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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Alimentos aliados do corredor...


A apresentação dos alimentos frescos prejudica sua popularidade na hora de decidir pelo que comprar. Se os alimentos frescos e orgânicos viessem em uma embalagem atraente como a dos alimentos industrializados, não precisaríamos de estratégias para convencer o consumidor de que eles são sempre a melhor escolha, independente do seu objetivo e priorizando a saúde, pois todo e qualquer alimento fresco, oferece pelo menos um benefício à saúde.

Alguns alimentos, principalmente as frutas, verduras e legumes, se destacam por apresentar uma variedade muito rica em nutrientes, ou por apresentar algum precioso componente com impacto positivo sobre a saúde.

Vamos conhecer 10 alimentos uteis para os corredores, tanto para melhorar a saúde quanto para acelerar o desempenho durante os treinos e competições. Escolha os alimentos de sua preferência, e introduza na sua rotina alimentar  com mais frequência.

AVEIA

É um alimento altamente energético e rico em vários nutrientes. Sua alta concentração de vitaminas do complexo B e excelente fonte de carboidratos complexos, auxiliam na produção de energia durante a corrida. Sua fibra solúvel, a betaglucana, apresenta comprovados benefícios à saúde, entre eles, a regulação do transito intestinal e dos níveis de glicose sanguínea , além de reduzir o colesterol LDL.
O ideal é consumir de 2 a 5 colheres de aveia por dia para obter seus benefícios.


BATATA DOCE

Este super alimento da roça, reúne dois importantes aliados à corrida: uma ampla fonte de antioxidantes (vitamina C, E e betacaroteno) e um altíssimo teor de carboidratos. Portanto, além de ser fonte de energia para o trabalho muscular, ajuda a evitar lesões e atua na defesa do organismo. Suas fibras atuam prolongando a sensação de saciedade.
Uma unidade de batata doce atinge 50% da recomendação diária de betacaroteno.


 CHÁ VERDE

Importantíssimo coadjuvante da saúde, de todos seus benefícios, o que mais se destaca é na prevenção do câncer, redução dos níveis de colesterol ruim (LDL) e auxiliar no tratamento de perda de peso. Os flavonoides do chá verde possuem potente efeito antioxidante, que equilibra o excesso de radicais livres que são produzidos em dias de longas corridas.

A quantidade necessária para que os efeitos do chá vede se manifestem, é de 4 a 5 xícaras ao dia, mas apenas uma xícara diária já produz benefícios. Para suavizar o sabor, pode ser preparado com especiarias como a erva doce, a camomila ou até mesmo para os dias quentes, ser acrescido de limão.


CEBOLA

Considerada um dos melhores alimentos do mundo, a cebola é uma excelente fonte de magnésio. Além do magnésio, a cebola possui uma substância chamada quercetina, importante antiinflamatório, competente contra os radicais livres e na redução do colesterol ruim (LDL). Sendo uma ótima opção para compor as preparações no corredor após a corrida.

A cebola roxa possui mais quercetina que a cebola branca comum.  Basta caprichar no cozimento para reduzir seu sabor acentuado, evitando o cozimento em água (elimina os efeitos da quercetina) e preferindo refogar, grelhar ou assar.

Uma cebola média possui aproximadamente 50% da recomendação diária de magnésio.
SEMENTE DE LINHAÇA

Esta semente provou seu super potencial em diversos estudos científicos. Dentre suas principais propriedades destacam-se o efeito antiinflamatório, a defesa imunológica e a presença da lignana, essencial papel antioxidante. Utilizada também na redução dos níveis de triglicerídeos.

Se adicionar 1 colher de sopa de linhaça no seu dia a dia, os nobres benefícios do ômega 3 entrarão em ação. Para que as lignanas e o ômega 3 possam ser melhor aproveitados, é preciso romper a casca resistente da linhaça, por isso a necessidade de tritura-la no processador ou liquidificador imediatamente antes do seu consumo (podendo aproveitar até no máximo 3 dias).

