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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
DEPRESSÃO - O vídeo que TODOS deveriam assistir
#DEPRESSAO :
- Se você já sofre deste problema, acesse os links abaixo e aprenda melhor o que é, como abordar e tratar, como melhorar, etc.
- Se você "só" sofre com #stress e #ansiedade, entenda que estes são problemas que costumam levar à depressão, se não forem bem abordados "no começo"
Assista este brilhante e muito útil curto-vídeo da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto:
http://awebic.com/pessoas/o-que-e-depressao-animacao-4-minutos-esclarece-assunto/
> E compartilhe, pois decerto pode ajudar muita gente que você conhece em necessidade.
Este link também tem material útil, que pode ajudar:
http://www.icaro.med.br/artigos/?s=depressao
- Faça a sua parte: Informe-se e busque ajuda de verdade, sempre que necessário - Não negue sofrimentos: encare-os de frente e resolva-os ou eles crescem e tomam conta de você e da sua vida!
* Muito obrigado ao grande Dr. José Marconi Ribeiro, excelente ortomolecular do DF, pelo link do vídeo
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sábado, 3 de janeiro de 2015
Afinal, o que EU preciso para ter SUCESSO em 2015 e SEMPRE?
2 das coisas que eu mais escutei bastante em 2014, de pacientes, internautas e vocês-colegas-de-redes-sociais - Algo como:
- "Sim, Dr. Ícaro, SEI que o que você fala é importante mas É TANTA COISA para pensar, mudar, FAZER! Por onde eu começo MESMO???
- "ENTENDI que os hábitos de vida são importantes mas E minha ansiedade? E minha depressão? E meu cansaço? E minha "ite"? E minha queixa X, Y ou Z - o que posso fazer sobre ela"?
Minhas considerações sobre estes questionamentos:
1 - Como já disse várias vezes: fora situações de urgência/emergência, conserte seus hábitos GERAIS de vida e muitas queixas específicas/localizadas suas devem melhorar ou desaparecer: é que o organismo equilibrado como um conjunto MUITAS vezes resolve "sozinho" desequilíbrios em áreas aparentemente "isoladas"; se só os hábitos falham em dar o desejado alívio, bom acompanhamento, exames mais completos e abordagem mais completa/holística/ampla usualmente ajudam muito ou até resolvem! Tenho visto claramente isto em 15 anos de profissão médica.
2 - Quer MESMO saber por onde começar? Então leia e reflita sobre os pontos abaixo:
Sabe quais são as principais "coisas" que você tem que PRIORIZAR para ter SUCESSO e FELICIDADE na sua VIDA? E por isso realmente VIVER (e não meramente sobreviver, como muitos o fazem por aí)?
- PROPOSITOs
Objetivos claros de vida. ONDE você quer chegar. PARA QUE você vive, bem definido. Metas para cada dia, semana, mês, ano, existência!
- Cuidar do seu ESPÍRITO
Mantenha bom relacionamento com Deus. Faça o BEM. Ajude o próximo e cuide de ser você, também, feliz e ajudado no processo. Isto da forças para seguir em frente e para superar obstáculos ou levantar melhor se cair por eles.
- Cuide da sua MENTE
Cultive bons pensamentos. Estude constantemente e busque informações de qualidade sobre tudo. Aprenda sempre. Planeje seus passos e mantenha boas emoções e contato com o que é positivo (evite ao máximo o que é negativo, já que tudo sua mente registra, sem filtros) . Medite. Tenha pausas para desestressar. Ninguém pode controlar seus pensamentos e emoções... Só se você deixar.
- Adote e mantenha BONS HÁBITOS DE VIDA, saudáveis
Ter um bom CORPO e MENTE depende deles! E até sua percepção da vida (como você vê e sente o "colorido" dela), a clareza/concepção dos seus propósitos e seu cuidado com seu espírito são afetados por eles. Antes de tratamentos, suplementos e remédios, são seus hábitos que determinam e moldam sua existência, tornando-a mais fácil ou mais atribulada.
- DISCIPLINA
Uma vez cuidando de tudo o que eu disse acima, mantenha força de vontade e perseverança : se já sabe o que é o Certo, o que é Bom e está fazendo seu máximo neste caminho de Bem, para você e para o próximo, basta seguir em frente com determinação e foco que seu destino só pode ser um... Sucesso! Com felicidade, paz, amor, realizações,...
Tudo isso é até lógico, não é? É que a gente colhe o que planta... Plante bem!
Um abraço e boa VIDA!
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Felizes Escolhas (e Resultados) em 2015!
Sim, 2014 foi difícil...
