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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Vitamina C é importante no tratamento e prevenção de doenças cardíacas


Muitos estudos recentes tem confirmado os efeitos protetores da vitamina C em face de doenças do coração. Num estudo, homens que ingeriram vitamina C tiveram 66% menos risco de doença coronária, em comparação com homens que ingeriram baixas doses de vitamina C, mesmo realizando diversos fatores de controle de risco cardiovascular (
Em um estudo realizado em Harvard Medical School, com mais de 85.000 enfermeiras durante 16 anos, observou-se que as mulheres que usaram suplementos de vitamina C tiveram redução em 28% em doença cardíaca coronária, em comparação com mulheres que não realizaram a suplementação de vitamina C. Essa redução em doença cardíaca ocorreu mesmo após com o passar dos anos, tabagismo e outros fatores de risco. Com base nisso, os cientistas de Harvard concluíram que suplementos de vitamina C diminuem o risco de doença cardíaca coronária (J Am Coll Cardiol. 2003 Jul 16;42(2):246-52).
Muitos outros estudos informam que a vitamina C não só protege contra doenças cardiovasculares, como também diminui o risco em sofrer ataques cardíacos com risco de vida. Verificou-se que homens de meia idade, sem nenhuma evidencia de doença cardíaca pré- existente, eram 3,5 mais propensos a sofrer ataques cardíacos em comparação com outros que não eram deficientes em vitamina C ( BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.).
Confirmando o estudo acima, outra pesquisa comprovou que pessoas no quartil mais elevado de ingestão de vitamina C tiveram a notável marca de 80% menos risco em sofrer ataque cardíaco, em comparação om pessoas no menor quartil de vitamina C (
Pesquisas clínicas e experimentais sugerem que a vitamina C pode proteger contra outras doenças do coração e dos vasos sanguíneos, incluindo, fibrilação atrial (batimento cardíaco irregular que aumenta o risco de Acidente Vascular Cerebral AVC), miocardiopatia dilatada (dilatação do coração), insuficiência cardíaca congestiva (
Em vista dessa variedade de estudos científicos, converse com seu médico sobre a possibilidade de incluir essa poderosa vitamina em seu tratamento de saúde, ou até mesmo, para fins preventivos. Todavia, como já informado pelo Dr. Thomas Levy:
*Todas as referências científicas foram citadas no corpo do texto.
Dr. Júlio Caleiro Pimenta
Nutricionista São Sebastiao do Paraíso/Minas Gerais Site: www.nutricaobrasil.me

Apr;11(4):311-7). Logo, outra conclusão não há que níveis ideais de vitamina C podem
J Am Coll Nutr. 2003

Oct;22(5):372-8.). O resultado tornou-se mais surpreendente já que muitos dos homens
estudados eram fumantes.

Acta Med Port. 1998

proporcionar uma poderosa proteção contra ataques cardíacos potencialmente fatais.

Int J Cardiol. 2005 Jul

10;102(2):321-6; Can J Cardiol. 2005 Aug;21(10):851-5; J Vet Intern Med. 2005

Jul;19(4):537-41; Am J Physiol Heart Circ Physiol. 2004 Jun;286(6):H2113-7).

Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejadosDr. Thomas Levy, médico cardiologista.
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Resveratrol é capaz de barrar vírus da gripe e mostra-se superior à fármacos antivirais!


