sexta-feira, 22 de novembro de 2013

TEMPO, ENERGIA e PRIORIDADES



A cada dia mais me convenço que um dos principais problemas do ser humano é a falta de PRIORIDADES – o que tanto o adoece quanto prejudica suas chances de sucesso:


Colocar coisas menos importantes como “prioridades” faz você gastar tempo e energia com o que não deveria ser foco e acredite: à medida que envelhecemos nem tempo nem energia “sobram”... Faltam!


E você acha mesmo que na falta de tempo e de energia seu corpo e mente terão como funcionar direito, gastando o pouco que têm para meramente “sobreviver”?

Entenda de uma vez por todas: SER FELIZ depende de ATITUDES SUAS neste sentido e atitudes demandam tempo e energia!

Analise-se e responda para você mesmo: não será seu gasto de tempo e energia nas “prioridades” erradas o grande culpado das suas doenças, “fracassos” (todos temos alguns) e mesmo infelicidade?

Um abraço e boa reflexão e mudanças!
www.icaro.med.br



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Hipotireoidismo - Conheça o importante hormônio T3



Tireóide e seus T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina) – Por que mal se fala do T3 no Brasil e muitos (até “consensos” por aí) até contraindicam-no??

Primeiramente, leia isto:
http://www.icaro.med.br/artigos/3-mitos-em-saude-–-tratamento-do-hipotireoidismo.html/

Leu? Entendeu? Então prossiga:
Eu sempre quis entender por que a maioria dos médicos, sobretudo endocrinologistas, mal fala do T3 para avaliação e tratamento de problemas da TIREÓIDE se esta nobilíssima glândula produz ambos E quando todos sabemos que é o T3 mais de 5 vezes mais potente e ativo que o T4 no organismo... E também entender por que você consegue T3 bioidêntico manipulado ou no exterior (Armour, por exemplo) mas não no Brasil...

Conversando com uma experiente e competente farmacêutica, ela me explicou que:
- A indústria farmacêutica não consegue “estabilizar” o T3 a ponto de fazer com que dure anos em um comprimido ou cápsula, assim tendo “prazo de validade” que obedeça ao mínimo indicado pela legislação brasileira; assim sendo, a indústria farmacêutica NÃO tem como fabricá-lo e assim lucrar com ele pela sua venda em medicamentos por ela patenteados;
- Muitos médicos são atualizados “pela indústria farmacêutica”, direta ou indiretamente: artigos entregues pelos representantes de laboratório em consultório, congressos médicos (adivinhem quem são os principais patrocinadores destes?), livros médicos (muitos “patrocinados” pela indústria citada, diretamente ou via patrocínio “dos seus autores” e suas “pesquisas”), consensos/diretrizes “oficiais” (nos bastidores, muitas vezes, quem pode estar...); ou seja, cada um assume como verdade aquilo a que tem acesso, por vias que julgue “confiáveis”...
- Se só as farmácias de manipulação (que podem lidar com prazos de validade BEM menores) podem manipular e lucrar com o T3, acha mesmo que a indústria farmacêutica iria falar bem dele? Mesmo que seja efetivamente BOM para vários casos, sobretudo quando boa parte dos pacientes com hipotireoidismo não converte adequadamente o T4 em T3 (por exemplo, comprovado em estudo de Harvard de 2009, com voluntários)?

Ou seja: o que me foi explicado é que a indústria farmacêutica (até em virtude de inúmeras evidências científicas internacionais, suficientes) sabe que o T3 seria útil em vários casos de hipotireoidismo (onde muitos pacientes podem até tomar quantidades altas de T4 mas terem pouco T3 para agir no organismo, por baixa conversão, assim persistindo sintomas de hipotireoidismo) mas que pensando apenas nos lucros com a venda do T4 age nos bastidores para que o T3 não só seja “esquecido” mas mesmo de uso contraindicado via consensos oficiais!

Será verdade tudo isto? O que me dizem? O que acham?