Vi muita gente atravessar dificuldades, causadas principalmente por negligências no devido cuidado para consigo mesmos (Hábitos de Vida ruins), falta de planejamento, desvio dos seus propósitos, falta de vigilância, afastamento de Deus, descuido com seus próprios pensamentos, luta contra inimigos imaginários (sim, boa parte das nossas preocupações são com o que sequer torna-se realidade ao longo da vida), gente te desanimando/puxando para trás, cenário sócio-político-econômico, desentendimentos com gente importante (e com "pequenos" por aí, "nem tão importantes assim) e/ou muito gasto de tempo e energia com o que "nem vale tanto a pena assim"... EU também, por várias vezes, errei/sofri em muitos destes pontos (todo ser humano passa por isso, recorrentemente - a vida não é só alegrias para ninguém).
Vi muita gente atravessar dificuldades, causadas principalmente por negligências no devido cuidado para consigo mesmos (Hábitos de Vida ruins), falta de planejamento, desvio dos seus propósitos, falta de vigilância, afastamento de Deus, descuido com seus próprios pensamentos, luta contra inimigos imaginários (sim, boa parte das nossas preocupações são com o que sequer torna-se realidade ao longo da vida), gente te desanimando/puxando para trás, cenário sócio-político-econômico, desentendimentos com gente importante (e com "pequenos" por aí, "nem tão importantes assim) e/ou muito gasto de tempo e energia com o que "nem vale tanto a pena assim"... EU também, por várias vezes, errei/sofri em muitos destes pontos (todo ser humano passa por isso, recorrentemente - a vida não é só alegrias para ninguém).
Mas o que faz um vencedor não é o número de obstáculos enfrentados, seus tamanhos ou o número de quedas mas sim quantas vezes e como ele supera cada um deles.
E sim, 2014 teve muitos aspectos positivos:
Como as melhores espadas, que são forjadas sob MUITO ferro e fogo, muito melhorou e muito aprendizado foi adquirido e trocado. Laços familiares foram ajustados, Amor veio de todas os lados, troquei muitas informações com vocês (pelo que muito agradeço, de coração), orações e gratidão vieram de toda parte sempre que necessário (agradeço por todas as manifestações positivas que centenas de vocês mandaram pelas redes, inbox, por email, whatsapp,... rrs), o trabalho foi muito bem (melhores perspectivas possíveis para 2015), boas parcerias foram estabelecidas/reforçadas, transbordou amizade e enfim - Deus esteve sempre presente e por isso o balanço geral do ano foi, sim, positivo: É que podemos "contar" nosso jardim pelas flores ou pelas folhas caídas - A escolha é sempre nossa. E optar por valorizar mais as flores, apegar-se ao Bem para seguir em frente NÃO significa esquecer as folhas caídas, as dificuldades: significa tão somente usar o lado bonito da vida para, sempre, enfrentar e vencer o lado "não tão bonito assim" e por isso melhorar.
Como as melhores espadas, que são forjadas sob MUITO ferro e fogo, muito melhorou e muito aprendizado foi adquirido e trocado. Laços familiares foram ajustados, Amor veio de todas os lados, troquei muitas informações com vocês (pelo que muito agradeço, de coração), orações e gratidão vieram de toda parte sempre que necessário (agradeço por todas as manifestações positivas que centenas de vocês mandaram pelas redes, inbox, por email, whatsapp,... rrs), o trabalho foi muito bem (melhores perspectivas possíveis para 2015), boas parcerias foram estabelecidas/reforçadas, transbordou amizade e enfim - Deus esteve sempre presente e por isso o balanço geral do ano foi, sim, positivo: É que podemos "contar" nosso jardim pelas flores ou pelas folhas caídas - A escolha é sempre nossa. E optar por valorizar mais as flores, apegar-se ao Bem para seguir em frente NÃO significa esquecer as folhas caídas, as dificuldades: significa tão somente usar o lado bonito da vida para, sempre, enfrentar e vencer o lado "não tão bonito assim" e por isso melhorar.
Por tudo isso, de coração, desejo para vocês o que está na imagem anexada a esta mensagem: em 2015 e sempre, investigue sua mente e espírito e defina seus propósitos no BEM; depois disso, busque bastante informação, em boas fontes, para planejar como pretende atingir suas metas no Bem (boas informações e aliados sempre ajudam a tornar o caminho mais fácil e produtivo de percorrer) daí basta cuidar BEM de você mesmo, procurar fazer o Bem para o próximo e manter foco e disciplina no que é correto, mantendo Fé, Força e Perseverança e acredite: TUDO vai melhorar, tudo vai dar certo; é que como bem diz o ditado: se ainda não deu certo, é porque não acabou.
Um Feliz 2015, de verdade, para todos, sob as bençãos de Deus - acredite e faça sua parte que os resultados serão a consequência natural!
Um abraço
* Aceite meu presente para você, neste começo de ano, de algo que COM CERTEZA vai melhorar sua vida - assista isso, por inteiro, com atenção: http://youtu.be/Z3YHTWdXdEI
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Feliz NATAL-de-verdade para todos e seus familiares!
