terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A ciência de viver bem...



Pequenas mudanças de atitude podem melhorar sua saúde física e mental. Conheça 7 hábitos comprovados cientificamente que você deve adotar para ganhar qualidade de vida - e uma coisa que você não deve fazer.

Use filtro solar. Coma frutas e verduras. Lembre-se do fio dental. Pratique pelo menos uma hora de exercícios físicos por dia. Passe longe do torresminho de bar. Aproveite também para largar o cigarro. Beba dois litros de água filtrada por dia. E durma 8 horas por noite. Leia mais e sempre. Aprenda a meditar. Vá ao dentista regularmente. Se beber, não dirija. Faça um check-up por ano. Não fique com o rosto colado na tela do computador. Trabalhe menos, divirta-se mais. Encha o prato com verduras, grãos e brotos. Esvazie-o de doces e gorduras.

Seguindo à risca essa lista de cuidados, é bem possível que você tenha uma vida mais saudável. E nem precisamos encher estas páginas com estudos que comprovem tudo o que está dito aí em cima – até porque, convenhamos, você já está cansado de saber. É bem possível, inclusive, que muita coisa daí esteja entre suas promessas para o início do ano. Então, resolvemos engordar seus planos para 2014. Pinçamos 7 outras coisas importantíssimas (mas bem menos óbvias) que você pode fazer – e uma que você NÃO deve fazer – para melhorar consideravelmente seu dia-a-dia. Fora tudo isso que está aí em cima, lógico.

1. Ouça música

A música tem efeitos muito benéficos para a saúde física e mental. Já não é de hoje que os cientistas vêm estudando o fenômeno. Entre outras coisas, a música pode acalmar, estimular a criatividade e a concentração, além de ajudar na cura de uma porção de doenças.
“A música é capaz de mudar a freqüência das ondas cerebrais. Já foi provado, por exemplo, que clássicos de compositores como Bach, Beethoven e Mozart deixam as ondas cerebrais com o mesmo comportamento, ou seja, com o mesmo potencial elétrico, de um indivíduo em repouso”, afirma Luiz Celso Vilanova, médico neurologista, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Esse estado é chamado ritmo alfa e ocorre quando a pessoa está muito relaxada ou não está pensando em nada, como em algumas meditações.”

Uma vez que nosso organismo também tem um ritmo interno, ao entrar por nossos ouvidos, a música faz contato com este ritmo, interagindo com as atividades biológicas do nosso corpo. É assim que trabalha a musicoterapia, muito aplicada – e com bons resultados – no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer, epilepsia, esquizofrenia e depressão, entre outras doenças. “Não existem indicações que comprovem que a música tenha o poder de curar alguém. Mas podemos dizer que ela está diretamente associada à promoção da saúde”, afirma Luiz Celso. Isso significa que ainda não é possível prescrever um Mozart em jejum ou duas doses de Beethoven após as refeições. Feita essa ressalva, é certo que eles podem, sim, trabalhar na prevenção de uma doença que virou epidemia nos dias de hoje: estresse. Até porque está mais do que provado que música relaxa – e muito.

2. Prepare-se para envelhecer

Ninguém gosta muito da idéia de ficar velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais.

Para começar, os cuidados para ter um envelhecimento saudável. Valem todos aqueles que falamos lá no início da reportagem – e que certamente você já ouviu milhões de vezes. É preciso dar ouvidos à máxima dos médicos, não há muita saída. “Os sinais de envelhecimento são conseqüência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.

3. Tenha fé

Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também têm menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.

“A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.

O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.

“Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé têm saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”

Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.

4. Ande mais a pé

Gastar sola de sapato é um dos melhores exercícios que existem, seja para a saúde física, mental, do meio ambiente ou do seu bolso mesmo. Sim, porque para fazer caminhadas você não precisa gastar rios de dinheiro com academias elaboradas, muito menos com personal trainer. Um par de tênis basta. E quando falamos de caminhada, não estamos nos referindo a nada profissional, que exija pista adequada e treinamento. Pode ser no seu bairro, no quarteirão da sua casa, ou até mesmo na escadaria do prédio, na pior das hipóteses.