De acordo com um relatório no Journal of Infectious Diseases o resveratrol é o princípio ativo encontrado em uvas, vinho, amendoim e outras plantas e tem ações que bloqueia o vírus influenza (gripe). Os investigadores acreditam que composto natural tem vantagens sobre as drogas convêncionais porque tem múltiplos efeitos contra os vírus. As infecções virais envolvem muitos passos, cada um dos quais fornecem uma oportunidade para um tratamento eficaz. Além de criar um montoado de proteínas virais a partir do hospedeiro a ação dos vírus também envia sinais de imuno-supressão para o sistema imunitário do hospedeiro, minando a capacidade de responder adequadamente e então realizar a sua aquisição através de sinais que envia para o centro de comando do anfitrião celular. O Resveratrol funciona interceptando os sinais dos vírus, dificultando a capacidade dos vírus realizar o seu plano predeterminado para fabricar, transportar e montar as proteínas virais prejudiciais ao sistema imune humano.
Os pesquisadores italianos testaram a capacidade do resveratrol contra o vírus da gripe por tratamento na células após a infecção. O efeito antiviral foi de 90%! Para o resveratrol ser eficaz, no entanto teve de ser adicionado às células infectadas seis horas após a infecção e continuou durante um período adicional de 24 horas. Este alerta dos cientistas sobre o resveratrol interferir com o vírus, se refere não no ponto em que ele infecta as células ou em que as proteínas virais são fabricados, mas quando as proteínas seriam montados em novos vírus impedindo então a sua replicação. Assim, a replicação viral foi severamente prejudicada. O resveratrol impede a replicação diminuindo o grau de virulência.
Tendo mostrado que o resveratrol trabalhou nas células a favor do hospedeiro, os investigadores procuraram determinar se o efeito poderia ser duplicado em animais. Quando administrado resveratrol a ratinhos infectados com influenza, a taxa de sobrevivência, normalmente que era de 20% duplicou para 40%. No geral, a quantidade de vírus da gripe em pulmões dos animais foi reduzido de 98% em comparação com o de ratos que receberam placebo.
Procure o médico e ou Nutricionista!

(((Terri Mitchell)))


Referência
* Palamara AT, Nencioni L, Aquilano K, et al. A inibição da replicação do vírus influenza A por resveratrol. J Infect Dis. 2005 15 de Maio; 191 (10) :1719-29.

By, Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Vitamina D no tratamento de doenças infecciosas e VIROSES

By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – MG.

“A existência de receptores de vitamina D nas células imunes explica a influencia da vitamina D em uma variedade de doenças que são consideradas resultantes de infecções específicas. A tuberculose é um exemplo. Na virada do século, foram construídos solários específicos para tratar os pacientes tuberculosos. Sempre reconhecemos que os macrófagos – células do sistema imunológico que matam os germes – ativam a vitamina D. Recentemente, as equipes do Dr. Robert Modlin, na cidade de Los Angeles, revelaram que os macrófagos ativam a vitamina D porque é ela quem estimula a produção de catelicidina – uma proteína que mata, especificamente, agentes infecciosos [vírus, bactérias e fungos] como os da turberculose.” [Essas pequenas proteínas agem como antibióticos naturais contra um amplo espectro de vírus, bactérias e fungos.]
“Só agora começamos a entender a importância da vitamina D na imunidade inata, especialmente contra os agentes infecciosos que contraímos no meio ambiente. Uma pesquisa com mulheres pós-menopausa, que ingeriram uma dose alta de vitamina D por dia, mostrou que elas apresentavam uma redução de 90% nas infecções das vias respiratórias superiores, quando comparadas àquelas que ingeriram uma pequena dose de vitamina D por dia. Essa pesquisa foi confirmada por outros estudos que também observaram redução do risco de infecções das vias respiratórias superiores em adultos com os níveis séricos mais altos de vitamina D circulante. Se aplicarmos essas observações às outras infecções relacionadas, inferimos que a vitamina D pode influenciar a infecção pelo vírus da gripe, que, no momento, circula pelo mundo por meio da nova cepa chamada H1N1, ou gripe suína.”
• Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, fotobiologia da vitamina D.