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* O hormônio ativo MESMO “da tireóide” é o T3 (a tireóide em si produz principalmente o T4, que é convertido em T3 em vários tecidos do corpo) e hábitos de vida ruins reduzem seu metabolismo reduzindo sua produção de T3:

- Seja pela redução na produção de T4
- Seja pela redução na conversão de T4 em T3

Entendido?

Entenda melhor isso nestes resultados: https://www.google.com.br/search?client=safari&rls=en&q=tireoide+icaro&ie=UTF-8&oe=UTF-8&gws_rd=cr&ei=PKqLUobAGo_ksASlvoLgDA




quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Pasta de Amendoim...

 
Ingredientes:
- 150g de amendoim torrado
- 20 ml de óleo de coco
Modo de Preparo:
Torre o amendoim e leve no processador até virar um creme. E isso demora! Quando vc quase estiver desistindo e achando que não vai dar certo, ele chega no ponto, fique calmo! Sem o óleo de coco também dá certo e demora do mesmo tanto.

https://www.facebook.com/CristianeSpricigoConsultoriaNutricional
 ** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Má higiene e mordida errada podem elevar o risco de perda óssea na boca...


Sorriso bonito durante toda a vida? Sim é possível, mas é preciso se preocupar com os hábitos de higiene bucal e também com a posição da mordida e assim manter os dentes e a boca saudáveis ao longo dos anos. Quem não cuida bem da saúde da boca e dos dentes pode acelerar o processo de perda óssea, um dos maiores inimigos do sorriso. É normal que, com o passar dos anos, o paciente comece a ter menos osso suportando seus dentes, mas é possível retardar e diminuir essa perda.
 
Pessoas que tem osteoporose, que é o desgaste dos ossos, não necessariamente tem problemas nos maxilares; isso porque a doença está mais relacionada à falta de atividade física e como os músculos da face são muito movimentados ao longo dos anos, são menos atingidos. 
 
A falta de cuidados com a boca é responsável pela perda de dentes e também por infecções na gengiva e cáries. Quem cuida bem dos dentes e da gengiva pode chegar aos 80 anos de idade com os dentes e ossos saudáveis.
 
Vejam mais na reportagem do Bem Estar: 
 
 

*** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

“Depressão acelera envelhecimento de células, diz estudo”

 
Minhas considerações:

Nestes últimos 3 anos, eu, Profa. Paula Fortes, tenho observado o quanto cresceu o número de alunos e amigos de todas as idades que aderiram ao uso de medicamentos para depressão, síndrome do pânico, ansiedade, etc...

O mais preocupante é que muitos destes utilizam no seu dia a dia (quase como um suplemento alimentar...), como um refúgio para os problemas (que todos nós temos), em vez de tentarem resolver a CAUSA REAL que vem provocando tais crises.

Lembrem-se de que muitas vezes, as próprias escolhas são as causadoras destas doenças e que nelas podem estar a cura!

Vejam abaixo os males que a Depressão pode causar segundo estudos recentes:


Exames de laboratório feitos pelos cientistas mostram que as células parecem ser biologicamente mais velhas em pessoas que sofreram ou sofrem casos graves de depressão.

Um estudo de cientistas holandeses e americanos sugere que a depressão pode acelerar o processo de envelhecimento das células. Exames de laboratório mostram que as células parecem ser biologicamente mais velhas em pessoas que sofreram ou sofrem casos graves de depressão.

Os pesquisadores detectaram essas diferenças em uma estrutura da célula chamada telômero. O comprimento destas estruturas é usado para medir o envelhecimento celular.

Ainda não se sabe se processo de envelhecimento pode ser revertido.

Os especialistas já sabiam que as pessoas que sofrem de depressão têm um risco maior de desenvolver doenças ligadas ao envelhecimento, como alguns tipos de câncer, diabetes, obesidade e doenças cardíacas.

Isso pode derivar, em parte, de um estilo de vida não muito saudável, que incluiria também o consumo de bebidas alcoólicas e o sedentarismo. O estudo foi publicado a revista especializada Molecular Psychiatry.