Os benefícios físicos vão desde a melhora do sistema imunológico, a perda de peso e a oxigenação do corpo a até mesmo o aumento da nossa inteligência, acredite. Segundo artigo publicado na revista científica americana Trends in Neurosciences (“Tendências em Neurociências”), a caminhada aumenta a resistência cerebral e melhora o desempenho de leitura e aprendizado. E mais: beneficia a plasticidade do cérebro – a capacidade que ele tem de se adaptar a novas situações e realizar funções diferentes. Sem contar o efeito no humor. “Andar diminui o estresse e ajuda muito no combate à depressão”, afirma o médico ortopedista Victor Matsudo, consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde).
“Caminhar permite que você observe muito mais as coisas ao seu redor, aproveite a natureza, reflita sobre a vida, pense em histórias, lembre fatos e acontecimentos, faça cálculos, tenha idéias, faça reflexões”, diz Victor. Você vai entrar em lojinhas que nunca percebeu, pedir e dar informações, falar com gente desconhecida (nessas, você pode acabar até conhecendo o amor da sua vida).

5. Tenha (pelo menos) um amigo

Todo mundo quer ser feliz, isso é tão verdadeiro quanto óbvio. O psicólogo Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia (EUA), passou anos pesquisando o assunto e concluiu que, para chegar à tal felicidade, precisamos ter amigos. Os amigos, segundo ele, resumem a soma das 3 coisas que resultam na alegria: prazer, engajamento e significado. Explicando: conversar com um amigo, por exemplo, nos dá prazer. Ao mesmo tempo, nos sentimos engajados, porque doamos muito de nós mesmos a ele. E ainda esse bom bate papo faz com que nossa vida adquira um significado mesmo que seja momentâneo.

O cientista social americano Ronald Inglehart analisou diversas pesquisas sobre qualidade de vida e chegou à conclusão que os ingredientes para uma vida feliz incluem relações próximas. “Os homens têm o que os psicólogos apelidaram de uma profunda necessidade de se sentirem incluídos. Os que são apoiados por amizades íntimas se declararam muito felizes”, afirma.

Outro benefício decorrente de ter amigos é manter a saúde em ordem. De acordo com o psicólogo social David Myers, professor da Faculdade Hope, nos EUA, as pessoas que têm amizades próximas ou são ligadas à sua comunidade (seja de colegas de trabalho, de religião ou de organizações por causas comuns) têm menos possibilidade de morrer prematuramente, se comparadas àquelas pessoas que têm poucos laços sociais. E perder esses laços aumenta o risco de ficar doente. “A amizade libera substâncias hormonais no cérebro que favorecem a alegria de viver e o bem estar”, diz Roque Theophilo, presidente da Academia Brasileira de Psicologia.

6. Coma devagar

Parece até falatório de mãe, mas os benefícios de diminuir o ritmo das garfadas são incríveis. Para começar, ninguém ganha tempo comendo um sanduíche na frente do computador – o máximo que você ganha são quilos a mais, uma vez que, quanto mais rápido come, mais fome sente. “Existem dois centros que regulam a alimentação no cérebro: o centro da fome e o centro da saciedade”, afirma Arthur Kaufman, coordenador do Prato (Projeto de Atendimento ao Obeso), do Hospital das Clínicas da USP. “O centro da saciedade demora até 20 minutos para mandar uma mensagem ao outro de que você está comendo e está satisfeito. Se você comer muito rápido, vai passar da conta, sentir o estômago estufado antes que seu centro de saciedade tenha tempo de informar seu corpo de que já está bom e você deve parar de comer.” É isso que acontece numa churrascaria rodízio com aqueles que comem na mesma velocidade em que os garçons trazem os espetos.

Isso quer dizer que, se você comer mais devagar, provavelmente vai comer menos sem ter que fazer nenhuma dieta. O que será um ganho danado à sua saúde. Fora a redução do peso e do risco de doenças aliadas à obesidade, há diversas pesquisas que apontam que devemos diminuir a quantidade de comida se quisermos viver mais.

Em oposição à moda do fast food, o slow food prega que incrementar a qualidade da comida e desfrutá-la com calma é uma maneira simples de fazer o nosso cotidiano mais feliz – conceito, aliás aprovadíssimo pela Associação Dietética Americana. O movimento quer que as pessoas voltem a curtir a refeição, e não comer por compulsão ou como uma forma de compensar a ansiedade.

7. Desligue a TV

Sim, o hábito de se largar no sofá e assistir a qualquer porcaria que esteja no ar pode deixar as pessoas viciadas no relaxamento que a TV produz. O problema é que essa sensação gostosa vai embora assim que o aparelho é desligado – é igualzinho ao vício em substâncias químicas. O estado de passividade e a diminuição no grau de atenção, no entanto, continuam. Quando vista por mais de 20 horas por semana, a televisão pode danificar as funções do lado esquerdo do cérebro, reduzindo o desenvolvimento lógico-verbal.