SALMÃO

Além de ser saboroso, este peixe de águas profundas é uma excelente fonte de ômega3 e proteínas.  Suas propriedades o tornam um dos melhores alimentos para a recuperação muscular, ajudando a reparar nas fibras musculares os danos provocados pelo exercício, agindo como antiinflamatório.

Pode ser consumido cru na salada, como sashimi, assado ou grelhado com molho de maracujá. 1 filé de salmão atinge 100% das recomendações diárias de ômega 3.


QUINOA

É um cereal que possui propriedades diferenciadas dos demais, por ser considerada pela OMS como um dos cereais mais nutritivos do mundo.

Sua importância para o corredor destaca-se pela sua super combinação de aminoácidos, superior à de outros cereais. É um diferencial para os vegetarianos, que podem se beneficiar destes aminoácidos que são menos frequentes entre os alimentos de origem vegetal.

Além de fornecer os aminoácidos essenciais, é rica em fibras e possui baixo teor de gordura, já que os alimentos de origem animal (fontes de aminoácidos) são pobres em fibras e ricos em gordura.


NOZ PECÃ

Rica em gordura poliinsaturada (gordura saudável). Esta oleaginosa também destaca-se pelo teor de selênio, magnésio, fibras, vitamina E e potássio, que além de protegerem a integridade da membrana celular, reforçam as defesas antioxidantes do organismo e contribuem para a reposição dos eletrólitos perdidos no suor durante as corridas. A ingestão de 4 nozes já é suficiente para promover seus benefícios.





Fonte: BONUMÁ, Suzana. A dieta do corredor. Editora Academia de Inteligência. São Paulo,2010.








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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Índice glicêmico e esportistas...




Dentre os principais objetivos da dieta e da nutrição adequada para os esportistas, estão a melhora do rendimento físico, a recuperação adequada dos estoques de energia e a melhora da composição corporal, reduzindo a fadiga e permitindo que o atleta treine por mais tempo, recuperando-se melhor entre os treinos.
Em uma dieta equilibrada, os carboidratos constituem a maior parte da ingestão energética. Mesmo pequenas no organismo, as reservas de glicogênio são importantes durante períodos de jejum e também durante exercícios prolongados e extenuantes, nos quais a glicose e os ácidos graxos são oxidados a fim de fornecer energia para a contração muscular.

Os carboidratos da dieta são divididos em três grupos principais: os monossacarídeos (glicose e frutose), os dissacarídeos (sacarose, lactose e maltose) e os polissacarídeos (carboidratos complexos, fibras). Dentre as principais funções dos carboidratos, a que merece atenção entre os esportistas é a produção de ATP, considerada a principal fonte de energia do organismo.

Os carboidratos devem ser a principal fonte de energia da dieta para o organismo, já que quando oxidados, liberam uma grande quantidade de energia, importantíssima para a a execução dos exercícios e para a contração muscular.

Após a ingestão, os carboidratos são digeridos até serem transformados em glicose (como são levados para as células), sendo armazenados na forma de glicogênio principalmente no fígado e nos músculos, a fim de serem utilizados quando o organismo necessite de energia. Porém, os estoques de glicogênio são limitados e reduzem durante o exercício, justificando a necessidade de repor estas reservas de energia através do adequado consumo de carboidratos, levando em consideração sempre seu Índice Glicêmico.

O indice glicêmico foi desenvolvido, com o objetivo de avaliar o efeito dos carboidratos sobre a glicemia sanguínea, devido o organismo não digerir e não absorver os carboidratos na mesma velocidade. É o tempo que determinado alimento leva para se transformar em glicose no nosso organismo, alimentos que são digeridos e absorvidos rapidamente (como a batata inglesa), se transformam rapidamente em glicose, levando à liberação de insulina e favorecendo o deposito de gordura.

