terça-feira, 17 de setembro de 2013

Diabetes e Doença Gengival...

 
O Diabetes Mellitus (DM) representa um grave problema pessoal e grande problema de saúde pública, apesar dos avanços no campo da investigação científica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2030, 300 milhões de pessoas terão este ditúrbio metabólico.
 
Pesquisas sugerem que há uma prevalência aumentada de doenças gengivais (gengivite e periodontite) dentre aqueles com diabetes. Segundo a OMS, a doença periodontal é considerada a sexta complicação crônica da DM; encontra-se presente em cerca de 75% dos casos e pode ser considerada como uma complicação microvascular do diabetes.
 
Além da doença periodontal, as principais manifestações bucais dos pacientes diabéticos não controlados são a xerostomia (boca seca), glossodinia (ardência bucal), distúrbios de gustação.
 
Pesquisas recentes sugerem que a relação entre doenças gengivais e diabetes é uma via de mão dupla. Não somente as pessoas com diabetes são suscetíveis às doenças gengivais, mas esta pode ter o potencial de afetar o controle glicêmico no sangue e contribuir para a progressão do diabetes. A presença de infecções como a doença periodontal leva a estimulação da resposta inflamatória resultando em situação de estresse, que aumenta a resistência dos tecidos à insulina, piorando o controle do diabetes. Pessoas com diabetes tem um risco aumentado para doenças gengivais avançadas porque os diabéticos são geralmente mais suscetíveis às infecções bacterianas, e tem uma diminuição na capacidade de combater as bactérias que invadem o tecido gengival.
 
Dessa forma é fundamental que o cirurgião-dentista participe da equipe multiprofissional que cuida destes pacientes. Uma boa saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Para evitar problemas dentários associados ao diabetes, o mais importante é controlar o nível de glicose no sangue através de um acompanhamento médico especializado, cuidar bem dos seus dentes e gengiva e fazer exames minuciosos regularmente no dentista.
 
Referências:
 
American Diabetes Association. Total Prevalence of Diabetes and Pre-Diabetes. Available at http://www.diabetes.org/diabetes-statistics/ prevalence.jsp. Accessed February 29, 2008;
 
American Diabetes Association. Complications of Diabetes in the United States. Available at http://www.diabetes.org/diabetes-statistics/complications.jsp. Accessed February 20, 2008.
 
American Diabetes Association. Type 2 Diabetes Complications. Available at http:www.diabetes.org/type-2-diabetes/complications.jsp. Accessed August 29, 2007.
 
Mealey, BL. Periodontal disease and diabetes: A two-way street. Journal of the American Dental Association. October 2006.
 
American Academy of Periodontology: Periodontal (Gum) Diseases Available at http://www.perio.org/consumer/2a.html. Accessed January 10, 2008.
 
Garcia RI, Henshaw MM, and Krall EA. Relationship between periodontal disease and systemic health. Periodontology 2000. 2001;25:21-36.
 
National Institutes of Health. Oral Health in America: A Report of the Surgeon General. Available at: http://www2.nidcr.nih.gov/sgr/sgrohweb/welcome.htm. Accessed March 12, 2008.
 
American Dental Association. Cleaning Your Teeth and Gums. Available at http://ada.org/public/topics/cleaning.asp. Accessed December 12, 2007.
 

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Café melhora desempenho em exercícios físicos, diz estudo da USP...