Telômeros curtos

Josine Verhoeven, do Centro Médico da Universidade VU, na Holanda, junto com colegas americanos, recrutou 2.407 pessoas para participarem do estudo. Mais de um terço desses voluntários sofria de depressão; um terço tinha passado por um caso grave de depressão; e o restante nunca havia tido a doença.

Os voluntários deram uma amostra de sangue para os pesquisadores analisarem, em busca de sinais de envelhecimento celular. Eles buscavam alterações nos telômeros.

Os telômeros protegem os cromossomos, que contêm o DNA. A função do telômero é proteger os cromossomos de possíveis danos e, à medida que as células se dividem, eles vão ficando cada vez mais curtos.

Medir o tamanho destes telômeros é uma forma de avaliar o envelhecimento celular. As pessoas que estavam com depressão ou já tinham sofrido com a doença no passado tinham telômeros bem mais curtos do que os que nunca tinham passado por isso.

Essa diferença era aparente mesmo quando eram levadas em conta diferenças no estilo de vida, como o fato de alguns voluntários fumarem ou beberem muito. Além disso, os pesquisadores descobriram que os pacientes com casos de depressão bem mais graves ou crônicos tinham os telômeros mais curtos entre todos os voluntários.

Reação à angústia

Verhoeven e os outros cientistas especulam que os telômeros mais curtos podem ser uma consequência da reação do corpo à angústia causada pela depressão.

"Esse estudo em larga escala fornece provas convincentes de que a depressão está associada a muitos anos de envelhecimento biológico, especialmente entre aqueles que sofrem com os sintomas mais graves e crônicos", afirmaram os cientistas no estudo.

Ainda não está claro se esse processo de envelhecimento pode ou não ser revertido. A médica britânica Anna Phillips, especialista da Universidade de Birmingham, pesquisou os efeitos do estresse no comprimento dos telômeros.

Segundo a médica, o comprimento dessa estrutura celular não fornece uma previsão consistente para outros problemas, como o risco de morte.

Phillips também afirmou que é provável que um grande problema de saúde relacionado à depressão - não um episódio ou uma vida inteira de sintomas moderados da doença - desencadeie a redução dos telômeros.

Fonte:
http://saude.ig.com.br


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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

TESTOSTERONA e os benefícios da sua reposição, adequada, quando indicada e bem acompanhada - MITOS que andam disseminando sobre ela e a modulação hormonal em geral




O prestigiado JAMA, jornal/revista tido como um dos maiores formadores de opinião em Medicina no mundo, recentemente publicou este estudo, advertindo sobre os males da reposição de testosterona para alguns grupos de homens: http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleID=1764051

Só que como o estudo é repleto de falhas, a exemplo de ter sido mal conduzido, colocar no mesmo “balaio” testosteronas diferentes (bioidênticas e não-bioidênticas, coisas que sabemos ter estruturas químicas e ações BEM diferentes na prática), ter trabalhado com níveis sub-ótimos de testosterona e ainda não ter considerado o estradiol (sim, parte da testosterona vira estradiol em homens com hábitos de vida ruins e isto é um grande causador de problemas que erroneamente são colocados sobre a testosterona como “culpada” – diga-se de passagem, são raros os estudos com hormônios que levam em consideração os hábitos de vida do paciente, o que é um grande erro), entre várias outras “pequenas falhas”, é algo que deve ser DESCONSIDERADO; várias entidades de peso mundialmente reconhecidas já estão se manifestando sobre isto e destaco este brilhante artigo da Life Extension Foundation para explicar e comprovar tudo isso: http://www.lef.org/featured-articles/Response-to-Media-Reports-Associating-Testosterone-Treatment-with-Greater-Heart-Attack-Risk.htm?sourcecode=INL303E&utm_source=ConsumerAlert_1108&utm_medium=email&utm_term=ConsumerAlert_1108&utm_content=text_link&utm_campaign=INL303E

