo, presidente da Academia Brasileira de Psicologia.

6. Coma devagar

Parece até falatório de mãe, mas os benefícios de diminuir o ritmo das garfadas são incríveis. Para começar, ninguém ganha tempo comendo um sanduíche na frente do computador – o máximo que você ganha são quilos a mais, uma vez que, quanto mais rápido come, mais fome sente. “Existem dois centros que regulam a alimentação no cérebro: o centro da fome e o centro da saciedade”, afirma Arthur Kaufman, coordenador do Prato (Projeto de Atendimento ao Obeso), do Hospital das Clínicas da USP. “O centro da saciedade demora até 20 minutos para mandar uma mensagem ao outro de que você está comendo e está satisfeito. Se você comer muito rápido, vai passar da conta, sentir o estômago estufado antes que seu centro de saciedade tenha tempo de informar seu corpo de que já está bom e você deve parar de comer.” É isso que acontece numa churrascaria rodízio com aqueles que comem na mesma velocidade em que os garçons trazem os espetos.

Isso quer dizer que, se você comer mais devagar, provavelmente vai comer menos sem ter que fazer nenhuma dieta. O que será um ganho danado à sua saúde. Fora a redução do peso e do risco de doenças aliadas à obesidade, há diversas pesquisas que apontam que devemos diminuir a quantidade de comida se quisermos viver mais.

Em oposição à moda do fast food, o slow food prega que incrementar a qualidade da comida e desfrutá-la com calma é uma maneira simples de fazer o nosso cotidiano mais feliz – conceito, aliás aprovadíssimo pela Associação Dietética Americana. O movimento quer que as pessoas voltem a curtir a refeição, e não comer por compulsão ou como uma forma de compensar a ansiedade.

7. Desligue a TV

Sim, o hábito de se largar no sofá e assistir a qualquer porcaria que esteja no ar pode deixar as pessoas viciadas no relaxamento que a TV produz. O problema é que essa sensação gostosa vai embora assim que o aparelho é desligado – é igualzinho ao vício em substâncias químicas. O estado de passividade e a diminuição no grau de atenção, no entanto, continuam. Quando vista por mais de 20 horas por semana, a televisão pode danificar as funções do lado esquerdo do cérebro, reduzindo o desenvolvimento lógico-verbal.

Faça uma continha rápida: se você assistir à televisão por cerca de 3 horas por dia, quando chegar aos 75 anos, terá passado 9 anos inteiros da sua vida vendo TV. É tempo para chuchu sem exercitar a mente nem o corpo, o que pode acarretar sérios problemas, desde obesidade a até mesmo doenças degenerativas cerebrais, como demência e mal de Alzheimer.

O cérebro, assim como o corpo, também precisa ser exercitado. Só que ninguém se lembra dele nas academias de ginástica, por exemplo. A diminuição da capacidade mental associada à idade ocorre por causa de alterações nas ligações entre as células cerebrais. Há indícios de que manter o cérebro em atividade ajuda a aumentar as reservas de células e conexões cerebrais. “O que é bom para seu coração é bom para seu cérebro. Tudo aquilo que você fizer para prevenir doenças coronárias também vai ajudar sua cabeça e assim diminuir o risco de desenvolver mal de Alzheimer”, indica a Associação Alzheimer, órgão americano de ajuda e informação aos portadores da doença.

Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, ratos e outros roedores estimulados com brinquedos e aparelhos para exercícios desenvolveram células novinhas em folha na região do cérebro envolvida com aprendizado e com a memória. Portanto, mande ver nas atividades físicas. Agora, é lógico, lembre-se de botar a cabeça para funcionar também. Ler, escrever, jogar jogos de tabuleiro, aprender coisas novas, fazer palavras cruzadas, resolver passatempos de lógica: todas essas atividades mantêm seu cérebro ativo e, quem sabe, criam reservas de células e conexões. Estudar sempre algo diferente pode ser um bom jeito de obrigar sua cabeça a pensar mais. Outra idéia que também contribui para romper a inércia cerebral é praticar atividades ao ar livre – no mínimo, elas vão arrancar você do sofá e da frente da televisão.

Não leve nada disso tão a sério

Se você leu esta reportagem até aqui – e levou tudo o que está escrito em consideração – deve estar cheio de tarefas a cumprir. De fato, são dicas que podem ajudá-lo a melhorar consideravelmente seu dia a dia. Mas, sinceramente, não precisa tanta rigidez. Se der para fazer tudo, ótimo. Se não der, tudo bem também. Tente outra vez.