De acordo com estudos, quando mais intenso for o exercício físico, maior será a dependência em relação aos carboidratos como combustíveis.  Quando o consumo de carboidratos é insuficiente, a performance física fica reduzida, principalmente a anaeróbica, ou seja, atletas de força ou de provas de curta duração precisam se atentar mais ainda ao consumo de carboidratos, já que a utilização do glicogênio muscular é extremamente rápido nestas modalidades.

CURIOSIDADE: os estoques de glicogênio nunca chegam a zerar durante o exercício. Quando a ingestão é inadequada e a reserva é baixa, pode ocorrer a utilização do próprio tecido muscular como fonte de energia, o que é temido por todos. Neste momento que o rendimento do atleta pode ser beneficiado com o consumo de uma fonte exógena de carboidrato, retardando sua fadiga.
Os maiores estoques de glicogênio são obtidos quando há o consumo de carboidratos de alto índice glicêmico, aqueles que são rapidamente absorvidos e logo fornecem energia para as células.

Mas qual tipo de carboidrato consumir em cada parte do treino?

Pré Treino
O mais indicado é consumir alimentos de baixo a moderado índice glicêmico, pois não deve haver um aumento súbito da glicose sanguínea minutos antes de iniciar o exercício. Pois isso causa uma liberação de insulina excessiva, a qual atrapalharia a liberação adequada de hormônios fundamentais no momento da atividade física (como glucagon e cortisol).

Durante o treino
Indicado consumir alimentos de médio a alto índice glicêmico, pois na hora do exercício os hormônios presentes na corrente sanguínea inibem a ação da insulina,fazendo com que consigamos absorver a glicose dentro das células , através de uma ação metabólica estimulada pelo exercício, e que independe da ação da insulina.

Pós treino
Após o exercício, é excelente consumir alimentos de alto índice glicêmico, a fim de inibir a ação dos hormônios presentes na corrente sanguínea (Glucagon e Cortisol) e estimular a produção de insulina par repor os estoques de carboidratos presentes no fígado e nos músculos, o glicogênio, que tem o papel de levar o músculo ao processo de recuperação muscular.

LEMBRE-SE: a digestão de qualquer tipo de carboidrato, independente do índice glicêmico, inicia pela boca, portanto, mastigue muito bem os alimentos para facilitar sua digestão e melhorar sua absorção.

Tabela do Índice glicêmico de alguns alimentos:

Índice Baixo
Índice Moderado
Índice Alto
Maçã
Suco de laranja c/ água
Isotônico
Pêra
Aveia
Batata de qualquer maneira
Damasco
Arroz branco
Flocos de milho
Pêssego
Pão de centeio light
Creme de trigo
Couve
Grão de centeio
Mel
Laranja
Batata doce
Melancia
Ameixa
Suco de frutas sem açúcar
Pão branco - francês/ de forma
Melão
Ervilhas verdes (fresca)
Pipoca
Cereja
Feijões cozidos
Bolo
Brócolis
Kiwi
Torradas
Tomate
Manga
Cookies
Lentilha
Laranja
Abacaxi
Grão de cevada
Uva
Banana
Espinafre
Suco de maçã
Beterraba
Cereal all bran
Macarrão
Biscoitos
Pepino
Inhame
Mandioca
Repolho
Banana
Geléias
Couve flor
Farelo de trigo
Abóbora
Alface
Morango
Polenta
Pepino
Grão de bico
Barra de cereais
Berinjela
Arroz integral
Cereal cornflakes
Abobrinha
Yakult
Manga
Tofu e queijos
Massas integrais
Papaia

Pão integral
Milho

Chocolate amargo
Massas de farinha branca

Cenoura
Aveia


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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Leites falsos...