Faça uma continha rápida: se você assistir à televisão por cerca de 3 horas por dia, quando chegar aos 75 anos, terá passado 9 anos inteiros da sua vida vendo TV. É tempo para chuchu sem exercitar a mente nem o corpo, o que pode acarretar sérios problemas, desde obesidade a até mesmo doenças degenerativas cerebrais, como demência e mal de Alzheimer.

O cérebro, assim como o corpo, também precisa ser exercitado. Só que ninguém se lembra dele nas academias de ginástica, por exemplo. A diminuição da capacidade mental associada à idade ocorre por causa de alterações nas ligações entre as células cerebrais. Há indícios de que manter o cérebro em atividade ajuda a aumentar as reservas de células e conexões cerebrais. “O que é bom para seu coração é bom para seu cérebro. Tudo aquilo que você fizer para prevenir doenças coronárias também vai ajudar sua cabeça e assim diminuir o risco de desenvolver mal de Alzheimer”, indica a Associação Alzheimer, órgão americano de ajuda e informação aos portadores da doença.

Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, ratos e outros roedores estimulados com brinquedos e aparelhos para exercícios desenvolveram células novinhas em folha na região do cérebro envolvida com aprendizado e com a memória. Portanto, mande ver nas atividades físicas. Agora, é lógico, lembre-se de botar a cabeça para funcionar também. Ler, escrever, jogar jogos de tabuleiro, aprender coisas novas, fazer palavras cruzadas, resolver passatempos de lógica: todas essas atividades mantêm seu cérebro ativo e, quem sabe, criam reservas de células e conexões. Estudar sempre algo diferente pode ser um bom jeito de obrigar sua cabeça a pensar mais. Outra idéia que também contribui para romper a inércia cerebral é praticar atividades ao ar livre – no mínimo, elas vão arrancar você do sofá e da frente da televisão.

Não leve nada disso tão a sério

Se você leu esta reportagem até aqui – e levou tudo o que está escrito em consideração – deve estar cheio de tarefas a cumprir. De fato, são dicas que podem ajudá-lo a melhorar consideravelmente seu dia a dia. Mas, sinceramente, não precisa tanta rigidez. Se der para fazer tudo, ótimo. Se não der, tudo bem também. Tente outra vez.

Radicalismos e rigidez com regras são um perigo. Podem se tornar uma obsessão e isso não é bom. O melhor mesmo para a saúde é o equilíbrio, a flexibilidade. “Todos os meus pacientes que mudaram o comportamento e se tornaram mais flexíveis tiveram uma melhora no estado de saúde. Pessoas muito rígidas, controladoras e perfeccionistas tendem a ter mais doenças do coração”, afirma o cardiologista Alan Rozanski, do Departamento de Medicina da Universidade Colúmbia, Nova York. Os oncologistas também vêm avançando em estudos que comprovam ligação entre esse tipo de comportamento humano e o desenvolvimento de câncer – chama-se “padrão biopsicossocial de risco de câncer”. Ele é caracterizado principalmente por pessoas que negam ou suprimem as emoções, são muito racionais e têm um controle muito rígido que as impede de se expressar. Esse perfil diminuiria a competência do sistema imunológico, seja para prevenir o câncer, seja para combatê-lo durante o tratamento, ou para impedir que ele reincida.

Edward Creagan, médico oncologista da Clínica Mayo, em Rochester, EUA, é um ardoroso defensor da flexibilidade para a manutenção da saúde. Mas como chegar até ela? “Ser resiliente não é seguir os clichês de ‘se a vida te deu um limão, faça uma limonada’. Ser resiliente é não ignorar seus sentimentos, suas dores”, diz. “É também perceber que nem sempre você tem que ser forte, você pode pedir ajuda. Esses são fatores fundamentais Essa capacidade protege você e seus familiares de doenças como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, doenças cardíacas e diabetes”. Está vendo? Até o corpo agradece.

Um Ano Novo repleto de Sorrisos !

Via Super Interessante - http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-44


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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A POLÊMICA DO TRIBULUS TERRESTRIS...





Existem atualmente vários suplementos originados de plantas naturais aos quais se costuma atribuir benefícios funcionais incluindo aumento de massa muscular e melhora de desempenho físico.

Um desses produtos é o chamado Tribulus Terrestris. Este fitoterápico é originado de uma planta chamada videira da punctura que curiosamente é considerada uma erva daninha.

Tanto na literatura científica como em diversas fontes na própria internet encontramos informações contraditórias sobre este produto. A hipótese é que seus princípios ativos teriam propriedades associadas ao aumento da produção de testosterona e do vigor sexual.

Com apelos tão sedutores, não é de estranhar que este produto tenha uma enorme procura. A hipótese é de que ele seja uma espécie de “pro-hormônio” aumentando a produção de testosterona e promovendo aumento da massa muscular.

