Mostrando postagens com marcador Dra. Taluana Modesto França. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dra. Taluana Modesto França. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O que é Disfunção Temporomandibular (DTM)?

O que é ATM?
ATM é a abreviatura de Articulação Temporomandibular. Localizam-se entre a mandíbula e o crânio na região anterior à orelha, do lado direito e esquerdo. Essas articulações possibilitam os movimentos da boca como abertura, fechamento, e funções como mastigar, falar e engolir.
O que é DTM?
DTM é a abreviatura de Disfunções Temporomandibulares.  Genericamente, o termo  se refere às anormalidades que atingem as ATM e/ou os músculos da mastigação.
Quais os sintomas?
Os mais comuns são: dificuldade, dor ou limitação para abrir ou movimentar a boca, ruídos nas ATM, travamento da mandíbula, dores na face, ouvido e região cervical, cansaço nos músculos da face, certos tipos de dor de cabeça entre outros.
Quais as causas?
Não existe uma causa específica. Existem fatores que podem desencadear, perpetuar e contribuir para que a dor e disfunção se apresente. Alguns destes fatores são: trauma, estresse emocional, apertamento constante dos dentes, hábitos como mascar chicletes, roer unhas, etc, e até predisposição genética para dores crônicas, dentre outros. Antigamente, acreditava-se que tudo era causado pela posição dos dentes; hoje, os estudos mostram que o papel da má oclusão dentária na causa de DTM é pequeno.
Como tratar?
Os tratamentos de escolha nos dias atuais são conservadores e apresentam excelentes resultados, como autocuidados, medicação, placa de mordida, fisioterapia, etc. Em uma pequena porcentagem de casos onde há alterações específicas nas ATMs, a cirurgia pode ser indicada. Entretanto é importante lembrar que é fundamental um correto diagnóstico já que a maioria das DTMs apresentam envolvimento muscular com indicação de tratamentos conservadores.

Qual profissional devo procurar?
Se você suspeita que é portador de DTM, procure um Cirurgião Dentista especialista em DTM Dor Orofacial, que é a especialidade odontológica que cuida destas e de outras dores da face.

Fonte: SBDOF


Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia e Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Escova de Dentes e seus Cuidados!

A escova de dente pode representar  uma “faca de dois gumes”, isto é, pode ser uma excelente aliada na prevenção de doenças e manutenção da higiene bucal, como pode ser uma veiculadora de germes causando infecções bucais, respiratórias, diarréias e vômitos.

Um simples ato de “apertar a descarga do vaso sanitário com o tampo aberto”, pode jogar milhares de germes, na forma de spray, para o ar, ficando suspenso no ar do banheiro, por até 2 horas. Para se ter idéia da gravidade do problema, se tirarmos o teto do nosso banheiro, um germe alcançaria até 6 metros de altura. Com certeza, estes germes vão alcançar as escovas de dentes que estiverem expostas no banheiro.  Isto explica a razão que quando temos uma criança com diarréia em casa, logo vários outros membros da família também terão, uma das causas é justamente esta.  Então o que devemos fazer:

1-    aperte a descarga com o tampo fechado;
2-    apos cada escovação, lave a escova, bate levemente na beirada da pia (nunca enxugar com toalhas de rosto ou de banho);
3-    pulverize uma solução de gluconato de clorexidina a 0,12%;
4-    mantenha em um copo, com as cerdas para cima (para secar), nunca mantenha em caixinhas plásticas pois serviria de uma  proteção para as bactérias, com manutenção da umidade – evitar guardar em armários (atrás de espelhos) pois o contato das cerdas da escova com os suportes, pode “criar” manchas pretas – são culturas de germes;
5-    Lavar em agua corrente na próxima escovação;
6-    Use escovas de boa qualidade (pergunte para o seu dentista) assim como pastas de dentes (use pouca quantidade);
7-    Inicie corretamente o processo de escovação (consulte seu dentista);
8-    Com relação a durabilidade das escovas: - Escovas de Adultos – devem ser trocadas em média a cada 2 a 3 meses -  Escovas de Crianças – 1 mês (crianças tem a tendência de morder);
9-    Lembre-se que após eventos de infecções ou doenças do trato respiratório (gripe, resfriado, etc) ou bucais (herpes, cáries, mononucleose, candidíase)  ou mesmo gastrite ocasionada pelo Helicobacter pylori, devemos trocar a escova sempre após se curar pois podem acontecer novas infecções.





Fonte: Dr. Roberto Martins Figueiredo, Dr Bactéria (@drbacteria)


Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia e Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)





terça-feira, 2 de junho de 2015

Tabagismo é um grave problema de saúde!