Pesquisa da Universidade de São Paulo mostra que a bebida tem efeito antioxidante e ainda pode prevenir doenças

 
Consumidores de café tiveram melhor performance atlética e maior tempo de exercício sobre esteira Foto: Getty Images
Estudo feito por pesquisadores da Unidade de Pesquisa Café e Coração, do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), mostrou que os consumidores regulares de café têm melhor atividade antioxidante no organismo e melhor desempenho em exercícios físicos. Além disso, o produto pode prevenir doenças.
Nos testes de esteira, os consumidores de café tiveram melhor performance atlética e maior tempo de exercício. O resultado foi verificado também nos pacientes coronariopatas, que não apresentaram nenhum evento cardíaco adverso, como angina ou arritmias.
Segundo o diretor da Unidade Clínica de Coronariopatia Crônica do InCor, Luiz Antonio Machado César, o estudo analisou 150 consumidores de café nos últimos cinco anos e continua a ser feito em outras frentes. Foi avaliado o consumo tanto por pessoas saudáveis como em portadoras de doenças cardíacas.
O médico disse que os voluntários passaram três semanas diminuindo o consumo de café ou de outras bebidas com cafeína, até ficarem uma semana sem tomar nada. "Nesse momento, fizemos vários exames, monitoramos a pressão arterial, fizemos eletrocardiograma durante 24 horas e finalizamos com um teste na esteira", disse Machado.
Depois disso, os voluntários receberam uma cafeteira, filtros e foram orientados sobre como fazer o café que beberiam durante quatro semanas - 450 mililitros por dia, cerca de sete xícaras e meia. O tipo de café a ser tomado, com uma torra mais clara ou mais escura, era sorteado.
"Assim, fomos alternando o tipo de café a cada quatro semanas do teste e a cada mês repetíamos todos os exames, comparando o que aconteceu com relação às torras que todos tomaram. O que pudemos observar é que não houve nenhum impacto com relação à arritmia, na variação dos exames de sangue", conta Machado.
Machado explicou que a pesquisa foi feita devido à controvérsia que existe sobre o café fazer bem ou mal e sobre a cafeína ser uma vilã da saúde, apesar de o café não ser só cafeína e sim ser composto por mais de 400 substâncias diferentes. "Há vários estudos mais recentes no mundo que mostram que o café não tem impacto em doentes cardiovasculares. Há outros estudos mostrando que o café está dentro da qualificação dos antioxidantes, prevenindo doenças ou reduzindo seus efeitos", disse.
O médico ressaltou que não há problemas em tomar de três a quatro xícaras de café ao longo do dia, mas que não é recomendável beber o líquido em excesso de uma vez, só deviso à cafeína. "Ao beber muito café, de uma vez, só o indivíduo ingerirá muita cafeína de uma vez só e isso é maléfico, mas o café como o brasileiro está acostumado não faz mal nenhum".
Os estudos são feitos na Unidade de Pesquisa Café e Coração, do InCor, com a colaboração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic). Os testes também deverão ser feitos com café do tipo expresso e com café descafeinado.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Recadinho rápido sobre a sua Saúde



As pessoas comumente buscam remédios específicos para sintomas específicos e é nisto que acabam "terminando suas vidas" tomando muitos remédios mas com pouco alívio ou bem-estar.

Entendam que mesmo sintomas "especificos" são, na maioria das vezes, causados por problemas mais "gerais", como hábitos de vida ruins, intoxicações, inflamação, carências de nutrientes… Por que, então, centenas de sintomas específicos diferentes? Simples: é que cada organismo é diferente e por isso vai adoecer de forma diferente, mesmo que as causas sejam "as mesmas".

Ou seja, se você quer ter/manter/recuperar saúde de verdade, sugiro fortemente que antes de buscar remedinhos específicos busque a real melhoria geral nos aspectos citados, ok?

Pense nisso.

Boa semana!
www.icaro.med.br


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Manganês e alumínio são associados a doenças neurodegenerativas...