Na verdade, as fontes de informação que sugerem estes efeitos não são de natureza científica. Estudos científicos recentes não comprovaram efeito do Tribulus Terrestris no aumento de testosterona em humanos. Estudos que investigaram melhora de força e aumento da massa muscular também não foram capazes de comprovar estes benefícios.

Na análise de seus componentes químicos também não foi identificado nenhum precursor da testosterona. Parece que boa parte da sua “fama” é originada por relatos populares, principalmente relacionados à melhora de disfunção erétil e infertilidade.

Como a hipótese, apesar de não confirmada surgiu e ganhou força, a procura pelo produto é grande.

Tem contraindicação usar? Parece que existem restrições para pessoas hipertensas, também sem maiores comprovações científicas. Nesses casos, o bom senso recomenda evitar.

Em relação aos benefícios, fica portanto, mais uma vez certa controvérsia, porém como a palavra final é sempre a da ciência, por enquanto o Tribulus Terrestris ainda carece de aval científico.

Fonte: http://drturibio.com

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Você quer mesmo recuperar e manter SAÚDE?



Se há algo errado com a sua saúde certamente seu problema foi causado ou é mantido/piorado pela falta de bons HÁBITOS DE VIDA; se você quer melhorar, então, de verdade, TEM que melhorar como cuida do seu organismo: seus hábitos de vida – saiba quais são eles e como melhorá-los aqui:
ou aqui, para quem quer algo mais prático, direto e resumido:

E para quem precisa de uma “ajudinha” para lembrar de manter hábitos de vida saudáveis ao longo do dia (beber água, alimentar-se direito, respirar, etc):

Mas como muito em saúde muda constantemente em virtude dos progressos científicos, para manter-se atualizado através de textos e dicas diárias em “tempo real”:

Resumindo: agora só não cuida melhor da sua saúde quem não quiser!

Somente os Hábitos de vida possibilitam ao seu #ORGANISMO #VIVER de verdade, fornecendo:
- Material para construir #músculos , #ossos , #sangue , #nervos ,#hormônios e etc (tudo no corpo e mente)
#Combustíveis para ele funcionar, como água, alimentos e oxigênio
- Condições: #sono adequado, #exercício físico regular, lidar melhor com o#stress , etc

> Se você tem algum #sintoma , #distúrbio ou #doença , #cura ou pelo menos sentir-se #melhor somente são possíveis via hábitos de vida mais saudáveis;
ou
> Se você acha que tem #SAÚDE e quer manter-se assim, isto só é possível através da manutenção dos seus #Hábitos de #Vida cada vez mais#saudáveis

Entenda: somente quem tem Hábitos de Vida saudáveis (minimamente) consegue manter/recuperar SAÚDE: Sempre!

Um abraço e saúde!

Dr. Ícaro Alves Alcântara
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Dicas para desintoxicar das Festas de Final de Ano...

A ideia é não exagerar no consumo de alimentos e bebidas, mas se você não conseguiu, aqui vão algumas sugestões para os dias seguintes da ceia de Natal. Confira:

Vamos às dicas para você desintoxicar seu organismo:

- Beba muita, muita, MUITA ÁGUA, principalmente se extrapolou a dose no álcool. Lembre-se a maior parte do seu organismo é constituída de água, se faltar, nada funciona como deveria.
 
- Tome chá verde, um excelente diurético e desintoxicante vai te auxiliar a eliminar aquele inchaço indesejado. Não gosta do sabor? Adicione fatias de limão, laranja, hortelã, capim cidreira para saborizá-lo. Outros chás com poder diurético são: alecrim, salsaparrilha e hortelã, mas o chá verde possui muitas propriedades benéficas além da desintoxicação, então seu consumo é importante.
 
- Nesta semana procure fazer refeições leves com ingredientes naturais para colocar seu metabolismo em dia. Aposte em sopas bem coloridas e que não sejam industrializadas. Faça saladas com uma boa variedade de legumes e verduras para repor vitaminas e minerais ao seu organismo. Carnes magras e grelhadas são uma boa pedida e nada de frituras e carnes gordurosas.
 
- Aposte no arroz integral, se não tem hábito de consumir os alimentos integrais é uma boa hora para iniciar seu consumo. Além de proporcionar mais saciedade por seu índice glicêmico ser menor, sendo um grande aliado no processo de emagrecimento, de brinde você leva mais nutrientes.
 