Assista : https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=750004515089826&id=100002408546705&refid=52&ref=bookmark
(link na minha timeline do Facebook icaro.aa)
Hoje é bem mais que o dia em que papai Noel traz presentes e todos nos fartamos de comes-e-bebes (muitos com abusos, infelizmente). Hoje é o dia em que celebramos a vinda de Jesus para a Terra para, através dos seus ensinamentos e exemplo de vida, deixar-nos escrito e devidamente transmitido TUDO o que precisamos saber para viver corretamente e ter sucesso, no BEM. Basta seguir as palavras sagradas, na Bíblia e interpretações afins, de valor e realmente no BEM.
Ore muito, hoje e sempre, regularmente. Mantenha conexão com Deus e seus espíritos do Bem, assim mantendo a SAÚDE do seu espírito ; E ensine as crianças a fazer o mesmo: assim todos teremos um junto melhor.
E nesta vibração, tendo-se em mente o que realmente significa o Natal, aproveitem! Mas por favor, não se esqueçam do REAL aniversariante, ok? E que ele abençoe sempre todos nós e família!
Abraço!
Www.icaro.med.br
* E lembre-se disso também, sempre - este material deve ajudar você a sentir-se melhor, sem mais feliz e ter sucesso com qualidade de vida:
http://www.icaro.med.br/artigos/artigosemsaude/habitos-saudaveis-de-vida/
https://plus.google.com/106326823926346389545/posts/5msjVUsKvBV
http://youtu.be/b8PSIRIGj04
https://www.youtube.com/watch?v=Z3YHTWdXdEI&feature=youtu.be
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
A ciência de viver bem...
Pequenas mudanças de atitude podem melhorar sua saúde física e mental. Conheça 7 hábitos comprovados cientificamente que você deve adotar para ganhar qualidade de vida - e uma coisa que você não deve fazer.
Use filtro solar. Coma frutas e verduras. Lembre-se do fio dental. Pratique pelo menos uma hora de exercícios físicos por dia. Passe longe do torresminho de bar. Aproveite também para largar o cigarro. Beba dois litros de água filtrada por dia. E durma 8 horas por noite. Leia mais e sempre. Aprenda a meditar. Vá ao dentista regularmente. Se beber, não dirija. Faça um check-up por ano. Não fique com o rosto colado na tela do computador. Trabalhe menos, divirta-se mais. Encha o prato com verduras, grãos e brotos. Esvazie-o de doces e gorduras.
Seguindo à risca essa lista de cuidados, é bem possível que você tenha uma vida mais saudável. E nem precisamos encher estas páginas com estudos que comprovem tudo o que está dito aí em cima – até porque, convenhamos, você já está cansado de saber. É bem possível, inclusive, que muita coisa daí esteja entre suas promessas para o início do ano. Então, resolvemos engordar seus planos para 2014. Pinçamos 7 outras coisas importantíssimas (mas bem menos óbvias) que você pode fazer – e uma que você NÃO deve fazer – para melhorar consideravelmente seu dia-a-dia. Fora tudo isso que está aí em cima, lógico.
1. Ouça música
A música tem efeitos muito benéficos para a saúde física e mental. Já não é de hoje que os cientistas vêm estudando o fenômeno. Entre outras coisas, a música pode acalmar, estimular a criatividade e a concentração, além de ajudar na cura de uma porção de doenças.
“A música é capaz de mudar a freqüência das ondas cerebrais. Já foi provado, por exemplo, que clássicos de compositores como Bach, Beethoven e Mozart deixam as ondas cerebrais com o mesmo comportamento, ou seja, com o mesmo potencial elétrico, de um indivíduo em repouso”, afirma Luiz Celso Vilanova, médico neurologista, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Esse estado é chamado ritmo alfa e ocorre quando a pessoa está muito relaxada ou não está pensando em nada, como em algumas meditações.”
Uma vez que nosso organismo também tem um ritmo interno, ao entrar por nossos ouvidos, a música faz contato com este ritmo, interagindo com as atividades biológicas do nosso corpo. É assim que trabalha a musicoterapia, muito aplicada – e com bons resultados – no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer, epilepsia, esquizofrenia e depressão, entre outras doenças. “Não existem indicações que comprovem que a música tenha o poder de curar alguém. Mas podemos dizer que ela está diretamente associada à promoção da saúde”, afirma Luiz Celso. Isso significa que ainda não é possível prescrever um Mozart em jejum ou duas doses de Beethoven após as refeições. Feita essa ressalva, é certo que eles podem, sim, trabalhar na prevenção de uma doença que virou epidemia nos dias de hoje: estresse. Até porque está mais do que provado que música relaxa – e muito.
2. Prepare-se para envelhecer
Ninguém gosta muito da idéia de ficar velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais.