 
A exposição crônica ao manganês e ao alumínio pode contribuir para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer, indicam diversas pesquisas realizadas em diferentes países, incluindo o Brasil.
Agora, um estudo realizado no Laboratório de Bio-Inorgânica e Toxicologia Ambiental (Labita) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apontou que a forma química desses metais pode influenciar de forma direta e de modos diferentes o nível de toxicidade neurológica (neurotoxicidade) que exercem em animais e humanos.
"Identificamos que a especiação [forma] química do manganês e do alumínio pode influenciar diretamente os efeitos neurotóxicos provocados por esses metais em animais e humanos", disse Raúl Bonne Hernández, coordenador do projeto.
Estudos já indicavam que a exposição crônica ao manganês e ao alumínio promovem alterações no metabolismo energético animal e humano e contribuem para a diminuição das capacidades cognitiva e motora.
Por meio de estudos com o peixe-zebra (Danio rerio) - espécie de peixe cujo genoma é quase 70% semelhante ao humano -, os pesquisadores confirmaram essas hipóteses e observaram, além disso, que o manganês e o alumínio promovem diferentes efeitos neurotóxicos no animal de acordo com a ligação ou não com outros elementos químicos.
Toxicidade do alumínio
Com relação ao alumínio, os cientistas constataram que o metal ligado a moléculas de água ou hidroxila, e também na forma polimérica, parece ser mais tóxico do que o metal solúvel e ligado aos sais citrato e tartarato, por exemplo, usados como conservantes de alimentos.
"Esses resultados, de forma conjunta, apontam para uma confirmação parcial das nossas hipóteses de que a forma química do alumínio e do manganês influencia o nível de neurotoxicidade em animais e humanos", disse Hernández.
Segundo ele, por muito tempo se pensou que o alumínio era um elemento inócuo. Por isso, ao longo dos anos uma série de alimentos e bebidas foi envasada em embalagens enlatadas feitas com o metal.
O que se descobriu mais recentemente, no entanto, é que ingredientes usados para conservar os alimentos e bebidas nesse tipo de embalagem - como citratos e tartaratos - são capazes de solubilizar pequenas frações de alumínio.
"Essas pequenas frações do metal solubilizadas por citratos e tartaratos podem influenciar eventos relacionados à exposição ao alumínio pela via alimentar, embora sejam considerados eventos não agudos", afirmou Hernández.
Toxicidade do manganês
Já ao expor peixes-zebra em diferentes estágios de desenvolvimento a diversas misturas de manganês com outros elementos químicos, os pesquisadores constataram que o manganês causou mais efeitos tóxicos e induziu mais alterações neurocognitivas e locomotoras no animal na presença de citrato do que em sua forma pura.
Estas alterações podem estar associadas à disfunção em vias de síntese de proteínas como a do grupo beta-amiloide - que se acumulam e formam placas nas regiões do cérebro responsáveis pela memória e a linguagem em pacientes com Alzheimer - e de outros metabólitos alterados em pacientes com a doença de Parkinson.
Como o manganês é um elemento essencial para os seres humanos, especialmente durante o desenvolvimento, achava-se que os limites de exposição a esse metal poderiam ser um pouco mais altos que os estabelecidos hoje. Com isso, a exposição aguda e crônica pelo ar ao metal na forma de material particulado recebeu maior atenção do que pela ingestão de alimentos ou de água.
Trabalhadores dos setores de siderurgia e de mineração eram considerados alguns dos poucos grupos humanos vulneráveis à exposição ao manganês, ao trabalhar em áreas mais propensas ao contato direto com ar contaminado com partículas do metal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem, no entanto, chamado a atenção nos últimos anos para o fato de que há vários lugares no planeta - incluindo países desenvolvidos e em desenvolvimento - onde se observa diminuição na capacidade cognitiva de crianças expostas a grandes concentrações de manganês na água e no ar, principalmente em áreas de mineração, ressaltou o pesquisador.
"Hoje são observados casos de exposição ao manganês em regiões de desenvolvimento econômico muito baixo, como Bangladesh, e em regiões mais desenvolvidas, na China e no Canadá, onde há relatos de grupos populacionais que consomem água com níveis de manganês em concentrações permitidas pela legislação ambiental do país, mas que apresentaram problemas de diminuição das capacidades cognitiva e motora", contou.
No Brasil, segundo Hernández, estudos epidemiológicos realizados entre 2000 e 2011 também apontaram casos de crianças e mulheres grávidas no município de Simões Filho, na Bahia, onde há atividade de mineração, que apresentam alterações neurocomportamentais pela exposição crônica ao manganês na forma de material particulado no ar em concentrações também consideradas seguras por órgãos como a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e da União Europeia.
Um dos fatores que contribuíram para esse problema, segundo o pesquisador, é que os valores de exposição ao metal considerados seguros foram estimados, majoritariamente, com base em dados epidemiológicos de adultos expostos ocupacionalmente - como os trabalhadores dos setores siderúrgico e de mineração - e foram extrapolados para crianças.
"Isso sinaliza a necessidade de mais estudos em modelos animais durante seu desenvolvimento e a integração dos resultados dessas pesquisas com avaliações epidemiológicas", disse Hernández.
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 10 de setembro de 2013