- Abuse das frutas! Com certeza você deve ser daqueles que come 1 fruta ao dia ou 1 por semana. Nada disso! Tente criar o hábito de consumir no mínimo 3 frutas ao dia. A dica que sempre dou ao meus clientes é fazer uma super salada de frutas, mas não aquela tradicional que só vai banana, maçã e mamão. Coloque laranja, kiwi, melão, pêra, maçã, manga, mamão, pique tudo e coloque na geladeira e vá servindo as porções nos lanches, café-da-manhã e leve com você uma porção para o trabalho, além de ser muito mais gostoso que uma fruta só você acaba ingerindo diversas vitaminas de uma vez só.
 
- Determine horários para as suas refeições. Eu sei que muitas vezes é difícil pela rotina de trabalho, etc, mas procure estabelecer horários para as refeições. Nosso corpo gosta de disciplina e estabelecer esta rotina alimentar evita que você fique beliscando, exagere nas refeições ou coma alimentos que não deve, como por exemplo alimentos fritos ou fast food.

- Se não consegue sozinho, procure ajuda! Tem pessoas que são bem organizadas e conseguem se disciplinar nas refeições, o que não é garantia de estar se alimentando corretamente, mas já é um começo. Acredito que é sempre interessante procurar um profissional para trocar uma ideia sobre seus hábitos alimentares. Muitas vezes as mudanças não são grandes, mas fazem toda diferença. E muitas vezes as mudanças precisam ser drásticas e por isso o suporte técnico de um profissional é importante para que você não desista no meio do caminho já que conseguimos buscar alternativas aos obstáculos.

- E por fim, mas não menos importante, é preciso enraizar o hábito do exercício físico, que além de melhorar a circulação, evitando retenção de líquidos, tem zilhões de benefícios, incluindo o emagrecimento e melhora da qualidade de vida.

https://www.facebook.com/CristianeSpricigoConsultoriaNutricional
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Testosterona - Basta ela para ter bom desempenho?

* LEIA ACIMA quem ainda acha que Testosterona só serve para "funções sexuais"...


Hoje em dia é comum as pessoas que querem melhor desempenho geral (sobretudo o “pessoal de academia”) viverem em busca de algo que aumente a #TESTOSTERONA, tanto homens quanto mulheres… Sobre o assunto, entendam:

1 - Desempenho geral depende de bom #metabolismo e para isso a base, mesmo, é BONS hábitos de vida (aprenda isso e como fazer no www.icaro.med.br/artigos ) - sem eles você pode até se entupir de hormônios/medicamentos/suplementos mas vai mesmo é acabar doente e frustrado.

2 - Não é só a testosterona quem traz melhor metabolismo e por isso desempenho geral; ou seja, se seu desempenho não anda bom, há várias coisas para você pesquisar junto a profissionais de saúde competentes, como vários hormônios, neurotransmissores, etc

3 - Uma coisa é você usar #hormônios prontos e outra coisa é usar substâncias que melhorem SUA própria produção hormonal; neste último caso, pouco vão adiantar se seu organismo não tem material para virar estes hormônios e para virar as enzimas (e otimizar seu funcionamento) envolvidas nos processos; por exemplo, pouco adianta você se entupir de #tribulus ou de #maca ou de #eurycoma ou de #pygeum e similares se seu organismo sequer recebe regularmente água, sono e alimentos de qualidade - hormônios e #enzimas não são fabricados a partir de vento!

4 - O excesso de testosterona pode virar #estrógenos e aí os efeitos que você desejava “vão por água abaixo” ou podem te causar sérios efeitos colaterais

5 - Hormônios e #suplementos de baixa qualidade podem não só não funcionar bem: podem te intoxicar e comprometer seu #fígado e demais sistemas desintoxicantes!

Esqueci de algo importante ou ficou entendido?

Boa semana!


Dr. Ícaro Alves Alcântara


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Rir é mesmo o melhor remédio!



Quando sorrimos, nosso organismo:

• Produz e libera endorfina, substância analgésica que aumenta a tolerância à dor;

• Melhora o fluxo sanguíneo, diminuindo o esforço do coração e

• Liberta o estresse acumulado e as emoções dolorosas e de medo.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, todos estes benefícios só existem quando trata-se de um riso de felicidade e de euforia.

O riso faz com que o indivíduo tenha uma descarga de hormônios na corrente sanguínea proporcionando bem estar físico e emocional. E é este bem estar que favorece a tomada de decisões corretas e facilita a cura de diversas doenças.

Vamos, portanto, aproveitar esta descoberta científica e sorrir bastante neste final de ano, com nossa família, amigos e pessoas queridas!

Um Natal cheio de Luz e Alegria!

Que no Ano Novo seus sonhos mais especiais se realizem!

Fonte: Social laughter is correlated with an elevated pain threshold.
 

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