Para começar, os cuidados para ter um envelhecimento saudável. Valem todos aqueles que falamos lá no início da reportagem – e que certamente você já ouviu milhões de vezes. É preciso dar ouvidos à máxima dos médicos, não há muita saída. “Os sinais de envelhecimento são conseqüência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.
3. Tenha fé
Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também têm menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.
“A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.
O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.
“Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé têm saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”
Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.
4. Ande mais a pé
Gastar sola de sapato é um dos melhores exercícios que existem, seja para a saúde física, mental, do meio ambiente ou do seu bolso mesmo. Sim, porque para fazer caminhadas você não precisa gastar rios de dinheiro com academias elaboradas, muito menos com personal trainer. Um par de tênis basta. E quando falamos de caminhada, não estamos nos referindo a nada profissional, que exija pista adequada e treinamento. Pode ser no seu bairro, no quarteirão da sua casa, ou até mesmo na escadaria do prédio, na pior das hipóteses.
Os benefícios físicos vão desde a melhora do sistema imunológico, a perda de peso e a oxigenação do corpo a até mesmo o aumento da nossa inteligência, acredite. Segundo artigo publicado na revista científica americana Trends in Neurosciences (“Tendências em Neurociências”), a caminhada aumenta a resistência cerebral e melhora o desempenho de leitura e aprendizado. E mais: beneficia a plasticidade do cérebro – a capacidade que ele tem de se adaptar a novas situações e realizar funções diferentes. Sem contar o efeito no humor. “Andar diminui o estresse e ajuda muito no combate à depressão”, afirma o médico ortopedista Victor Matsudo, consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Uma vez que nosso organismo também tem um ritmo interno, ao entrar por nossos ouvidos, a música faz contato com este ritmo, interagindo com as atividades biológicas do nosso corpo. É assim que trabalha a musicoterapia, muito aplicada – e com bons resultados – no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer, epilepsia, esquizofrenia e depressão, entre outras doenças. “Não existem indicações que comprovem que a música tenha o poder de curar alguém. Mas podemos dizer que ela está diretamente associada à promoção da saúde”, afirma Luiz Celso. Isso significa que ainda não é possível prescrever um Mozart em jejum ou duas doses de Beethoven após as refeições. Feita essa ressalva, é certo que eles podem, sim, trabalhar na prevenção de uma doença que virou epidemia nos dias de hoje: estresse. Até porque está mais do que provado que música relaxa – e muito.
2. Prepare-se para envelhecer
Ninguém gosta muito da idéia de ficar velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais.
Para começar, os cuidados para ter um envelhecimento saudável. Valem todos aqueles que falamos lá no início da reportagem – e que certamente você já ouviu milhões de vezes. É preciso dar ouvidos à máxima dos médicos, não há muita saída. “Os sinais de envelhecimento são conseqüência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.
3. Tenha fé
Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também têm menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.
“A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.
O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.
“Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé têm saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”
Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.
4. Ande mais a pé
Gastar sola de sapato é um dos melhores exercícios que existem, seja para a saúde física, mental, do meio ambiente ou do seu bolso mesmo. Sim, porque para fazer caminhadas você não precisa gastar rios de dinheiro com academias elaboradas, muito menos com personal trainer. Um par de tênis basta. E quando falamos de caminhada, não estamos nos referindo a nada profissional, que exija pista adequada e treinamento. Pode ser no seu bairro, no quarteirão da sua casa, ou até mesmo na escadaria do prédio, na pior das hipóteses.
Os benefícios físicos vão desde a melhora do sistema imunológico, a perda de peso e a oxigenação do corpo a até mesmo o aumento da nossa inteligência, acredite. Segundo artigo publicado na revista científica americana Trends in Neurosciences (“Tendências em Neurociências”), a caminhada aumenta a resistência cerebral e melhora o desempenho de leitura e aprendizado. E mais: beneficia a plasticidade do cérebro – a capacidade que ele tem de se adaptar a novas situações e realizar funções diferentes. Sem contar o efeito no humor. “Andar diminui o estresse e ajuda muito no combate à depressão”, afirma o médico ortopedista Victor Matsudo, consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde).
“Caminhar permite que você observe muito mais as coisas ao seu redor, aproveite a natureza, reflita sobre a vida, pense em histórias, lembre fatos e acontecimentos, faça cálculos, tenha idéias, faça reflexões”, diz Victor. Você vai entrar em lojinhas que nunca percebeu, pedir e dar informações, falar com gente desconhecida (nessas, você pode acabar até conhecendo o amor da sua vida).
5. Tenha (pelo menos) um amigo
Todo mundo quer ser feliz, isso é tão verdadeiro quanto óbvio. O psicólogo Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia (EUA), passou anos pesquisando o assunto e concluiu que, para chegar à tal felicidade, precisamos ter amigos. Os amigos, segundo ele, resumem a soma das 3 coisas que resultam na alegria: prazer, engajamento e significado. Explicando: conversar com um amigo, por exemplo, nos dá prazer. Ao mesmo tempo, nos sentimos engajados, porque doamos muito de nós mesmos a ele. E ainda esse bom bate papo faz com que nossa vida adquira um significado mesmo que seja momentâneo.