Referências:
1. The Vitamin D Solution: A 3-Step Strategy to Cure Our Most Common Health Problems, Dr. Michael Holick – PhD.
2. Chan TYK. “Vitamin D deficiency and susceptibility to tuberculosis”. Calcified Tissue International 2000; 66 (6): 476-78.
3. Aloia JR, Li-Ng M. “Epidemic influenza and vitamin D”. Epiodemiology and Infection 2007; 12:1-4.
4. Epidemic influenza and vitamin D – Epidemiology and Infection 2006; 134(6): 1129-40.
5. Scientific American Brasil, edição 67, dezembro de 2007.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

VACINA DA GRIPE REALMENTE PROTEGE? E O QUE DIZER DOS EFEITOS COLATERAIS?

By, Dr. Júlio Caleiro - Nutricionista

Porque as pessoas aceitam tomar as vacinas contra a gripe? Simples, porque elas acreditam no conselho médico e agências de saúde, como a ANVISA que recomendam as vacinas para a maioria das pessoas incluindo, jovens e idosos! No entanto, muitas pessoas não estão cientes dos fatos reais por trás de vacinas contra a gripe – e sua ineficácia, além de potentes efeitos colaterais e aditivos prejudiciais. Embora seja possível encontrar alguns dados positivos sobre vacinas contra a gripe, há uma quantidade significativa de dados das principais revistas médicas, e fontes alternativas da mídia que a utilidade e eficácia contra gripe é um “tiro no escuro” “...Temos uma expectativa exagerada de que as vacinas possam realmente fazer”, disse um dos autores do estudo, o Dr. Tom Jefferson. Um estudo na revista ‘The Lancet’ descobriu que, mesmo entre as pessoas para quem a vacina é mais recomendada (idosos), a proteção pode ser tão baixa, que fica menos de 25%.  Apenas 36 mil americanos morrem a partir da infecção da gripe a cada ano, no entanto, uma média de 195 mil norte-americanos morreram apenas entre 2000 até 2002, devido a erros hospitalares médicos que poderiam ter sido evitados. Isto significa que; “mais de cinco vezes o número de pessoas que morreram por estar num hospital, e azarado(a) o suficiente por ser vítima de um erro médico evitável. Ou seja, o risco de morrer dentro de um hospital por erro médico é maior do que ficar sem tomar vacina da gripe!

O autor do artigo, pesquisador ‘Wilton Alston’, resume as coisas dizendo sobre “vacinas contra a gripe”, declarando: “Optar por injetar uma substância estranha como uma “provável” proteção, que fica por volta de apenas 25% de eficácia, sem contar os efeitos colaterais é um tiro no escuro”. Na verdade a vacina nunca foi provada ser eficaz realmente, em pessoas com mais de 65 anos! Em 2005 uma análise estatística de revisão, contraria os dados do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças – USA), onde na verdade só 1.806 pessoas morreram de gripe, e não 36.000 como o CDC afirma! E em 2004, havia apenas 1.100 mortes por gripes! Os dados do ‘CDC’ são enganosos e as estatísticas do CDC oferecem dados distorcidos porque classificam aqueles que estão morrendo de pneumonia como morrer de gripe, o que torna os dados imprecisos. Houve na verdade  60.998 mortes por pneumonia e apenas 1.806 da gripe no ano de 2005. Dados distorcidos são usados para apoiar o uso de “vacinas”. Claro é sempre interessante para empresas farmacêuticas divulgar todas as mortes por gripes anualmente! Isso impulsiona o mercado e o interesse populacional.

Como prevenir a gripe sem obter uma ‘vacina contra a gripe’?
Dr. Mercola diz: ” Se você seguir um estilo de vida saudável, você não terá que se preocupar com a gripe e diz: – Eu nunca recebi uma vacina contra a gripe, e eu não perdi um dia de trabalho por motivo de doença em mais de 20 anos adequando estilo de vida saudável e otimizando meus níveis de vitamina D”. A Vacina da gripe pode causar NARCOLEPSIA, que é uma condição neurológica caracterizada por episódios irresistíveis de sono intenso durante o dia, e em geral distúrbio do sono noturno. Um tipo de dissonai.