Leites vegetais
Uma boa opção para quem deseja reduzir ou eliminar o consumo de lactose, os leites vegetais são frescos, saborosos, além de super nutritivos. Com o consumo dos leites vegetais podemos inclusive ganhar fibras, minerais e muita saúde.
Vamos ver um pouco dos benefícios de cada leite vegetal.
Leite de quinua: rico em proteinase  comparado com o leite materno, pois é um dos alimentos mais rico em vitaminas e aminoácidos inclusive os de cadeia ramificada (BCAA) excelente para quem faz exercício físico.
Leite de castanha de caju: sua função mais importante é fortalecer a circulação sanguínea, protegendo os vasos. Além de fornecer proteínas, atua na redução da hipercolesterolemia.
Leite de amendoim: atua como antioxidante, protegendo o organismo da ação dos radicais livres. Obs: O leite de amendoim é o que mais deixa resíduos.
Leite de nozes: o papel fundamental das nozes é a proteção do sistema respiratório. Enquanto sua aparência enrugada lembra o cérebro humano, as nozes atuam tonificando nosso sistema nervoso. A gordura das nozes é facilmente metabolizada pelo organismo.
Leite de semente de abóbora: excelente fonte de ferro, fósforo e cálcio, atua no combate à anemia, auxiliando na formação dos glóbulos vermelhos, oxigenação dos órgãos e na formação de músculos, ossos e cérebro. Auxilia no funcionamento do intestino e na colonização de bactérias benéficas.
Leite de linhaça: entre os benefícios do consumo de linhaça está o fortalecimento da imunidade, por fornecer substancias bioativas capazes de prevenir e tratar doenças. É um potente anti-inflamatório, atua na redução dos níveis de gordura sanguínea (triglicerídeos e colesterol), reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. Outro papel fundamental da linhaça é atuar no bom funcionamento intestinal.
Leite de aveia: possui fibras solúveis que atuam no controle da glicemia, importante para diabéticos. Atua na proteção do coração e circulação contra aterosclerose. Importante fonte de cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B e fibras, atuando no regulamento da função intestinal.
Leite de gergelim: excelente para o funcionamento dos músculos e do cérebro, o gergelim é fonte de proteína, cálcio e ácido fólico, essencial para a formação das células sanguíneas.
Leite de castanhas: excelente fonte de Selênio, as castanhas atuam como antioxidantes que atuam eliminando as impurezas do organismo. Seu teor de vitamina E e vitamina B1, exercem papel importante no fornecimento de energia e no metabolismo das proteínas.
Leite de girassol: fonte de proteínas, fósforo, cobre, ferro, zinco  e vitaminas B6, K e E, sua principal propriedade é a de poderoso antioxidante, protegendo o organismo do envelhecimento precoce, estresse e poluição.
Leite de arroz integral: é um poderoso desintoxicante do organismo. Suas proteínas, vitamina B1 e niacina, possuem a função de transformação das proteínas e carboidratos em energia no organismo. O leite de arroz contém mais carboidratos que o leite de vaca, porém, não contém colesterol nem lactose, tornando-o mais saudável ao coração e seguro para os intolerantes à lactose. Uma xícara de leite de arroz contém aproximadamente 140 calorias, comparado ao leite de vaca que possui 185 calorias.
“Bacana” mesmo é poder prepara-lo em casa, aprenda como fazer:
LEITE DE AMÊNDOAS
Ingredientes:
1 copo de amêndoas descascadas e lavadas
2 copos de água filtrada
Modo de preparo: Deixe as amêndoas de molho na água filtrada durante uma noite, no dia seguinte, descarte a água. Bater no liquidificador as amêndoas com mais 2 copos de água filtrada. Essa mistura deve ser coada de três a quatro vezes. Depois de preparado é só conservar em geladeira.
LEITE DE ARROZ
Ingredientes:
1 litro água
150 g arroz integral
Modo de Preparo: Cozinhar o arroz. Retirar o arroz e reservar a água. Bater o arroz no liquidificador. Volte a ferver a água e adicione 4 colheres de sopa do creme de arroz .
LEITE DE QUINUA
Ingredientes:
2 colheres de sopa de quinua em grão
250mL de água
Modo de Preparo: Ferver a quinua na água por 15 minutos. Bater tudo no liquidificador e depois coar. Dica: O leite de quinua pode ser batido com uma fruta de sua preferência.
LEITE DE CÔCO
Ingredientes:
1 côco médio cortado em pedacinhos pequenos
2 colheres de sopa rasas de mel
1 colher de café rasa de sal marinho
1 litro de água quente
Modo de preparo: Bater no liquidificador com água quase fervendo, coar, bater novamente com o mel e o sal marinho.
LEITE DE GIRASSOL
Ingredientes:
1 xícara de semente de girassol, ou só da castanha
1 litro de água chiando
1 colher de café rasa de sal marinho
2 colheres de sopa cheia de mel ou melado
Modo de preparo: Bater bem no liquidificador, coar (no caso da semente) e servir quente ou frio.
Os leites vegetais podem ser consumidos puros ou em preparo de bebidas, como vitaminas. Não é indicado que seja fervido, somente aquecido, sendo o uso da canela indicada quando este precisar ser aquecido.  Os grãos que sobrarem após a coagem podem ser utilizados em outras preparações. Lave sempre bem os grãos antes iniciar o processo de retirada do leite.
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domingo, 9 de setembro de 2012