O cientista social americano Ronald Inglehart analisou diversas pesquisas sobre qualidade de vida e chegou à conclusão que os ingredientes para uma vida feliz incluem relações próximas. “Os homens têm o que os psicólogos apelidaram de uma profunda necessidade de se sentirem incluídos. Os que são apoiados por amizades íntimas se declararam muito felizes”, afirma.
Outro benefício decorrente de ter amigos é manter a saúde em ordem. De acordo com o psicólogo social David Myers, professor da Faculdade Hope, nos EUA, as pessoas que têm amizades próximas ou são ligadas à sua comunidade (seja de colegas de trabalho, de religião ou de organizações por causas comuns) têm menos possibilidade de morrer prematuramente, se comparadas àquelas pessoas que têm poucos laços sociais. E perder esses laços aumenta o risco de ficar doente. “A amizade libera substâncias hormonais no cérebro que favorecem a alegria de viver e o bem estar”, diz Roque Theophilo, presidente da Academia Brasileira de Psicologia.
6. Coma devagar
Parece até falatório de mãe, mas os benefícios de diminuir o ritmo das garfadas são incríveis. Para começar, ninguém ganha tempo comendo um sanduíche na frente do computador – o máximo que você ganha são quilos a mais, uma vez que, quanto mais rápido come, mais fome sente. “Existem dois centros que regulam a alimentação no cérebro: o centro da fome e o centro da saciedade”, afirma Arthur Kaufman, coordenador do Prato (Projeto de Atendimento ao Obeso), do Hospital das Clínicas da USP. “O centro da saciedade demora até 20 minutos para mandar uma mensagem ao outro de que você está comendo e está satisfeito. Se você comer muito rápido, vai passar da conta, sentir o estômago estufado antes que seu centro de saciedade tenha tempo de informar seu corpo de que já está bom e você deve parar de comer.” É isso que acontece numa churrascaria rodízio com aqueles que comem na mesma velocidade em que os garçons trazem os espetos.
Isso quer dizer que, se você comer mais devagar, provavelmente vai comer menos sem ter que fazer nenhuma dieta. O que será um ganho danado à sua saúde. Fora a redução do peso e do risco de doenças aliadas à obesidade, há diversas pesquisas que apontam que devemos diminuir a quantidade de comida se quisermos viver mais.
Em oposição à moda do fast food, o slow food prega que incrementar a qualidade da comida e desfrutá-la com calma é uma maneira simples de fazer o nosso cotidiano mais feliz – conceito, aliás aprovadíssimo pela Associação Dietética Americana. O movimento quer que as pessoas voltem a curtir a refeição, e não comer por compulsão ou como uma forma de compensar a ansiedade.
7. Desligue a TV
Sim, o hábito de se largar no sofá e assistir a qualquer porcaria que esteja no ar pode deixar as pessoas viciadas no relaxamento que a TV produz. O problema é que essa sensação gostosa vai embora assim que o aparelho é desligado – é igualzinho ao vício em substâncias químicas. O estado de passividade e a diminuição no grau de atenção, no entanto, continuam. Quando vista por mais de 20 horas por semana, a televisão pode danificar as funções do lado esquerdo do cérebro, reduzindo o desenvolvimento lógico-verbal.
Faça uma continha rápida: se você assistir à televisão por cerca de 3 horas por dia, quando chegar aos 75 anos, terá passado 9 anos inteiros da sua vida vendo TV. É tempo para chuchu sem exercitar a mente nem o corpo, o que pode acarretar sérios problemas, desde obesidade a até mesmo doenças degenerativas cerebrais, como demência e mal de Alzheimer.
O cérebro, assim como o corpo, também precisa ser exercitado. Só que ninguém se lembra dele nas academias de ginástica, por exemplo. A diminuição da capacidade mental associada à idade ocorre por causa de alterações nas ligações entre as células cerebrais. Há indícios de que manter o cérebro em atividade ajuda a aumentar as reservas de células e conexões cerebrais. “O que é bom para seu coração é bom para seu cérebro. Tudo aquilo que você fizer para prevenir doenças coronárias também vai ajudar sua cabeça e assim diminuir o risco de desenvolver mal de Alzheimer”, indica a Associação Alzheimer, órgão americano de ajuda e informação aos portadores da doença.
Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, ratos e outros roedores estimulados com brinquedos e aparelhos para exercícios desenvolveram células novinhas em folha na região do cérebro envolvida com aprendizado e com a memória. Portanto, mande ver nas atividades físicas. Agora, é lógico, lembre-se de botar a cabeça para funcionar também. Ler, escrever, jogar jogos de tabuleiro, aprender coisas novas, fazer palavras cruzadas, resolver passatempos de lógica: todas essas atividades mantêm seu cérebro ativo e, quem sabe, criam reservas de células e conexões. Estudar sempre algo diferente pode ser um bom jeito de obrigar sua cabeça a pensar mais. Outra idéia que também contribui para romper a inércia cerebral é praticar atividades ao ar livre – no mínimo, elas vão arrancar você do sofá e da frente da televisão.