Os principais passos que se seguem para ficar livre de gripe, inclusive H1N1 eu sugiro que:
Tome sol e suplemente com vitamina D em doses reais diariamente. Banho de sol com roupas íntimas sem protetor solar por alguns minutos. Alimente-se corretamente considerando o tipo nutricional saudável, inclusive evitando açúcar em excesso e similares. Exercitar-se diariamente! Ter um sono adequado e melhorar a ingestão de água alcalina 45mls/kg. Evitar o estresse emocional. Lave as mãos regularmente. Ao usar vitamina D, procure um profissional que entenda de doses reais, que possam  surtir efeitos de proteção e tratamento sob um modelo preventivo e de promoção de saúde em crianças adultos e idosos. O uso da Vitamina D evita também os sintomas agressivos da Dengue dentre outras, conforme os estudos científicos tem se mostrado no decorrer dos anos. A vitamina C em boas doses, melhora a função mitocondrial uma organela celular responsável pela respiração celular e metabolização de nutrientes. Também o zinco e magnésio em formulações específicas, uma vez que a população contemporânea praticamente está com deficiência, propiciando doenças diversas e sintomas agressivos da gripe.

Referências:

1   Vancouver Sun September 10, 2012. 2;  ABC News March 5, 2011. 3;  Journal of Virology 2011 Nov;85(22):11995-2000, 4;  See ref 1
5   MetroNews September 9, 2012.  6- Infectioncontroltoday.com, August 2012.  7 -PreventDisease.com January 20, 2013; -Cochrane Summaries March 14, 2012.




sexta-feira, 18 de abril de 2014

SELÊNIO, CURA E A PREVENÇÃO CONTRA CÂNCERES!


Selênio: Quais as formas de proteger contra o câncer?
Ed. By. Dr. Júlio Caleiro
- Rico na castanha do Pará o selênio combate e pode curar várias doenças degenerativas inclusive contra o câncer! Melhorando também a formação e síntese do hormônio T3 do sistema Endócrino.
             Alguns estudos apontam melhoras contra o câncer através de mecanismos específicos, e atua na supressão de tumores do cólon, próstata e metástases, através de ações detalhadas deste mineral que se resume em doze ao todo, em que o selênio desempenha no nosso organismo na modulando o DNA, supressão de proteínas específicas contra tumores etc.. Na história da medicina até 1950 o selênio não tinha nenhuma função reconhecida no ser humano, e hoje vemos que o selênio na verdade atua e muitas diferentes reações enzimáticas no corpo, como por exemplo, redução de 50% do desenvolvimento cancerígeno.
A insuficiência deste mineral aumenta muito o risco de um individuo vir a desenvolver o câncer.  Em estudos de grande escala vem demonstrando efeitos preventivos, e em populações deficientes risco aumentado para vários tipos de cânceres agressivos tais como: câncer de Tireóide, de bexiga, estômago, pulmão e esôfago. Uma análise em grande escala mostrou redução do desenvolvimento de cânceres entre 24 a 36% ao todo. Porém existem 3 formas específicas do selênio e essas atuam justamente contra o câncer, são: Selenito de Sódio,Lselenometionina (LS), metil-Lselenocisteina (SMS). Apesar do Selenometionina ser melhor absorvível o Selenito é o que apresenta maior e melhor efeito anti-câncer, melhorando a expressão gênica da enzima antioxi e Glutation peroxidase. Alguns destes compostos induzem a morte celular por apoptose ( “suicídio”), outras apresentam efeito no que se refere apoptose em células mutantes.
O interessante é sempre suplementar as 3 formas, ambas obtém tipo e efeitos específicos na proteção celular, do DNA e em sua expressão e reparação genética.  Apesar de alguns estudos em 2009 por exemplo não terem mostrado nenhum efeito protetor do selênio ao câncer,  muitos pesquisadores naquela época mesmo questionaram estes trabalhos, como por exemplo a metodologia aplicada bem como o tipo de selênio usado nos indivíduos, além de ter associado a vitamina E ( alfa- tocoferol – sintético) descolando na célula o Gama-Tocoferol a forma mais ativa.
Selenito de Sódio-