Radicalismos e rigidez com regras são um perigo. Podem se tornar uma obsessão e isso não é bom. O melhor mesmo para a saúde é o equilíbrio, a flexibilidade. “Todos os meus pacientes que mudaram o comportamento e se tornaram mais flexíveis tiveram uma melhora no estado de saúde. Pessoas muito rígidas, controladoras e perfeccionistas tendem a ter mais doenças do coração”, afirma o cardiologista Alan Rozanski, do Departamento de Medicina da Universidade Colúmbia, Nova York. Os oncologistas também vêm avançando em estudos que comprovam ligação entre esse tipo de comportamento humano e o desenvolvimento de câncer – chama-se “padrão biopsicossocial de risco de câncer”. Ele é caracterizado principalmente por pessoas que negam ou suprimem as emoções, são muito racionais e têm um controle muito rígido que as impede de se expressar. Esse perfil diminuiria a competência do sistema imunológico, seja para prevenir o câncer, seja para combatê-lo durante o tratamento, ou para impedir que ele reincida.

Edward Creagan, médico oncologista da Clínica Mayo, em Rochester, EUA, é um ardoroso defensor da flexibilidade para a manutenção da saúde. Mas como chegar até ela? “Ser resiliente não é seguir os clichês de ‘se a vida te deu um limão, faça uma limonada’. Ser resiliente é não ignorar seus sentimentos, suas dores”, diz. “É também perceber que nem sempre você tem que ser forte, você pode pedir ajuda. Esses são fatores fundamentais Essa capacidade protege você e seus familiares de doenças como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, doenças cardíacas e diabetes”. Está vendo? Até o corpo agradece.

Um Ano Novo repleto de Sorrisos !

Via Super Interessante - http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-44


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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A POLÊMICA DO TRIBULUS TERRESTRIS...





Existem atualmente vários suplementos originados de plantas naturais aos quais se costuma atribuir benefícios funcionais incluindo aumento de massa muscular e melhora de desempenho físico.

Um desses produtos é o chamado Tribulus Terrestris. Este fitoterápico é originado de uma planta chamada videira da punctura que curiosamente é considerada uma erva daninha.

Tanto na literatura científica como em diversas fontes na própria internet encontramos informações contraditórias sobre este produto. A hipótese é que seus princípios ativos teriam propriedades associadas ao aumento da produção de testosterona e do vigor sexual.

Com apelos tão sedutores, não é de estranhar que este produto tenha uma enorme procura. A hipótese é de que ele seja uma espécie de “pro-hormônio” aumentando a produção de testosterona e promovendo aumento da massa muscular.

Na verdade, as fontes de informação que sugerem estes efeitos não são de natureza científica. Estudos científicos recentes não comprovaram efeito do Tribulus Terrestris no aumento de testosterona em humanos. Estudos que investigaram melhora de força e aumento da massa muscular também não foram capazes de comprovar estes benefícios.

Na análise de seus componentes químicos também não foi identificado nenhum precursor da testosterona. Parece que boa parte da sua “fama” é originada por relatos populares, principalmente relacionados à melhora de disfunção erétil e infertilidade.

Como a hipótese, apesar de não confirmada surgiu e ganhou força, a procura pelo produto é grande.

Tem contraindicação usar? Parece que existem restrições para pessoas hipertensas, também sem maiores comprovações científicas. Nesses casos, o bom senso recomenda evitar.

Em relação aos benefícios, fica portanto, mais uma vez certa controvérsia, porém como a palavra final é sempre a da ciência, por enquanto o Tribulus Terrestris ainda carece de aval científico.

Fonte: http://drturibio.com

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Você quer mesmo recuperar e manter SAÚDE?



Se há algo errado com a sua saúde certamente seu problema foi causado ou é mantido/piorado pela falta de bons HÁBITOS DE VIDA; se você quer melhorar, então, de verdade, TEM que melhorar como cuida do seu organismo: seus hábitos de vida – saiba quais são eles e como melhorá-los aqui:
ou aqui, para quem quer algo mais prático, direto e resumido:

E para quem precisa de uma “ajudinha” para lembrar de manter hábitos de vida saudáveis ao longo do dia (beber água, alimentar-se direito, respirar, etc):

Mas como muito em saúde muda constantemente em virtude dos progressos científicos, para manter-se atualizado através de textos e dicas diárias em “tempo real”:

Resumindo: agora só não cuida melhor da sua saúde quem não quiser!

Somente os Hábitos de vida possibilitam ao seu #ORGANISMO #VIVER de verdade, fornecendo:
- Material para construir #músculos , #ossos , #sangue , #nervos ,#hormônios e etc (tudo no corpo e mente)
#Combustíveis para ele funcionar, como água, alimentos e oxigênio
- Condições: #sono adequado, #exercício físico regular, lidar melhor com o#stress , etc

> Se você tem algum #sintoma , #distúrbio ou #doença , #cura ou pelo menos sentir-se #melhor somente são possíveis via hábitos de vida mais saudáveis;
ou
> Se você acha que tem #SAÚDE e quer manter-se assim, isto só é possível através da manutenção dos seus #Hábitos de #Vida cada vez mais#saudáveis

Entenda: somente quem tem Hábitos de Vida saudáveis (minimamente) consegue manter/recuperar SAÚDE: Sempre!

Um abraço e saúde!

Dr. Ícaro Alves Alcântara
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