Não leve nada disso tão a sério
Se você leu esta reportagem até aqui – e levou tudo o que está escrito em consideração – deve estar cheio de tarefas a cumprir. De fato, são dicas que podem ajudá-lo a melhorar consideravelmente seu dia a dia. Mas, sinceramente, não precisa tanta rigidez. Se der para fazer tudo, ótimo. Se não der, tudo bem também. Tente outra vez.
Radicalismos e rigidez com regras são um perigo. Podem se tornar uma obsessão e isso não é bom. O melhor mesmo para a saúde é o equilíbrio, a flexibilidade. “Todos os meus pacientes que mudaram o comportamento e se tornaram mais flexíveis tiveram uma melhora no estado de saúde. Pessoas muito rígidas, controladoras e perfeccionistas tendem a ter mais doenças do coração”, afirma o cardiologista Alan Rozanski, do Departamento de Medicina da Universidade Colúmbia, Nova York. Os oncologistas também vêm avançando em estudos que comprovam ligação entre esse tipo de comportamento humano e o desenvolvimento de câncer – chama-se “padrão biopsicossocial de risco de câncer”. Ele é caracterizado principalmente por pessoas que negam ou suprimem as emoções, são muito racionais e têm um controle muito rígido que as impede de se expressar. Esse perfil diminuiria a competência do sistema imunológico, seja para prevenir o câncer, seja para combatê-lo durante o tratamento, ou para impedir que ele reincida.
Edward Creagan, médico oncologista da Clínica Mayo, em Rochester, EUA, é um ardoroso defensor da flexibilidade para a manutenção da saúde. Mas como chegar até ela? “Ser resiliente não é seguir os clichês de ‘se a vida te deu um limão, faça uma limonada’. Ser resiliente é não ignorar seus sentimentos, suas dores”, diz. “É também perceber que nem sempre você tem que ser forte, você pode pedir ajuda. Esses são fatores fundamentais Essa capacidade protege você e seus familiares de doenças como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, doenças cardíacas e diabetes”. Está vendo? Até o corpo agradece.
Um Ano Novo repleto de Sorrisos !
Via Super Interessante - http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-44
5. Tenha (pelo menos) um amigo
Todo mundo quer ser feliz, isso é tão verdadeiro quanto óbvio. O psicólogo Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia (EUA), passou anos pesquisando o assunto e concluiu que, para chegar à tal felicidade, precisamos ter amigos. Os amigos, segundo ele, resumem a soma das 3 coisas que resultam na alegria: prazer, engajamento e significado. Explicando: conversar com um amigo, por exemplo, nos dá prazer. Ao mesmo tempo, nos sentimos engajados, porque doamos muito de nós mesmos a ele. E ainda esse bom bate papo faz com que nossa vida adquira um significado mesmo que seja momentâneo.
O cientista social americano Ronald Inglehart analisou diversas pesquisas sobre qualidade de vida e chegou à conclusão que os ingredientes para uma vida feliz incluem relações próximas. “Os homens têm o que os psicólogos apelidaram de uma profunda necessidade de se sentirem incluídos. Os que são apoiados por amizades íntimas se declararam muito felizes”, afirma.
Outro benefício decorrente de ter amigos é manter a saúde em ordem. De acordo com o psicólogo social David Myers, professor da Faculdade Hope, nos EUA, as pessoas que têm amizades próximas ou são ligadas à sua comunidade (seja de colegas de trabalho, de religião ou de organizações por causas comuns) têm menos possibilidade de morrer prematuramente, se comparadas àquelas pessoas que têm poucos laços sociais. E perder esses laços aumenta o risco de ficar doente. “A amizade libera substâncias hormonais no cérebro que favorecem a alegria de viver e o bem estar”, diz Roque Theophilo, presidente da Academia Brasileira de Psicologia.
6. Coma devagar
Parece até falatório de mãe, mas os benefícios de diminuir o ritmo das garfadas são incríveis. Para começar, ninguém ganha tempo comendo um sanduíche na frente do computador – o máximo que você ganha são quilos a mais, uma vez que, quanto mais rápido come, mais fome sente. “Existem dois centros que regulam a alimentação no cérebro: o centro da fome e o centro da saciedade”, afirma Arthur Kaufman, coordenador do Prato (Projeto de Atendimento ao Obeso), do Hospital das Clínicas da USP. “O centro da saciedade demora até 20 minutos para mandar uma mensagem ao outro de que você está comendo e está satisfeito. Se você comer muito rápido, vai passar da conta, sentir o estômago estufado antes que seu centro de saciedade tenha tempo de informar seu corpo de que já está bom e você deve parar de comer.” É isso que acontece numa churrascaria rodízio com aqueles que comem na mesma velocidade em que os garçons trazem os espetos.