“Sapinho” é comum em crianças...

 
O "sapinho" é uma manifestação bucal muito comum em crianças. Trata-se uma infecção causada por um fungo chamado candida albicans, o mesmo da candidíase. Ela pode aparecer na boca (língua, gengiva, parte interna das bochechas e até nos lábios)  ou na região perineal (área que é coberta pela fralda). Essas  regiões são quentes, escuras e úmidas, ou seja, ambiente propício para a proliferação de microorganismos. Os fungos também aparecem em bicos de mamadeiras ou chupetas não higienizadas corretamente.
Muitas vezes  a candidíase oral é diagnosticada pelo odontopediatra, quando a mãe relata existir  uma membrana branca recobrindo a língua ou a bochecha de seu filho. O aspecto do sapinho é o de um restinho de leite que não sai. Como não  apresenta, na maioria das vezes,  sensações desconfortáveis na criança, a mãe escova, remove, fica avermelhado e depois volta a aparecer.  Quando ocorre na região das fraldas, a pele fica avermelhada e com pequenas pápulas (“bolinhas”) de coloração vermelha.
Nosso organismo hospeda uma série de fungos e bactérias e, em condições normais, vivemos  em perfeita harmonia com esses microorganismos.  Por estresse, baixa resistência ou um prejuízo imunológico eles podem se multiplicar e gerar problemas.
O  “sapinho” é  bastante comum nos primeiros meses de vida, pois o sistema imunológico da criança ainda não é maduro o suficiente. Além disso, é uma fase em que a criança põe tudo na boca, pois é através dela que conhece o mundo. Portanto nesta fase a criança tem  um comportamento de risco quando o assunto é “sapinho”. Em outras situações pode ser desencadeado por alguns fatores como infecções, uso de antibióticos ou corticóides.
Na maioria das vezes, o contágio ocorre  pelas mãos contaminadas das pessoas que manuseiam as crianças, ou ainda por objetos infectados com o fungo, como chupetas e mamadeiras.  
É importante estar sempre atento à higienização de tudo o que vai à boca do bebê, manter o ambiente da criança limpo e além disso, arejar áreas cobertas pela fralda e trocar o mais rápido possível as fraldas úmidas. Assim, evita-se à formação de ambientes favoráveis ao fungo.
As lactantes devem prestar atenção a qualquer tipo de ardor na região do bico do seio. Isso porque o bebê pode transmitir a doença para a mãe. Não são raros os casos em que a criança é tratada, mas volta a ter a candidíase pois o seio materno continua infectado.
O tratamento é feito com medicamentos antifúngicos, como a nistatina ou o miconazol, em formulação adequada para o local da lesão (boca ou região de fraldas).
É importante destacar que uma boa higiene bucal facilita muito no tratamento, evitando que outras doenças se instalem neste período. Além do que, o pediatra deve ser procurado para acompanhar a imunidade da criança, pois o "sapinho" é sinal de que ela está com a resistência baixa, aumentando risco de doenças mais graves se manifestarem.
 

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Falta de exercício físico reduz expectativa de vida em até 10 anos...