É comprovado cientificamente que  o tabagismo causa sérios prejuizos ao nosso organismo e deve ser encarado como um vício, portanto é necessário procurar ajuda profissional para parar de fumar.
O uso do tabaco causa aproximadamente 50 doenças diferentes, e um fumante adoece em média 3 vezes mais que um não-fumante. Na composição do cigarro estão mais de 4.720 substâncias, entre elas mais de 60 são capazes de causar danos ao nosso organismo. Na boca, o cigarro agride as células da mucosa diminuindo sua capacidade de cicatrização e de defesa e deixando-a mais sujeita à ação de bactérias, vírus e fungos, além de conter substâncias carcinogênicas que aumentam a probabilidade do desenvolvimento de câncer bucal.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) com 52 fumantes da capital paulista comprova os malefícios causados pelo tabaco aos dentes. O fumo, por exemplo, pode aumentar em até sete vezes o risco de periodontite, devido aos produtos nocivos; além disso fumantes possuem risco de perda dentária 4,2 a 4,6 vezes maior do que os não fumantes.  Quem fuma apresenta mais halitose, manchas dentais e tem mais chances de desenvolver câncer de boca.O estudo foi divulgado pelo professor Claúdio Mendes Pannuti, da disciplina de Periodontia e autor da pesquisa, durante o Workshop de Higiene Bucal, promovido pela Johnson & Johnson, no Medical Innovation Institute, em São Paulo.

O cuidado com a higiene bucal se faz necessário para todos, mas os fumantes devem se cuidar ainda mais. A pesquisa, além de comprovar a associação do tabagismo às doenças orais, também ressalta os benefícios que uma limpeza bucal completa proporciona para os pacientes fumantes. A prevenção é a maneira menos dolorida e mais econômica de cuidar da boca.



Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia
Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)



terça-feira, 26 de maio de 2015

Motivos para usar o fio dental


Proteger o Coração
Cada vez mais se encontram evidências de que as bactérias que se proliferam sem controle entre os dentes e a gengiva representam perigo a distância. É que a gengivite e sobretudo seu estágio mais avançado, a periodontite, complicam o estado dos vasos sanguíneos, incluindo aqueles que irrigam o músculo cardíaco. Daí o papel protetor do fio dental.
 “A doença periodontal, assim como as demais infecções, é caracterizada por um processo inflamatório que contribui para a ruptura das placas nas artérias e um consequente infarto”, explica o cardiologista Luiz Antonio Cesar, do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo.
Preservar os Pulmões
A cavidade bucal mantém comunicação direta com o sistema respiratório. Quem se aproveita disso são as bactérias que moram ali. Ao avançar para a corrente sanguínea (e até pelo ar inalado!), elas podem causar estragos nos pulmões.
Em geral, as bactérias só bombardeiam os pulmões se as defesas estão em baixa. “Indivíduos internados costumam ter o sistema imune fragilizado e ficam mais expostos à migração desses microorganismos”, esclarece o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme, da Universidade Federal de São Paulo.
Prevenir o Câncer
Quando o fio é esquecido e as bactérias ampliam seu domínio sobre a boca, esse outro vilão pode ser convidado a entrar em cena. A dentista Mine Tezal, professora da Universidade do Estado de Nova York, nos Estados Unidos, revela que  “ os microorganismos e o processo inflamatório criam um ambiente favorável ao surgimento de células defeituosas”. Mine vai além: “A inflamação crônica na boca altera sua mucosa, facilitando a entrada de outros agentes cancerígenos, como tabaco, álcool e vírus”. Em revisão recente, a expert encontrou indícios de que o HPV se aproveita desse cenário para semear um câncer na boca ou na garganta.
Evitar o Parto Prematuro
O futuro mais imediato do bebê também depende de que a mãe seja uma adepta do fio, da escova e das visitas ao dentista. As alterações hormonais da gravidez já deixam a gengiva mais vulnerável; se a doença periodontal conquista seu espaço, a repercussão está longe de ficar restrita ao sorriso da gestante. O bebê pode nascer prematuro e abaixo do peso – o que é capaz de acarretar problemas de curto e médio prazo em seu pleno desenvolvimento.
A  inflamação crônica e algumas toxinas liberadas pelas bactérias bucais viajam pelo sangue e abalam a placenta. Para não prejudicar a saúde do bebê, o corpo da grávida entende que é melhor antecipar a saída dele. Esse dado só vem reforçar a importância e incluir o dentista no pré-natal. E o fio dental sempre.
Controlar o Diabetes
Os diabéticos que penam para controlar a glicemia precisam redobrar a atenção com a gengiva, já que ela é mais suscetível aos assaltos microbianos. Se o açúcar no sangue permanece nas alturas, a reparação das agressões a esse tecido não acontece direito. Numa via de mão dupla, a doença periodontal desgoverna o ajuste da glicose. Nos diabéticos do tipo 2, a inflamação desencadeada pelo problema bucal aumenta a resistência à insulina, ou seja, o excesso de moléculas inflamatórias trafegando pelo organismo faz com que a insulina não consiga abrir as portas das células para receber a glicose. Se ela sobra no sangue, por sua vez, a gengiva não se recupera…
Sim, é um círculo vicioso. Estudos feitos no Brasil mostram inclusive que o tratamento da doença periodontal em diabéticos rende um melhor domínio sobre a glicemia.
Fonte:




Dra Taluana Cezar Modesto França – CRO DF 4681
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial/ Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Periodontia e Especializanda em DTM e Dor Orofacial
Facebook: dual.topdentbrasilia (curta nossa página)