Isso quer dizer que, se você comer mais devagar, provavelmente vai comer menos sem ter que fazer nenhuma dieta. O que será um ganho danado à sua saúde. Fora a redução do peso e do risco de doenças aliadas à obesidade, há diversas pesquisas que apontam que devemos diminuir a quantidade de comida se quisermos viver mais.
Em oposição à moda do fast food, o slow food prega que incrementar a qualidade da comida e desfrutá-la com calma é uma maneira simples de fazer o nosso cotidiano mais feliz – conceito, aliás aprovadíssimo pela Associação Dietética Americana. O movimento quer que as pessoas voltem a curtir a refeição, e não comer por compulsão ou como uma forma de compensar a ansiedade.
7. Desligue a TV
Sim, o hábito de se largar no sofá e assistir a qualquer porcaria que esteja no ar pode deixar as pessoas viciadas no relaxamento que a TV produz. O problema é que essa sensação gostosa vai embora assim que o aparelho é desligado – é igualzinho ao vício em substâncias químicas. O estado de passividade e a diminuição no grau de atenção, no entanto, continuam. Quando vista por mais de 20 horas por semana, a televisão pode danificar as funções do lado esquerdo do cérebro, reduzindo o desenvolvimento lógico-verbal.
Faça uma continha rápida: se você assistir à televisão por cerca de 3 horas por dia, quando chegar aos 75 anos, terá passado 9 anos inteiros da sua vida vendo TV. É tempo para chuchu sem exercitar a mente nem o corpo, o que pode acarretar sérios problemas, desde obesidade a até mesmo doenças degenerativas cerebrais, como demência e mal de Alzheimer.
O cérebro, assim como o corpo, também precisa ser exercitado. Só que ninguém se lembra dele nas academias de ginástica, por exemplo. A diminuição da capacidade mental associada à idade ocorre por causa de alterações nas ligações entre as células cerebrais. Há indícios de que manter o cérebro em atividade ajuda a aumentar as reservas de células e conexões cerebrais. “O que é bom para seu coração é bom para seu cérebro. Tudo aquilo que você fizer para prevenir doenças coronárias também vai ajudar sua cabeça e assim diminuir o risco de desenvolver mal de Alzheimer”, indica a Associação Alzheimer, órgão americano de ajuda e informação aos portadores da doença.
Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, ratos e outros roedores estimulados com brinquedos e aparelhos para exercícios desenvolveram células novinhas em folha na região do cérebro envolvida com aprendizado e com a memória. Portanto, mande ver nas atividades físicas. Agora, é lógico, lembre-se de botar a cabeça para funcionar também. Ler, escrever, jogar jogos de tabuleiro, aprender coisas novas, fazer palavras cruzadas, resolver passatempos de lógica: todas essas atividades mantêm seu cérebro ativo e, quem sabe, criam reservas de células e conexões. Estudar sempre algo diferente pode ser um bom jeito de obrigar sua cabeça a pensar mais. Outra idéia que também contribui para romper a inércia cerebral é praticar atividades ao ar livre – no mínimo, elas vão arrancar você do sofá e da frente da televisão.
Não leve nada disso tão a sério
Se você leu esta reportagem até aqui – e levou tudo o que está escrito em consideração – deve estar cheio de tarefas a cumprir. De fato, são dicas que podem ajudá-lo a melhorar consideravelmente seu dia a dia. Mas, sinceramente, não precisa tanta rigidez. Se der para fazer tudo, ótimo. Se não der, tudo bem também. Tente outra vez.
Radicalismos e rigidez com regras são um perigo. Podem se tornar uma obsessão e isso não é bom. O melhor mesmo para a saúde é o equilíbrio, a flexibilidade. “Todos os meus pacientes que mudaram o comportamento e se tornaram mais flexíveis tiveram uma melhora no estado de saúde. Pessoas muito rígidas, controladoras e perfeccionistas tendem a ter mais doenças do coração”, afirma o cardiologista Alan Rozanski, do Departamento de Medicina da Universidade Colúmbia, Nova York. Os oncologistas também vêm avançando em estudos que comprovam ligação entre esse tipo de comportamento humano e o desenvolvimento de câncer – chama-se “padrão biopsicossocial de risco de câncer”. Ele é caracterizado principalmente por pessoas que negam ou suprimem as emoções, são muito racionais e têm um controle muito rígido que as impede de se expressar. Esse perfil diminuiria a competência do sistema imunológico, seja para prevenir o câncer, seja para combatê-lo durante o tratamento, ou para impedir que ele reincida.