Esta substância destrói células cancerosas a partir, por exemplo, na atuação das EROS, (espécies reativas de oxigênio), destruindo também as mitocôndrias destas células tumorais, devido ao aumento da enzima antioxi no tecido saudável.
Glutationa peroxidade. Esta incrementa também o reparo nos DNAs danificados que viria predispor ao câncer. Uma das ações maravilhosas do selenito é a indução da diminuição da proteína BCL-2, que é normalmente muito elevada em pacientes com câncer, acelerando o processo de apoptose destas células. Muitos estudos mostraram que o Selenito de Sódio apoia o uso na forma de terapia coadjuvante em pacientes ontológicos, para prevenção bem como para destruir o câncer, em que estudos mostraram uma eficiência fantástica num “controlado duplo cego” tendo maior capacidade de destruição de células tumorais, reduzindo a ocorrência de novos casos de câncer de fígado e de mama em 50% num grupo de chineses, que viviam em alto risco para o desenvolvimento desta doença.
A maioria dos profissionais de saúde não conhecem as diferenciações dos tipos de selênio, como as citadas acima o que seria de grande importância da prescrição correta para prevenção, bem como para o tratamento destas pessoas.



L- Selenometionina ( LS)
A Forma selenito orgânico associado naturalmente o aminoácido L – metionina, uma forma de selênio encontrado na maioria das preparações de selênio usada inclusive em vários ensaios clínicos. Em 1996 cientistas estavam tentando evitar o câncer de pele com o Suplemento de  L-S,  o que mostrou sem eficácia para os tipos de câncer de pele naquele trabalho, mas foi observado mais tarde que  os pacientes que suplementaram neste mesmo estudo, tiveram grande redução dos cânceres agressivos em 50% na comparação ao grupo controle, resultados tão empolgantes que fez com que a parte “cega” do estudo fosse interrompida, com intuito de alcançar ao máximo seus efeitos de proteção.

Resultados positivos também apareceram no estudo realizado pelo Dr. Clark e Cols., na redução de mais de 60% na ocorrência do câncer de próstata, câncer de esôfago e vários outros. Por essas razões na forma de estudos, nos faz crer que a L-S seja considerada como tendo um nível excelente de segurança no tratamento e prevenção destas doenças. Existem vários mecanismos anti-câncer onde o selênio tem um papel importante são eles: A pleiotropia! É a forma de como o selênio age sobre nossas células ou seja multi-ações e em vários estágios como dito acima ao todo 12 , algo que medicações convencionais passam longe a realizar. E São elas:.
-Regulação de lipoxigenases: enzimas que produzem moléculas inflamatórias que promovem o crescimento do câncer;
-Redução direta do estresse oxidativo evitando danos causados pelos radicais livres;
-Proteção dos antioxidantes de “reciclagem-selenio-proteínas”;
-Desintoxicação de indutores de metais;
-Induz a proteção, “Fase II” enzimas hepáticas, que neutralizam toxinas cancerígenas orgânicas.
-Inibição mutação gênica;
-Inativação de fatores de transcrição moleculares em que as células cancerosas usam para seu crescimento.
-Desliga o ciclo de replicação das células cancerosas.
-Indução de apoptose, a morte programada de células de câncer.
-Atividade do sistema imune melhorada para detectar e destruir células cancerosas.
-Regulação dos receptores de hormônios sexuais usados ​​por certos tipos de câncer.
-Limitação dos efeitos sobre a invasão tumoral e metástases.