 
 
Quem pratica exercícios físicos regularmente reduz em até 50% a chance de desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares.
 
A falta de atividade física pode reduzir em até 10 anos a expectativa de vida. Já quem se exercita reduz em até 50% a chance de desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. Por isso, a atividade física foi considerada pelos especialistas do Simpósio sobre Balanço Energético da Série Científica Latino Americana a forma mais eficiente para combater a epidemia da obesidade
O encontro, que reuniu mais de 130 especialistas e pesquisadores em nutrição e saúde pública em todo o continente, contou com a participação de John Dupley, da Universidade de Rosário, na Colômbia, que apresentou provas científicas dos benefícios da atividade física em todas as áreas da saúde. Segundo ele, fazer uma hora de exercício moderado por dia ativa cerca de 800 genes que contribuem para a manutenção da boa saúde, bem como para reduzir em até 50% o desenvolvimento de doenças fatais, como câncer, diabetes e derrame.
“Cinco intervenções no estilo de vida podem reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo dois em até 90%: não fumar, ter um consumo moderado de álcool, comer cinco porções de frutas e vegetais, fazer pelo menos 150 minutos de exercícios físicos por semana, equivalente a meia hora por dia, e ter um peso adequado”, explicou Dupley.
De acordo com os participantes do evento, o exercício e os cuidados com a alimentação são as melhores formas de combater os problemas associados ao ganho de peso. "O controle inadequado do balanço energético é provavelmente a principal causa de obesidade que afeta a América Latina", disse o Fernando Lavalle, presidente do Comitê Científico responsável pela organização do simpósio. Segundo o pesquisador da Universidade de Sonora, Mauro Valencia, o gasto energético total de um indivíduo está determinado pelo gasto do próprio metabolismo, o efeito termogênico dos alimentos e o gasto pela atividade física que é o mais variável.
“Um dos fatores determinantes no ganho de peso da população nos últimos anos é o aumento do consumo de ingestão de gordura, e não de carboidratos e açúcares, já que as gorduras têm um maior impacto no desequilíbrio de energia”, defendeu  Eric Ravussin, diretor do Centro Biomédico Pennington de Pesquisa em Nutrição sobre Obesidade da Universidade do Estado de Louisiana. Segundo o especialista, o metabolismo do corpo humano funciona de forma diferente para carboidratos e gorduras. Enquanto os primeiros vão para o fígado, e servem para proporcionar energia ao músculo esquelético, as gorduras praticamente servem para desenvolver o tecido adiposo levando ao aumento de peso e medidas.
FONTE: saúde.terra.com.br
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Por que você precisa de LAZER/DIVERSÃO regularmente ou vai ficar doente!



Infelizmente, tenho atendido cada vez mais pessoas com sintomas diversos por causa de excesso de stress; "máquinas de trabalhar/produzir", são gente que há tempos perdeu o hábito de "dar pausas" e divertir-se minimamente, regularmente… E por isso estão à beira do colapso ou já nele.

Não caia neste erro você também! Pense:


- Até uma máquina, quando começa a esquentar demais, deixamos "esfriar" um pouco, desligada ou "em marcha lenta", para que não estrague, não é? Então entenda que seu organismo também é uma máquina que precisa de pausas, regulares, ou VAI estragar!


- Todos precisamos de pelo menos 15 minutos de diversão diariamente: faça neste curto tempo, pelo menos, o que te permita ter prazer saudável!


- Aprender a meditar, relaxar, respirar profundamente, aclamar-se também são estratégias que ajudam, sobretudo se você aprender a ter prazer nestas "pausas", que podem ser de poucos minutos mas fazem toda a diferença!


- Já ouviu falar em "ócio criativo"? Pois é nos períodos de "descanso" que o cérebro consegue "conectar as idéias" e chegar a bons pensamentos e conseqüências deles.

Boa semana e… Descanse, divirta-se!

Ou não vai conseguir produzir direito em NADA, no final das contas.