Edward Creagan, médico oncologista da Clínica Mayo, em Rochester, EUA, é um ardoroso defensor da flexibilidade para a manutenção da saúde. Mas como chegar até ela? “Ser resiliente não é seguir os clichês de ‘se a vida te deu um limão, faça uma limonada’. Ser resiliente é não ignorar seus sentimentos, suas dores”, diz. “É também perceber que nem sempre você tem que ser forte, você pode pedir ajuda. Esses são fatores fundamentais Essa capacidade protege você e seus familiares de doenças como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, doenças cardíacas e diabetes”. Está vendo? Até o corpo agradece.
Um Ano Novo repleto de Sorrisos !
Via Super Interessante - http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-44
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Dra. Taluana Modesto França,
Felicidade,
odontologia
quinta-feira, 16 de maio de 2013
22 coisas que as pessoas felizes fazem diferente
Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem de fama, fortuna, de outras pessoas ou bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode ser miseravelmente infeliz, enquanto uma pessoa sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida.
As pessoas felizes são felizes porque se fazem felizes. Elas mantêm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. A questão é: como elas fazem isso?
É muito simples. As pessoas felizes têm bons hábitos que melhoram suas vidas. Elas fazem as coisas de forma diferente. Pergunte a qualquer pessoa feliz e ela vai te dizer que:
1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer do que deixar seus sentimentos negativos dominarem seus sentimentos positivos. Guardar rancor tem um monte de efeitos prejudiciais sobre o seu bem-estar, incluindo aumento da depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar alguém que o ofendeu ter poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.
2. Trate a todos com bondade.
Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Toda vez que você realizar um ato altruísta, seu cérebro produz serotonina, um hormônio que facilita a tensão e eleva o seu espírito. Não só isso, mas tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, também permite que você construa relacionamentos mais fortes.
3. Veja os problemas como desafios.
A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação instável, quando um desafio é visto como algo positivo, como uma oportunidade, uma tarefa. Sempre que você enfrentar um obstáculo, tente olhar para isso como um desafio.
4. Expresse gratidão pelo que já têm.
Há um ditado popular que diz algo assim: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se você contar suas bênçãos em vez de ansiar para o que você não tem.
5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos do que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai colocar você em uma atitude focada e positiva.
6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema importa daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para ficar preocupado com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai definitivamente colocar você à vontade para desfrutar das coisas mais importantes na vida.
7. Fale bem dos outros.
Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas geralmente deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as outras pessoas o encoraja a pensar positivo, sem se preocupar em julgar as ações de outras pessoas.
8. Não procure culpados.
As pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos na vida. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazer isso, elas pro-ativamente tentam mudar para melhor.
9. Viva o presente.
As pessoas felizes não vivem no passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Elas se deixam envolver em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Você já reparou que um monte de pessoas bem sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário todas as manhãs estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o em um estado calmo e centrado.
11. Não se compare aos outros.
Todos trabalham em seu próprio ritmo, então por que se comparar com os outros? Se você acha que é melhor do que outra pessoa ganha um sentido saudável de superioridade. Se você acha que alguém é melhor do que você acaba se sentindo mal sobre si mesmo. Você vai ser mais feliz se concentrar em seu próprio progresso.
12. Escolha seus amigos sabiamente.
A miséria adora companhia. É por isso que é importante cercar-se de pessoas otimistas que vai incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva que você tem em torno de você, melhor vai se sentir.
13. Não busque a aprovação dos outros.
As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Elas seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los. Elas entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.
14. Aproveite seu tempo para ouvir.
Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais intensamente você ouve, mais silenciosa sua mente fica e mais conteúdo você absorve.
15. Cultive relacionamentos sociais.
Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. As pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar a sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer lugar e a qualquer hora que elas precisam acalmar seus nervos.
17. Alimente-se bem.
Tudo que você come afeta diretamente a capacidade do seu corpo produzir hormônios, o que vai ditar o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se de comer alimentos que irão manter sua mente e corpo em boa forma.
18. Faça exercícios.
Estudos têm demonstrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade. Exercício também aumenta a sua auto-estima e dá uma maior sensação de auto-realização.
19. Viva com o que é realmente importante.
As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que coisas extras em excesso as deixam sobrecarregadas e estressadas. Alguns estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes do que os americanos, o que é interessante porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.
20. Diga a verdade.
Mentir corrói a sua auto-estima e faz você antipático. A verdade o libertará. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca peça desculpas por isso.
21. Estabeleça o controle pessoal.
As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e um grande senso de auto-estima.
22. Aceite o que não pode ser alterado.
Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Em vez de ficar obcecado sobre como a vida é injusta, se concentre apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.
Fonte: Essa é uma tradução do texto da Chiara Fucarino.
Você pode acessar o texto original aqui:http://successify.net/2012/10/31/22-things-happy-people-do-differently/
(Obrigado pelo texto, Alberto Guerra)!
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