Estes 12 mecanismos agem sinergicamente, matando o câncer.
Selénio-metil-L selenocisteína (SMS) —>é um complexo orgânico de selênio com um ácido contendo enxofre-amino neste caso, a L-cisteína. É uma das formas que vem chamando a atenção da comunidade científica  por ser uma das formas mais potentes do selênio. Uma das formas mais intrigante inclusive!  O selênio-metil-L selenocisteína, (SMS), restaura proteínas do ciclo circadiano normal, pois quando este ciclo está alterado é causa direta para vários tipos de câncer tais como o de Mama, pois regulariza e normaliza os receptores de melatonina e estrogênio; outra ação a é inibição da formação de novos vasos sanguíneos de tumores ( angiogenese tumoral) reduzindo drasticamente o crescimento tumoral. O SMS regula e diminui a expressão de uma proteína conhecida como Bcl-2, que retarda a apoptose que viria a beneficiar o câncer. Isso mostra uma destruição rápida do tumor. Além disso, o composto mostra um perfil favorável na prevenção de câncer de cólon, próstata, cabeça e pescoço e cânceres diversos.
Benefícios adicionais do selênio
Além de proteger contra vários câncer, uma série estudos mostram que o selênio desempenha um papel na prevenção e no tratamento de uma variedade notável de patologias, incluindo:

A doença cardiovascular
Osteoartrite
A artrite reumatoide
Hipotireoidismo
Câncer
Aterosclerose
HIV
SIDA
A doença de Alzheimer
A esclerose lateral amiotrófica
Pancreatite
Depressão

Procure um Nutricionista e ou Médico que entendam DESTA TERAPIA, pois as doses devem ser individualizadas.
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Referências:
1. Brozmanova J. Selenium and cancer: from prevention to treatment. Klin Onkol. 2011;24(3):171-9.
2. Naithani R. Organoselenium compounds in cancer chemoprevention. Mini Rev Med Chem. 2008 Jun;8(7):657-68.
3. Clark LC, Combs GF, Jr., Turnbull BW, et al. Effects of selenium supplementation for cancer prevention in patients with carcinoma of the skin. A randomized controlled trial. Nutritional Prevention of Cancer Study Group. JAMA. 1996 Dec 25;276(24):1957-63.
4. Ganther HE. Selenium metabolism, selenoproteins and mechanisms of cancer prevention: complexities with thioredoxin reductase. Carcinogenesis. 1999 Sep;20(9):1657-66.
5. Rayman MP. Selenium in cancer prevention: a review of the evidence and mechanism of action. Proc Nutr Soc. 2005 Nov;64(4):527-42.
6. Available at: http://www.nutritionaloncologyresearchinstitute.com/uploads/SeMC2.pdf. Accessed August 20, 2012.
7. Fleet JC. Dietary selenium repletion may reduce cancer incidence in people at high risk who live in areas with low soil selenium. Nutr Rev. 1997 Jul;55(7):277-9.
8. Peters U, Takata Y. Selenium and the prevention of prostate and colorectal cancer. Mol Nutr Food Res. 2008 Nov;52(11):1261-72.
9. Yoshizawa K, Willett WC, Morris SJ, et al. Study of prediagnostic selenium level in toenails and the risk of advanced prostate cancer. J Natl Cancer Inst. 1998 Aug 19;90(16):1219-24.
10. Ghadirian P, Maisonneuve P, Perret C, et al. A case-control study of toenail selenium and cancer of the breast, colon, and prostate. Cancer Detect Prev. 2000;24(4):305-13.
11. Willett WC, Polk BF, Morris JS, et al. Prediagnostic serum selenium and risk of cancer. Lancet. 1983 Jul 16;2(8342):130-4.
12. Salonen JT, Alfthan G, Huttunen JK, Puska P. Association between serum selenium and the risk of cancer. Am J Epidemiol. 1984 Sep;120(3):342-9.
13. Glattre E, Thomassen Y, Thoresen SO, et al. Prediagnostic serum selenium in a case-control study of thyroid cancer. Int J Epidemiol. 1989 Mar;18(1):45-9.
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(((((By Kirk Stokel)))))