Mais alguns comentários meus sobre o assunto:
- Já notaram como “misteriosamente” de tempos em tempos surge algum “estudo” tentando “queimar” coisas mais baratas mas efetivas em melhorar a saúde da população? Recentemente vimos tentarem denegrir o Ômega-3, Resveratrol, Chá Verde e até Exercício Físico Regular… Para mim parece claro que a Indústria da Doença está “chateada” porque cada vez mais estratégias aparecem para ajudar você a ter mais saúde, por um custo bem mais baixo que virar dependente-químico-de-remédios-e-tratamentos-caros.
- Vários profissionais de saúde já acreditam automaticamente no que é publicado em alguma “revista grande” como NEJM ou JAMA: cadê o juízo crítico, gente? Até porque nos últimos anos observamos vários exemplos de “bizarrices” entre o que estas revistas têm se permitido noticiar. Indústria da doença? Conflito de interesses? Que cada um analise suas consciências e conhecimento e durma em paz à noite (ou não…).

Bom final de semana para todos!

Dr. Ícaro Alves Alcântara
*** Entenda melhor a questão hormonal lendo “Hormônios” na “Sala de Artigos” do meu site www.icaro.med.br


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Hidratação x Corrida...



Por mais que o corredor não sinta vontade, é necessário se hidratar constantemente. A hidratação é um ponto crítico e determinante da capacidade de treinamento, competição e recuperação.
O consumo adequado de líquidos antes, durante e depois da prática de uma atividade física é uma prática nutricional de fundamental importância para otimizar o desempenho e proteger a saúde e o bem-estar de quem está se exercitando.
Nosso corpo é formado basicamente de água, que corresponde a 60% do nosso peso. Quando estamos nos exercitando a temperatura do corpo aumenta rapidamente e começamos a suar para eliminar o calor. Neste processo, perdemos líquidos e sais minerais como sódio e potássio, fundamentais para o bom funcionamento do organismo e, se não houver reposição deste líquido o organismo ficará desidratado.
A hidratação adequada deve começar antes mesmo da prova. O American College of Sports Medice recomenda a ingestão de cerca de 500 ml de líquidos nas duas horas que antecedem o exercício para que haja tempo suficiente para a eliminação da água ingerida em excesso.
Durante a corrida, a ingestão de líquidos deve ser iniciada logo e em intervalos regulares de 15 minutos, com o objetivo de repor as perdas decorrentes do suor.
A desidratação reduz o volume do sangue. A frequência cardíaca aumenta à medida que o coração faz mais esforços para atender ao organismo que tenta manter o suprimento sanguíneo para os músculos ativos e órgãos vitais.
A desidratação causa fadiga precoce e um superaquecimento, por conta do suprimento inadequado de sangue. Isso explica porque a esidratação compromete o desempenho e aumenta o risco do surgimento de doenças provocadas pelo calor.
Até mesmo um pequeno grau de desidratação pode afetar negativamente o desempenho, ainda mais se o exercício estiver sendo realizado em condições ambientais quentes. A desidratação afeta a força muscular, aumenta o risco de cãibras e hipertermia, afeta o desempenho e a recuperação.
É comum que os atletas subestimem suas perdas de líquidos através do suor. Além disso, muitas vezes esperam sentir sede para ingerir água. Porém, o mecanismo da sede não é um bom indicador das necessidades de líquido, pois, quando você sente sede você já está desidratado. Isso porque, perdas pequenas de líquidos (de 1 a 2% do peso corpóreo) já causam efeitos negativos sobre a performance.
Hidratação pré-treino:
Para evitar a desidratação, garanta que está devidamente hidratado antes de começar os exercícios ingerindo aproximadamente 250-600ml de bebidas esportivas ou água, pelo menos duas horas antes do exercício.
Hidratação durante:
A hidratação feita durante a atividade deve ser de em média 150ml a 300ml a cada 15 a 20 minutos, de acordo com a capacidade gástrica de cada um. O objetivo da reidratação é repor 100% do suor perdido.
Hidratação pós-treino:
Para se estimar a quantidade de líquidos perdidos, o atleta pode se pesar antes e após a competição ou treino e então beber pouco mais de 1 litro para cada kg de peso perdido, distribuindo esse consumo por um período de várias horas após a atividade física.

 ** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.