Suco para reduzir celulite...




INGREDIENTES:

2 folhas de couve
1 litro de água
2 unidades de limão galego (descascados)
6 folhas de hortelã
Raspas de limão
½ pepino pequeno
Pedaço pequeno de gengibre
10 gotas de própolis
Gelo a gosto

Dica: Pode incrementar com outros tipos de folhas verde escuras, talos de aipo, cenoura, beterraba, etc.

Modo de preparo: Bater tudo no liquidificador e tomar diariamente em jejum por 3 meses.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Conheça o óleo de arroz...



Quando o assunto é alimentação saudável, o óleo de arroz tem ganhado cada vez mais destaque. Extraído do farelo e do gérmen do grão de arroz, este óleo traz inúmeros benefícios, no controle do colesterol, no emagrecimento,  inibe a agregação plaquetária e favorece a ação antioxidante.
Sua composição é semelhante aos óleos de milho, soja e oliva, sendo: 38,4% ácido oleico (ômega 9), 34,4% ácido linoleico (ômega 6), 2,2% ácido linolênico (ômega 3) e 2,9% ácido esteárico. Porém, comparado aos óleos de palma e de coco, ele apresenta quantidades de gordura saturada menores, cerca de somente 20%.

Uma colher de sopa de óleo de arroz possui aproximadamente 135 calorias, semelhante aos outros óleos, devido às gorduras serem os componentes mais calóricos da nossa dieta. Como qualquer gordura, o óleo de arroz também deve ser consumido com moderação.

O óleo de arroz possui um poderoso antioxidante, o gamma-oryzanol, substância que de acordo com alguns estudos, possui os mesmos efeitos de esteroides anabólicos, que auxiliam na formação do GH (hormônio de crescimento), sendo mais efetivo como suplemento antioxidante  por neutralizar a liberação de radicais livres durante o exercício intenso. Além disso, auxilia na liberação das endorfinas, que dão uma sensação de bem estar. Nos EUA, é comum sua associação com suplementos esportivos que possuem o intuito de aumentar a performance e massa muscular.

O óleo de arroz é uma excelente fonte de gorduras saudáveis e protetoras do coração, como as poliinsaturadas e monoinsaturadas, as quais contribuem para a redução do colesterol total e do LDL-colesterol “ruim”, além de aumentar os níveis de HDL-colesterol, o “colesterol bom”.

Seu uso pode ser em preparações ou colocado sobre os alimentos prontos, como saladas e peixes.

Uma grande vantagem é que ele é bastante resistente ao calor, preservando a maior parte de seus nutrientes mesmo a 180 graus. Porém, como outros óleos, não deve ser reutilizado.

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